
As Organizações Não Governamentais
o novo modelo de Gestão Organizacional?By Miréia Maria Joau de CarvalhoLength7h 9m
About this audiobook
O que seria vital para a proteção da sociedade? Como poderemos sensibilizar para a necessidade de uma dialética entre Estado-Mercado e o Terceiro Setor? Precisamos construir uma arquitetura social anti-humana, com um esforço consciente para humanizá-la. Portanto, construir a solidariedade e a inclusão, como uma força capaz de ser a "grande transformadora", contrária à crise em que a Humanidade é arrastada pela irracionalidade do mercado autorregulado. O uso da racionalidade instrumental avança para todos os lados, precisamos de um novo modelo de gestão que humanize as relações de trabalho, sociais e humanas, uma racionalidade substantiva. Nesse sentido, este livro propõe-se a examinar as grandes tendências em gestão, capaz de deter este processo de barbarização em curso, que destrói tanto o homem quanto o meio ambiente, a saída são as organizações não governamentais. Estas possuem em seu propósito reintroduzir os excluídos na sociedade, dedicando-se a reconhecer a diversidade de crenças e práticas culturais, os direitos sociais, de gênero, etnia, sexualidade, identidade, crianças atípicas, de combate à fome pela vida, na forma de uma memória, uma língua, uma paisagem e um modo de vida. Uma ação humanitária e de solidariedade que deve conduzir, como pressuposto a uma ação organizada, a movimentos sociais que façam chegar à consciência coletiva e ao poder político uma exigência de integração e de transformação da sociedade.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length7 hrs 9 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJan 28, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1INTRODUÇÃO
195.5 INDICADORES DE GESTÃO SOCIAL
21. AS ORGANIZAÇÕES: NA BUSCA DAS DIMENSÕESESQUECIDAS: 1.1 AS DIMENSÕES INVISÍVEIS DAS ORGANIZAÇÕES
206. O COMITÊ DE COMBATE A FOME PELA VIDA – COEP NACIONAL
32. A RACIONALIDADE NAS ORGANIZAÇÕES
216.1 ANTECEDENTES HISTÓRICOS DA CONSTRUÇÃO DO COEP
42.1 A RACIONALIDADE INSTRUMENTAL
226.2 SURGIMENTO DO COEP
52.2 A RACIONALIDADE SUBSTANTIVA
236.3 O PAPEL DO COEP NA AÇÃO DE CIDADANIA
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62.3 A DIALÉTICA DAS RACIONALIDADES
246.4 AS PUBLICAÇÕES DO COEP
72.4 A ÉTICA COMO ELEMENTO CATALIZADOR DE UMA RACIONALIDADE SUBSTANTIVA
257. AÇÕES REALIZADAS PELO COEP BAHIA
83. A RACIONALIDADE NOS MODELOS DE GESTÃO
267.1 SURGIMENTO DO COEP BAHIA
93.1 GESTÃO ESTRATÉGICA
277.2 PROJETOS SOCIAIS DESENVOLVIDOS PELO COEP BAHIA
103.2 GESTÃO SOCIAL
288. A GESTÃO DO COEP BAHIA
114. O ESTADO E O TERCEIRO SETOR
298.1 OS PROCESSOS ORGANIZACIONAIS NO COEP BAHIA
124.1 DESENVOLVIMENTO LOCAL E ASSOCIATIVISMO: ALIANÇAS E PARCERIAS
308.2 CARACTERÍSTICAS DA GESTÃO DO COEP BAHIA
134.2 ECONOMIA SOLIDÁRIA E FORMAÇÃO DE REDES
318.3 GESTÃO SOCIAL
145. AS ORGANIZAÇÕES NÃO GOVERNAMENTAIS
328.4 INDICADORES DA RACIONALIDADE SUBSTANTIVA NA GESTÃO DO COEP BAHIA
155.1 A INSTITUCIONALIZAÇÃO DO TERCEIRO SETOR
338.5 ELEMENTOS DA RACIONALIDADE INSTRUMENTAL PRESENTES NA GESTÃO DO COEP BAHIA
165.2 CONCEITUANDO AS ONGs
348.6 MUDANÇA NA CONDIÇÃO DE VIDA DOS ASSISTIDOS
175.3 O SURGIMENTO DAS ONGs NO BRASIL
35CONSIDERAÇÕES FINAIS
185.4 O MODELO DE GESTÃO DAS ONGS
36APÊNDICE