61.1.1 As oscilações na economia e seu impacto na “Relação Homem-Trabalho”
463.1.5 Hora e minuto após o início da jornada sem a redução da hora noturna
71.1.2 A sanidade biopsicossocial e organizacional na “Relação Homem-Trabalho” não é uma utopia
473.1.6 Hora e minuto após o início da jornada com a redução da hora noturna
81.1.3 O enfraquecimento do trabalho institucionalizado em uma sociedade altamente técnica
483.1.7 Atividade econômica
91.1.4 Sofrimento e prazer no trabalho
493.1.8 Municípios
101.1.5 Precarização, prevenção e precaução
503.1.9 Empregador direto ou empresa terceirizada234
111.2 Segurança e saúde biopsicossocial sob o viés da Psicodinâmica do Trabalho e as novas patologias sociais
513.1.10 Tipos de acidentes
121.3 Ergonomia e análise ergonômica da atividade99: 1.3.1 Variabilidade do trabalhador e do trabalho
523.1.11 Evolução do caso
131.4 Ações internacionais em segurança biopsicossocial
533.1.12 Emissão da CAT
142. HORAS EXTRAORDINÁRIAS
543.2 Métodos: 3.2.1 Cruzamentos de dados e análises
152.1 Compreensão do instituto
553.3 Análises e resultados
162.2 Limitação e monetização
563.3.1 Tabela 11 e seus gráficos - Percentual de acidentes ao longo da jornada. Ausência de consideração da redução da hora noturna e ausência de consideração da fruição de intervalos para refeição e descanso
172.3 Compensação e prorrogação
573.3.2 Tabela 12 e seus gráficos - Percentual de acidentes ao longo da jornada. Ausência de consideração da redução da hora noturna e consideração da fruição de intervalos para refeição e descanso de uma hora
182.4 Repercussões sociais, econômicas e jurídicas
583.3.3 Tabela 13 e seus gráficos - Percentual de acidentes ao longo da jornada. Ausência de consideração da redução da hora noturna e consideração da fruição de intervalos para refeição e descanso de duas horas
192.5 Intensidade, cadência, ritmo e pausas. Norma regulamentar número 17 do Ministério do Trabalho e Emprego (NR 17)
593.3.4 Tabela 14 e seus gráficos - Percentual de acidentes ao longo da jornada. Consideração da redução da hora noturna e ausência de consideração da fruição de intervalos para refeição e descanso
202.5.1 Intervalos para refeição e descanso
603.3.5 Tabela 15 e seus gráficos - Percentual de acidentes ao longo da jornada. Consideração da redução da hora noturna e consideração da fruição de intervalos para refeição e descanso de uma hora
212.5.2 Os artigos 8º, 611-A e 611-B da CLT
613.3.6 Tabela 16 e seus gráficos - Percentual de acidentes ao longo da jornada. Consideração da redução da hora noturna e consideração da fruição de intervalos para refeição e descanso de duas horas
222.5.3 O mundo da informática, dos sistemas de informações e do trabalho externo
624. A DEMONSTRAÇÃO ESTATÍSTICA DA HORA DO ACIDENTE
232.5.4 Intervenção, regulação, promoção de saúde e produtividade
634.1 Conceitos estatísticos
242.6 Trabalho noturno e em turnos
644.2 Cálculos e gráficos
252.7 Acidentes, doenças e transtornos mentais e comportamentais relacionados ao trabalho
654.3 Análises, resultados e conclusões
262.8 As várias espécies de transtornos mentais e comportamentais relacionados ao trabalho
665. OS IMPERATIVOS DA SUPRESSÃO DAS HORAS EXTRAS E DE UM MAIOR CUIDADO COM OS HORÁRIOS DE TRABALHO E DE DESCANSO
272.8.1 Transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de álcool
675.1 Os impactos da institucionalização do trabalho, e de sua desinstitucionalização, sobre o homem
282.8.2 Reações ao estresse grave e transtornos de adaptação (estresse pós-traumático)
685.2 Reflexos da influência da gestão de pessoas na qualidade de vida e na justiça encerrada na relação Homem-Trabalho
292.8.3 Dificuldades físicas e mentais relacionadas com o trabalho (condições de trabalho)
695.3 Algumas formas concretas de realização de trabalho seguro a partir da extirpação do mourejo extraordinário
302.8.4 Outros transtornos neuróticos especificados (neurose profissional)
705.3.1 Ampliação da competência jurisdicional da Justiça do Trabalho
312.8.5 Ritmo de trabalho penoso
715.3.2 Reforço da qualificação dos operadores do Direito do Trabalho e mesmo da sociedade (universo público e privado) em questões de sanidade biopsicossocial e organizacional294
322.8.6 Transtorno do ciclo vigília-sono (fatores não-orgânicos)
725.3.3 Incremento de tutelas inibitórias e coletivas
332.8.7 Síndrome de Burnout ou esgotamento profissional
735.3.4 Internalização concreta de normas, posturas e doutrinas internacionais
342.9 Psicossomatização
745.3.5 Apologia da responsabilização criminal
352.10 Fadiga no trabalho
755.3.6 Busca de novas formas interpretativas e de equacionamento judicial
362.11 Horas extras e doenças cardiovasculares
765.3.7 Greve ambiental trabalhista
372.12 Horas extraordinárias e disfunções no sistema digestivo, doenças do sistema osteomuscular e do tecido conjuntivo. A amplitude da questão
775.4 Subsídios para políticas públicas de compreensão e superação da questão das extraordinárias
382.13 “Workaholics” e “worklovers”
785.5 Proibição e supressão de horas extras
392.14 Vulnerabilidades e dificuldades para a limitação das horas extras
79CONSIDERAÇÕES FINAIS
403. A BUSCA DA HORA DO ACIDENTE
80CONCLUSÃO