
O fundamento de possibilidade crítico-determinista da imputabilidade jurídica – Schopenhauer e Kelsen
ou Tratado de Filosofia do Direito Contra-HistóricaBy Waldir Severiano de Medeiros JúniorLength26h 58m
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"O que realmente afirmamos existir entre Schopenhauer e Kelsen em matéria de teoria da imputabilidade e que justificaria o presente empreendimento investigativo? No mínimo, como esperamos demonstrar, significativas correlações, ou, se se quiser, instigantes interfaces e relações de paralelismos, pontos de contato, convergências, afinidades e similitudes. Numa palavra: uma manifesta 'consanguinidade de espírito' na dimensão teorética do assunto em tela. Porquanto, após haverem desenvolvido um determinismo crítico e defenestrado o dogma do livre-arbítrio, só poderiam mesmo pensar a condição de possibilidade da imputação jurídica em chave crítico-determinista, em conformidade com a qual não há que separar a liberdade consubstanciada na imputabilidade e o determinismo causal, mas reconhecê-los como compossíveis, quando mais não seja porque, para efeitos (contra)motivacionais, aquela é uma espécie deste" (Trecho da Introdução). "Enfim, trata-se de uma contribuição essencial para todos aqueles que pretendem acompanhar as discussões mais atuais de teoria do direito, filosofia do direito e filosofia do direito penal. Aponta para novos caminhos a partir de autores consagrados, abrindo uma importante senda de investigação que muito pode auxiliar as discussões contemporâneas a respeito da imputação jurídica, em especial as de caráter penal, notadamente em frente aos desafios que as novas ciências cognitivo-comportamentais oferecem às teorias penais clássicas" (Trecho do Prefácio).
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length26 hrs 58 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 25, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
152.3 Terceiro ato: O fundamento de possibilidade crítico-determinista da imputabilidade jurídica (pt. 3)
2INTRODUÇÃO
16CAPÍTULO II A IMPUTABILIDADE JURÍDICA DE BASE CRÍTICO-DETERMINISTA KELSENIANA
3CAPÍTULO I A IMPUTABILIDADE JURÍDICA DE BASE CRÍTICO-DETERMINISTA SCHOPENHAUERIANA
171 Propedêutica à teoria da imputabilidade jurídica kelseniana
41 Propedêutica à teoria da imputabilidade jurídica schopenhaueriana
181.1 Mundividência de fundo: A mirada antimetafísica
51.1 Mundividência de fundo: A metafísica da Vontade enquanto asseidade, caráter inteligível, responsabilidade metafísico-moral e justiça eterna
191.2 Premissa antropológica: O dualismo imanente vontade de dominar-vontade de conhecer
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61.2 Premissa antropológica: O dualismo imanente sujeito volitivo-sujeito cognoscente
201.3 Enquadramento social: A TPD ou O direito positivo, o Estado e a(s) comunidade(s) em dever-ser
71.3 Enquadramento social: O “onde está o ser humano está a sociedade, onde está a sociedade está o direito” `a la Schopenhauer
211.4 Ideia de justiça: Sob o signo do relativismo democrático
81.4 Ideia de justiça: Sob o signo de um jusnaturalismo compassivo
222 A teoria da imputabilidade jurídica kelseniana
92 A teoria da imputabilidade jurídica schopenhaueriana
232.1 Primeiro ato: A origem imputativo-retributivista do determinismo causal
102.1 Primeiro Ato: A quadrúplice raiz do determinismo (rectius: do princípio de razão suficiente) (pt. 1)
242.2 Segundo ato: A matização kelseniana do determinismo causal
112.1 Primeiro Ato: A quadrúplice raiz do determinismo (rectius: do princípio de razão suficiente) (pt. 2)
252.3 Terceiro ato: O fundamento de possibilidade crítico-determinista da imputabilidade jurídica (pt. 1)
122.2 Segundo ato: A matização schopenhaueriana do determinismo causal em geral
262.3 Terceiro ato: O fundamento de possibilidade crítico-determinista da imputabilidade jurídica (pt. 2)
132.3 Terceiro ato: O fundamento de possibilidade crítico-determinista da imputabilidade jurídica (pt. 1)
27CAPÍTULO III VISTA D’OLHOS SOBRE O FUNDAMENTO DE VALIDADE MATERIAL (i.e., FUNDAMENTO IDEOLÓGICO) DA IMPUTABILIDADE JURÍDICA DE BASE CRÍTICO-DETERMINISTA EM SCHOPENHAUER E KELSEN
142.3 Terceiro ato: O fundamento de possibilidade crítico-determinista da imputabilidade jurídica (pt. 2)
28CONCLUSÃO