
Aspectos da Teoria Geral do Direito Bancário
a moeda e o Sistema Financeiro Nacional e InternacionalBy Haroldo Malheiros Duclerc Verçosa, Alexandre Sansone PachecoLength25h 23m
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O texto desta obra aborda os aspectos mais relevantes da Teoria Geral do Direito Bancário, voltando-se para o estudo da moeda; dos regimes político e jurídico dos bancos centrais e de suas funções, dando ênfase às questões relacionadas à política monetária e à sua autonomia; e tece considerações sobre o Sistema Financeiro Nacional e o Sistema de Pagamentos Brasileiro, no qual estão inseridos os arranjos de pagamento. A obra está voltada para os operadores do direito, para os quais traz alguns conhecimentos de economia aplicáveis ao direito bancário, não descurando do seu interesse para profissionais de outras áreas.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length25 hrs 23 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateDec 9, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2PARTE PRIMEIRA – A MOEDA
3CAPÍTULO 1 BREVE HISTÓRIA DA MOEDA E DOS BANCOS E SUA IMPORTÂNCIA SOCIAL E ECONÔMICA. SISTEMA FINANCEIRO. CONCEITO, FUNÇÕES E ASPECTOS JURÍDICOS DA MOEDA. BREVES NOTAS SOBRE A EVOLUÇÃO DA MOEDA: O BITCOIN. O SURGIMENTO DO CAPITAL FINANCEIRO
41.1. UM RESUMO HISTÓRICO SOBRE OS BANCOS E O SISTEMA FINANCEIRO. CONCEITO
51.2. CONCEITO, FUNÇÕES E ASPECTOS JURÍDICOS DA MOEDA. MOEDA CONVERSÍVEL E MOEDA INCONVERSÍVEL NO SISTEMA FINANCEIRO INTERNACIONAL. MOEDA FORTE E MOEDA FRACA
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61.3. UM SALTO NO TEMPO. MOEDA VIRTUAL OU ELETRÔNICA. CONCEITOS, CARACTERÍSTICAS E RISCOS. OS DIREITOS ESPECIAIS DE SAQUE – DES - E A MOEDA GLOBAL. CRIPTOMOEDA E CRIPTOATIVOS. O BITCOIN E SEUS CONGÊNERES. NATUREZA JURÍDICA. O “LUGAR” EM QUE SE REALIZAM AS OPERAÇÕES COM CRIPTOATIVOS E AS QUESTÕES JURÍDICAS PERTINENTES
7Introdução – O surgimento, o desenvolvimento e o futuro da moeda física
81.3.1. O surgimento dos criptoativos. Bicoin versus ouro: a questão da “mineração”
91.3.2. Natureza jurídica e seus efeitos
101.3.3. A classificação das moedas virtuais e dos criptoativos do ponto de vista do risco operacional. O controle do risco operacional. Os direitos especiais de saque – DES e a moeda global
111.3.4. A visão da política dos criptoativos. Os criptoativos e o Estado. O extremismo econômico da direita. Crítica
121.3.5. A natureza jurídica dos criptoativos e sua utilização nos contratos empresariais. Aspectos no campo dos capitais estrangeiros e tributários. Os patinhos feios viraram cisnes
131.3.5.1. A bula deste item
141.3.5.2. A natureza jurídica dos criptoativos
151.3.5.3. A Aplicação da natureza dos criptoativos como ativos virtuais no campo do contrato
161.3.6. O lugar da realização das operações e jurisdição competente
171.3.7. A responsabilidade no mundo dos criptoativos
181.3.8. A regulamentação dos criptoativos. Sua adoção pelos bancos centrais e por instituições financeiras, isoladamente. Regulação e autorregulação. Competência regulatória. A tutela dos criptoativos na União Europeia
19PARTE SEGUNDA - OS REGIMES POLÍTICO E JURÍDICO DOS BANCOS CENTRAIS
20CAPÍTULO 2 NOÇÃO DE BANCO CENTRAL AS RAZÕES TÉCNICO-ECONÔMICAS DETERMINADORAS DE SUA EXISTÊNCIA
212.1. BREVE HISTÓRIA DOS BANCOS CENTRAIS
222.2. A TEORIA DO FREE BANKING
23CAPÍTULO 3 FUNÇÕES CLÁSSICAS DOS BANCOS CENTRAIS
24INTRODUÇÃO. COMPETÊNCIA RESTRITA OU AMPLA?
253.1. A EMISSÃO DE MOEDA
263.2. DEPOSITÁRIO DE RESERVAS. A EXECUÇÃO DA POLÍTICA CAMBIAL
273.3. BANQUEIRO DO ESTADO
283.4. OS RISCOS APRESENTADOS PELAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. O RISCO SISTÊMICO
293.4.1. Os bancos são perigosos. Os bancos e o risco do mercado financeiro
303.4.2. Os bancos e o risco sistêmico em breve visão. Identificação das fontes principais do referido risco
313.4.3. O contágio e suas formas
323.4.4. A amplificação do risco. O risco sistêmico e o sistema bancário paralelo (“shadow banking”)
333.5. O PAPEL FISCALIZADOR DOS BANCOS CENTRAIS. A FISCALIZAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS. OS TESTES DE STRESS. ANOTAÇÃO INICIAL SOBRE O PROBLEMA DOS BANCOS PÚBLICOS
343.6. O PODER MONETÁRIO DOS BANCOS CENTRAIS - A EXECUÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA
353.6.1. Considerações sobre a inflação. A política monetária e as circunstâncias. A taxa real de juros de equilíbrio. A taxa de juro de longo prazo (TLP) e sua função. Repensando as metas de inflação. A atuação dos bancos centrais de países emergentes. A questão da transparência
363.6.2. O Crédito direcionado e os seus efeitos em relação ao mercado e à política monetária
373.7. OS ACORDOS DE BASILEIA
38Introdução. Os princípios do acordo
393.7.1. Basileia e os bancos sistemicamente importantes (BSI)
403.8. AS CRISES FINANCEIRAS INTERNACIONAIS RECENTES E O PAPEL DOS BANCOS CENTRAIS
41Introdução
423.8.1. A natureza das operações bancárias e o campo de sua atividade e sua relação com as crises financeiras. Breves considerações sobre a concentração bancária: BCB x CADE
433.8.2. Considerações sobre o spread bancário. Competição por meio da proporcionalidade. Indicador do custo de crédito – ICC
443.8.2.1. Atacando o spread bancário pelo aumento da competitividade
453.8.2.2. O indicador do custo de crédito - ICC
463.8.2.3. O papel da tributação no spread bancário
473.8.3. As causas da crise de 2007/2008
483.8.4. As causas da crise e a sua relação com os diversos modelos de bancos
493.8.5. O tratamento dado no direito comparado à crise de 2007/2008. Basileia falhou?: 3.8.5.1. Basileia II falhou?
503.8.6. O Brasil e a Crise Financeira de 2007/2008. A atuação do BCB