Aspectos da Teoria Geral do Direito Bancário

Aspectos da Teoria Geral do Direito Bancário

a moeda e o Sistema Financeiro Nacional e InternacionalBy Haroldo Malheiros Duclerc Verçosa, Alexandre Sansone Pacheco
Michael Caine
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Length25h 23m

About this audiobook

O texto desta obra aborda os aspectos mais relevantes da Teoria Geral do Direito Bancário, voltando-se para o estudo da moeda; dos regimes político e jurídico dos bancos centrais e de suas funções, dando ênfase às questões relacionadas à política monetária e à sua autonomia; e tece considerações sobre o Sistema Financeiro Nacional e o Sistema de Pagamentos Brasileiro, no qual estão inseridos os arranjos de pagamento. A obra está voltada para os operadores do direito, para os quais traz alguns conhecimentos de economia aplicáveis ao direito bancário, não descurando do seu interesse para profissionais de outras áreas.

Audiobook details

GenrePolitics and Government
Length25 hrs 23 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateDec 9, 2022
LanguagePortuguese

Table of contents

1Introduction
94PARTE TERCEIRA – A ESTRUTURA DOS SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
2PARTE PRIMEIRA – A MOEDA
95CAPÍTULO 6 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL - SFN
3CAPÍTULO 1 BREVE HISTÓRIA DA MOEDA E DOS BANCOS E SUA IMPORTÂNCIA SOCIAL E ECONÔMICA. SISTEMA FINANCEIRO. CONCEITO, FUNÇÕES E ASPECTOS JURÍDICOS DA MOEDA. BREVES NOTAS SOBRE A EVOLUÇÃO DA MOEDA: O BITCOIN. O SURGIMENTO DO CAPITAL FINANCEIRO
96INTRODUÇÃO GERAL
41.1. UM RESUMO HISTÓRICO SOBRE OS BANCOS E O SISTEMA FINANCEIRO. CONCEITO
976.1. O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL CONFORME CRIADO PELA REFORMA BANCÁRIA DE 1964 E SUA EVOLUÇÃO
51.2. CONCEITO, FUNÇÕES E ASPECTOS JURÍDICOS DA MOEDA. MOEDA CONVERSÍVEL E MOEDA INCONVERSÍVEL NO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL. MOEDA FORTE E MOEDA FRACA
986.2. MODIFICAÇÕES NA ESTRUTURA DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL
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61.3. UM SALTO NO TEMPO. MOEDA VIRTUAL OU ELETRÔNICA. CONCEITOS, CARACTERÍSTICAS E RISCOS. OS DIREITOS ESPECIAIS DE SAQUE – DES - E A MOEDA GLOBAL. CRIPTOMOEDA E CRIPTOATIVOS. O BITCOIN E SEUS CONGÊNERES. NATUREZA JURÍDICA. O “LUGAR” EM QUE SE REALIZAM AS OPERAÇÕES COM CRIPTOATIVOS E AS QUESTÕES JURÍDICAS PERTINENTES
996.3. O DESTINO DO CMN
7Introdução – O surgimento, o desenvolvimento e o futuro da moeda física
1006.4. A POLÍTICA A SER EXECUTADA PELO CMN SEGUNDO A LEI DE REFORMA BANCÁRIA E NORMAS POSTERIORES
81.3.1. O surgimento dos criptoativos. Bicoin versus ouro: a questão da “mineração”
1016.5. A COMPETÊNCIA DO CMN. O CONSELHO DE RECURSOS DO SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL (CONSELHINHO)
91.3.2. Natureza jurídica e seus efeitos
1026.6. COMPOSIÇÃO DO CMN. FORMA DE DELIBERAÇÃO. REUNIÕES. COMISSÕES CONSULTIVAS
101.3.3. A classificação das moedas virtuais e dos criptoativos do ponto de vista do risco operacional. O controle do risco operacional. Os direitos especiais de saque – DES e a moeda global
1036.7. A COMISSÃO TÉCNICA DA MOEDA E DO CRÉDITO (COMOC)
111.3.4. A visão da política dos criptoativos. Os criptoativos e o Estado. O extremismo econômico da direita. Crítica
104CAPÍTULO 7 O BANCO CENTRAL DO BRASIL, O BANCO DO BRASIL E AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PÚBLICAS E PRIVADAS
121.3.5. A natureza jurídica dos criptoativos e sua utilização nos contratos empresariais. Aspectos no campo dos capitais estrangeiros e tributários. Os patinhos feios viraram cisnes
1057.1. O BANCO CENTRAL DO BRASIL
131.3.5.1. A bula deste item
1067.1.1. A organização. Nomeação e subordinação ao Governo do presidente e dos diretores do BCB. Receitas
141.3.5.2. A natureza jurídica dos criptoativos
1077.1.2. A competência do BCB. Emissão de moeda e meio circulante. Recolhimentos, depósitos compulsórios, redesconto e assistência financeira. Controle do Crédito. Câmbio, Capitais estrangeiros e reservas internacionais. Vigilância nos mercados financeiro e de capitais. Autorização, fiscalização e penalidades aplicáveis às instituições financeiras, administradores e relativas a outros órgãos internos e externos. Política monetária. Operações internas e internacionais do Governo Federal e negociação de títulos de sociedade de economia mista e empresa do Estado. Títulos de responsabilidade própria
151.3.5.3. A Aplicação da natureza dos criptoativos como ativos virtuais no campo do contrato
1087.2. AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS PÚBLICAS E PRIVADAS
161.3.6. O lugar da realização das operações e jurisdição competente
1097.2.1. O conceito de instituição financeira e sua competência. Instituições Financeiras por Equiparação. Sua classificação para os fins da atuação prudencial do BCB
171.3.7. A responsabilidade no mundo dos criptoativos
1107.2.1.1. As fintechs, sua natureza jurídica, seus tipos e suas operações. A proposta da criação das Sociedades de Crédito Direto (SCD) e das Sociedades de Empréstimo entre Pessoas (SEP)
181.3.8. A regulamentação dos criptoativos. Sua adoção pelos bancos centrais e por instituições financeiras, isoladamente. Regulação e autorregulação. Competência regulatória. A tutela dos criptoativos na União Europeia
1117.2.1.2. A Empresa Simples de Crédito – ESC
19PARTE SEGUNDA - OS REGIMES POLÍTICO E JURÍDICO DOS BANCOS CENTRAIS
1127.2.2. O Banco do Brasil S.A.
20CAPÍTULO 2 NOÇÃO DE BANCO CENTRAL AS RAZÕES TÉCNICO-ECONÔMICAS DETERMINADORAS DE SUA EXISTÊNCIA
1137.2.2.1. Escorço histórico do Banco do Brasil S.A.
212.1. BREVE HISTÓRIA DOS BANCOS CENTRAIS
1147.2.2.2. O Papel do BB na Reforma Bancária. Organização
222.2. A TEORIA DO FREE BANKING
1157.2.3. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES
23CAPÍTULO 3 FUNÇÕES CLÁSSICAS DOS BANCOS CENTRAIS
1167.2.3.1. Criação e objetivos
24INTRODUÇÃO. COMPETÊNCIA RESTRITA OU AMPLA?
1177.2.3.2. Organização
253.1. A EMISSÃO DE MOEDA
1187.2.3.2.1. O Conselho de Administração: composição e competências
263.2. DEPOSITÁRIO DE RESERVAS. A EXECUÇÃO DA POLÍTICA CAMBIAL
1197.2.3.2.2. Da Diretoria: composição e competências
273.3. BANQUEIRO DO ESTADO
1207.2.4. A Caixa Econômica Federal – CEF – História. Capital. Patrimônio: 7.2.4.1. Finalidades. Natureza social. Subordinação
283.4. OS RISCOS APRESENTADOS PELAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. O RISCO SISTÊMICO
1217.2.5. Normas gerais sobre as instituições financeiras públicas
293.4.1. Os bancos são perigosos. Os bancos e o risco do mercado financeiro
1227.2.6. As instituições financeiras privadas. Organização. Capital inicial e seus aumentos. Forma de aplicação dos seus recursos. Participação no capital de outras sociedades. Levantamento de balanços. Informações. Condições para a eleição e posse dos administradores
303.4.2. Os bancos e o risco sistêmico em breve visão. Identificação das fontes principais do referido risco
1237.2.7. Instituições financeiras privadas. Proibições relativas a empréstimos e adiantamentos, emissão de títulos e aplicações. Informações a serem prestadas
313.4.3. O contágio e suas formas
1247.2.8. Notas sobre a questão do sigilo bancário, a lavagem do dinheiro e a Lei Anticorrupção
323.4.4. A amplificação do risco. O risco sistêmico e o sistema bancário paralelo (“shadow banking”)
1257.2.8.1. Introdução
333.5. O PAPEL FISCALIZADOR DOS BANCOS CENTRAIS. A FISCALIZAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. OS TESTES DE STRESS. ANOTAÇÃO INICIAL SOBRE O PROBLEMA DOS BANCOS PÚBLICOS
1267.2.8.2. A tutela do sigilo bancário pela Lei Complementar 105/2001. Princípios gerais
343.6. O PODER MONETÁRIO DOS BANCOS CENTRAIS - A EXECUÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA
1277.2.8.3. A prestação de informações de natureza fiscal. A tutela das informações prestadas pelo BCB e pela CVM
353.6.1. Considerações sobre a inflação. A política monetária e as circunstâncias. A taxa real de juros de equilíbrio. A taxa de juro de longo prazo (TLP) e sua função. Repensando as metas de inflação. A atuação dos bancos centrais de países emergentes. A questão da transparência
128CAPÍTULO 8 O SISTEMA DE PAGAMENTOS BRASILEIRO – SPB. ARRANJOS DE PAGAMENTO. FINTECHS
363.6.2. O Crédito direcionado e os seus efeitos em relação ao mercado e à política monetária
129INTRODUÇÃO
373.7. OS ACORDOS DE BASILEIA
1308.1. ASPECTOS LEGAIS
38Introdução. Os princípios do acordo
1318.2. AS FUNÇÕES DO BCB NO SPB
393.7.1. Basileia e os bancos sistemicamente importantes (BSI)
1328.3. AS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS E OS ARRANJOS E INSTITUIÇÕES DE PAGAMENTO
403.8. AS CRISES FINANCEIRAS INTERNACIONAIS RECENTES E O PAPEL DOS BANCOS CENTRAIS
1338.3.1. Introdução. Moeda, moeda escritural e moeda eletrônica
41Introdução
1348.3.2. Definições e sistema das instituições e dos arranjos de pagamento (Lei 12.865/2013, art. 6º)
423.8.1. A natureza das operações bancárias e o campo de sua atividade e sua relação com as crises financeiras. Breves considerações sobre a concentração bancária: BCB x CADE
1358.3.3. O papel das instituições financeiras e as compras remotas
433.8.2. Considerações sobre o spread bancário. Competição por meio da proporcionalidade. Indicador do custo de crédito – ICC
1368.3.4. Informações sobre o sistema de arranjos
443.8.2.1. Atacando o spread bancário pelo aumento da competitividade
1378.3.5. Princípios regedores dos arranjos e das instituições de pagamento (art. 7.º da Lei 12.865/2013)
453.8.2.2. O indicador do custo de crédito - ICC
1388.3.6. O sistema de arranjos e os serviços de telecomunicação a telefonia móvel (art. 8º da Lei 12.865/2013)
463.8.2.3. O papel da tributação no spread bancário
1398.3.7. Competências do CMN e do BCB em relação aos arranjos e instituições de pagamento (arts. 9.º a 11 da Lei 12.865/2013)
473.8.3. As causas da crise de 2007/2008
1408.3.7.1. Medidas de disciplina e supervisão (art. 9.º, I a VIII, da Lei 12.865/2013)
483.8.4. As causas da crise e a sua relação com os diversos modelos de bancos
1418.3.7.2. Medidas preventivas (art. 9.º, IX a XIV, da Lei 12.865/2013)
493.8.5. O tratamento dado no direito comparado à crise de 2007/2008. Basileia falhou?: 3.8.5.1. Basileia II falhou?
1428.3.7.3. Casos de dispensa de autorização
503.8.6. O Brasil e a Crise Financeira de 2007/2008. A atuação do BCB
1438.3.7.4. Critérios de interação nos arranjos de pagamento
513.8.7. Reflexões conclusivas. Os mecanismos de controle prévio e de repressão. Os marcos regulatórios do sistema financeiro nacional e internacional. Necessidade e forma. Os Bancos Centrais e seu papel
1448.3.7.5. Pleno poder de fiscalização do BCB e penalidades. Interação com os direitos do consumidor e concorrencial
52CAPÍTULO 4 O PROBLEMA DA AUTONOMIA DOS BANCOS CENTRAIS
1458.3.7.6. Consulta pública – O BCB poderá submeter a consulta pública as minutas de atos normativos a serem editados no exercício das competências previstas neste artigo
53INTRODUÇÃO AO TEMA DA AUTONOMIA/INDEPENDÊNCIA DOS BANCOS CENTRAIS. ABORDAGEM DE SUAS FUNÇÕES. O CONCEITO DE POLÍTICA MONETÁRIA
1468.3.7.7. Sistema de arranjo de pagamentos e direito da concorrência
544.1. MODELOS DE AUTONOMIA
1478.3.7.8. Terceirização de atividades no sistema de arranjo de pagamentos e responsabilidade do instituidor. Exceção
554.2. O BCB COMO UM ÓRGÃO DOTADO DE SUBORDINAÇÃO RELATIVA
1488.3.7.9. Natureza e Aplicação dos recursos do sistema de arranjos de pagamento
564.3. O BCB COMO ÓRGÃO REPRESENTATIVO DE UM QUARTO PODER
1498.3.7.10. Regime interventivo e de liquidação
574.4. AUTONOMIA E REGIME DEMOCRÁTICO. O EQUILÍBRIO ENTRE OS PODERES CONSTITUCIONAIS
1508.3.7.11. Disposições transitórias
584.5. AUTONOMIA DOS BANCOS CENTRAIS E O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO
1518.4. ASPECTOS IMPORTANTES DA REGULAÇÃO
594.6. CONCEITO E EXTENSÃO DA AUTONOMIA TÉCNICA
1528.5. O PROBLEMA DA ASSIMETRIA REGULATÓRIA ENTRE OS BANCOS INCUMBENTES E AS FINTECHS
604.7. A ESCOLHA E DEMISSÃO DOS ADMINISTRADORES DOS BANCOS CENTRAIS
1538.5.1. Assimetria Regulatória no mercado financeiro. A equalização das diferenças regulatórias entre bancos, Fintechs e Big Techs
614.7.1. Aspectos constitucionais respeitantes à administração do BCB. A questão da transparência e da ética no exercício da função de administrador do BCB
154Introdução
624.7.1.1. Ética e moral
1558.5.1.1. Os racionais da assimetria regulatória
634.7.1.2. Princípios da moralidade na administração pública
1568.5.1.2. Como lidar com a assimetria regulatória no Brasil
644.7.1.3. O que aconteceu no FED
157Conclusão parcial
654.7.1.4. O tratamento da ética no Banco Central do Brasil
1588.5.2. Assimetria regulatória no mercado financeiro - Novas regras do banco central equalizam as diferenças regulatórias entre bancos e fintechs que atuam como instituições de pagamento
664.7.2. Requisitos pessoais. Mandatos fixos. Controle externo. Desincompatibilização. Status
159Introdução
674.8. QUADRO DE PESSOAL PROFISSIONALIZADO E ESTÁVEL. AUTONOMIA DIANTE DO PODER DE FISCALIZAÇÃO E DA ESFERA JURÍDICA
1608.5.2.1. Visão geral da nova regulamentação
684.9. A IMPLEMENTAÇÃO DA AUTONOMIA DO BCB. FINAL DA NOVELA?
1618.5.2.2. Requerimentos prudenciais consolidados por conglomerados
69Introdução
1628.5.2.3. Aprimoramento da qualidade do capital regulatório requerido
704.9.1. O mandato complexo do BCB e os problemas possíveis, dele originados
1638.5.2.4. Prevalência da regulação de requerimento de capital por atividade e riscos incorridos
714.9.2. A nova competência do BCB e a política monetária
1648.5.2.5. Requerimento de capital mínimo conforme os riscos intrínsecos de cada tipo de atividade (atividade de pagamento ou financeira)
724.9.3. A administração do BCB. Composição, número de diretores, critérios e forma da indicação e nomeação. Aprovação pelo Senado. Duração do mandato. Recondução. Prazo de gestão. Exoneração.
1658.5.2.6. Extensão da proporcionalidade regulatória para conglomerados liderados por IPs
734.9.4. A natureza jurídica do BCB. Balanços, demonstrações financeiras e resultados. Aspectos basilares de sua autonomia
1668.6. O REAL DIGITAL, A CBDC BRASILEIRA
744.9.5. A questão da responsabilidade do BCB e dos seus administradores por danos verificados no SFN
167CONCLUSÃO
75CONCLUSÃO
168CAPÍTULO 9 A REFORMA FISCAL E SEUS EFEITOS NAS FUNÇÕES DO BCB
76CAPÍTULO 5 CONDIÇÕES PARA O EXERCÍCIO DE UMA EFICAZ POLÍTICA MONETÁRIA
169INTRODUÇÃO
77INTRODUÇÃO. O CONCEITO DE POLÍTICA MONETÁRIA
1709.1. OS MECANISMOS ADOTADOS PARA A REDUÇÃO DA DÍVIDA PÚBLICA
785.1. FORMULAÇÃO E EXECUÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA. O PLANO NACIONAL E O INTERNACIONAL. O RECURSO AOS DEPÓSITOS VOLUNTÁRIOS. A PERMANÊNCIA OU EXTINÇÃO DA MOEDA FÍSICA E SUA RELAÇÃO COM A POLÍTICA MONETÁRIA
1719.2. DEFINIÇÕES LEGAIS (ART. 29)
795.1.1. Formulação da política monetária
1729.3. OS LIMITES DA DÍVIDA PÚBLICA E DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO (ART. 30)
805.1.2. O plano nacional e o internacional
1739.4. DA RECONDUÇÃO DA DÍVIDA AOS LIMITES (ART. 31)
815.2. A PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE NOS PLANOS DE ESTABILIDADE DA MOEDA
1749.5. AS OPERAÇÕES DE CRÉDITO (ART. 32)
825.3. O PROBLEMA ORÇAMENTÁRIO
1759.6. A VENDA DE “RECEBÍVEIS”
835.4. A QUESTÃO DA ANTIGA LIMITAÇÃO CONSTITUCIONAL DOS JUROS
1769.7. COMPROVAÇÃO DO ATENDIMENTO DAS CONDIÇÕES E LIMITES DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO (ART. 33)
845.5. O SANEAMENTO DO SISTEMA FINANCEIRO
1779.8. OPERAÇÕES E PROIBIÇÃO ESPECÍFICA QUANTO AO BCB (ARTS. 34 E 39): 9.9. Proibição da realização de operações de crédito entre Entes da Federação (arts. 35 a 37)
85Introdução
1789.10. EXCEÇÕES – OPERAÇÕES DE CRÉDITO PERMITIDAS (ART. 35, § 1º)
865.5.1. A solução para as instituições financeiras privadas
1799.11. OPERAÇÕES DE ANTECIPAÇÃO DA RECEITA ORÇAMENTÁRIA - AROS (ARTS. 38 A 40)
875.5.2. A questão dos bancos públicos em geral. As novas normas sobre governança corporativa das estatais e sua aplicação aos bancos públicos
1809.12. GARANTIA E CONTRAGARANTIA (ART. 40)
885.5.3. O crucial problema dos bancos estaduais
1819.13. DOS RESTOS A PAGAR (ART. 41 E 42)
895.5.4. O término da era dos bancos públicos estaduais
1829.14. INSTRUMENTOS DESTINADOS A PROPORCIONAR CONDIÇÕES PARA A REDUÇÃO DA TAXA DE JUROS
905.5.5. Os bancos públicos federais
183CAPÍTULO 10 CRÉDITO E RISCO DE CRÉDITO NO SISTEMA FINANCEIRO
915.5.6. Resolvendo os problemas das instituições financeiras públicas
184INTRODUÇÃO
925.6. A NECESSIDADE DE DESREGULAÇÃO PARCIAL DA ATIVIDADE FINANCEIRA E NOVOS MODOS DE PRODUÇÃO REGULATÓRIA COM A PARTICIPAÇÃO DOS REGULADOS E DA SOCIEDADE
18510.1. A ADMINISTRAÇÃO DO RISCO E AS AGÊNCIAS DE CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE CRÉDITO (CREDIT RATING AGENCIES)
935.7. A REGIONALIZAÇÃO DO SISTEMA BANCÁRIO
18610.2. A CENTRAL DE RISCO DE DIREITOS CREDITÓRIOS (CRDC)

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