
Planejamento Tributário
critérios que autorizam sua (des)qualificação no BrasilBy Daniel GadelhaLength10h 37m
About this audiobook
"Planejamento Tributário: critérios que autorizam sua (des)qualificação no Brasil" é uma obra indispensável para entender os desafios e as oportunidades que o planejamento tributário oferece no atual cenário jurídico brasileiro. O autor examina com profundidade os critérios que diferenciam as práticas legítimas das abusivas, trazendo uma abordagem inovadora baseada no construtivismo lógico-semântico.
Ao longo do livro, são explorados temas fundamentais como a legalidade dos atos, o propósito negocial, a elisão fiscal e a aplicação das normas antielisivas (GAAR), em consonância com as decisões mais recentes dos tribunais superiores, como o CARF e o STF. A obra discute também as implicações da reforma tributária em andamento, oferecendo uma visão clara e atualizada sobre como essas mudanças podem impactar as estratégias empresariais e a segurança jurídica dos contribuintes.
Destinado a advogados, contadores, empresários e acadêmicos, este livro vai além dos aspectos técnicos, convidando o leitor a refletir sobre a linha tênue entre a economia tributária lícita e a evasão fiscal. Combinando teoria e prática, o autor entrega uma leitura essencial para quem busca dominar os conceitos mais atuais e cruciais no campo do planejamento tributário no Brasil.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length10 hrs 37 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateOct 31, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Agradecimentos
223.3.1. A interpretação econômica do direito tributário como instrumento de avaliação dos atos praticados pelo contribuinte
2Lista de siglas
233.3.2. O posicionamento dos julgadores sobre a (des)qualificação dos atos
3Prefácio
243.4. Abuso de direito, fraude à lei, simulação e propósito negocial: instrumentos de desqualificação dos atos do contribuinte
41 INTRODUÇÃO
254 NORMA GERAL ANTIELISÃO
52 BASES CONCEITUAIS PARA O ESTUDO
264.1. Considerações sobre o art. 116, parágrafo único, do CTN
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62.1. A interpretação e sua importante contribuição para a aplicação do direito positivo
274.2. Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 2.446 (ADI 2.446)
72.2. Língua como meio de interação na sociedade
285 REFORMA TRIBUTÁRIA E IMPACTOS NO PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO
82.3. Linguagem como elemento da percepção da realidade
295.1 Breve Histórico da Reforma Tributária no Brasil
92.4. Fontes do Direito
305.2 Fundamentos Constitucionais da Reforma: Uma Análise Aprofundada
102.5. Lógica e sua participação no processo de interpretação
315.3 O Fundo de Compensação e Desenvolvimento Regional: Um Pilar Essencial para o Equilíbrio Federativo: 5.3.1 Exemplos Práticos de Aplicação do Fundo de Compensação
112.6. Construtivismo como instrumento de interpretação normativo
325.4 O IBS e a CBS: Pilares da Reforma e a Não Cumulatividade
122.7. Sistema jurídico pela perspectiva do CLS
335.5 O Imposto Seletivo: Um Instrumento de Política Fiscal e seus Impactos Setoriais
132.8. A interpretação da norma jurídica
345.6 Impacto da reforma tributária sobre o setor de serviços
142.9. Tributo, o objeto de discussão entre Estado e particular: 2.9.1. A Regra Matriz de Incidência Tributária
355.7 O IBS e a CBS: Pilares da Reforma e a Não Cumulatividade
152.10. Limitações constitucionais na instituição do tributo como garantia do contribuinte
365.8 Análise do Regime Transitório: Desafios e o Contencioso Tributário
163 PLANEJAMENTO TRIBUTÁRIO
375.9 O Contencioso Tributário na Transição: Uma Análise Detalhada
173.1. A busca do conceito de planejamento tributário para uniformizar sua utilização
385.10 Impacto Econômico Mais Amplo: Atração de Investimentos Externos
183.2. A evasão e elisão fiscal como estratégias de um planejamento tributário
395.11 Comparação com Modelos Internacionais: O IVA na União Europeia
193.2.1. Elisão fiscal
405.12 Aprofundamento no Impacto do Simples Nacional: Desafios e Oportunidades para as MPEs
203.2.2. Evasão fiscal
415.13 Desafios na Gestão dos Créditos Fiscais: Impactos para as PMEs
213.3. A (des)qualificação dos atos praticados pelo contribuinte
426 CONSIDERAÇÕES FINAIS