
Mature
Length12h 40m
About this audiobook
VOCÊ APRENDERÁ, COM ESTE LIVRO: ✓ o sistema lógico e simples que é o direito penal; ✓ as normas penais da Constituição Federal; ✓ a origem dos nomes dados aos institutos do nosso sistema de direito penal; ✓ os institutos fundamentais do crime; ✓ o instituto fundamental da culpabilidade; ✓ os institutos fundamentais da norma penal; ✓ a aplicar as leis penais a casos concretos; ✓ a calcular a pena a ser aplicada (a "dosimetria da pena"), por meio de exemplos práticos; ✓ a identificar os erros de decisões judiciais já proferidas. Álvaro Sérgio Amorim de Souza. Para você, minha filha, Clara Pinheiro Amorim.
Audiobook details
GenreEducation and Learning, Politics and Government
Length12 hrs 40 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJan 9, 2026
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
625.1.1. A ação e a omissão
2CAPÍTULO I: QUER APRENDER DIREITO PENAL? LIVRE-SE DAS IDEOLOGIAS!
635.1.2. A vontade e a consciência
31. Você sabe o que é ciência?
645.1.3. A omissão segundo o sistema de direito penal brasileiro
42. Ciência ou é universal ou não é ciência
655.1.4. O dolo: 5.1.4.1. O dolo eventual
53. O que é um sistema?
665.1.5. A culpa
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64. A Filosofia conceitua “princípio”
675.1.5.1. Os elementos da conduta culposa
75. As faculdades de direito
685.1.5.2. A culpa com previsão e o dolo eventual: diferenças
86. A importância do conhecimento da língua portuguesa para a compreensão do sistema de direito penal brasileiro
695.1.5.3. A inexistente “culpa imprópria”
97. A ideologia chamada de “teoria das normas”
705.1.6. A preterintencionalidade (o denominado crime “preterdoloso”)
108. A ideologia chamada de “principiologia”
715.1.7. Toda conduta humana tem uma finalidade: 5.1.7.1. A finalidade da conduta omissiva
119. O parasita “principiologia” deve ser extirpado
725.1.8. O itinerário do criminoso na conduta dolosa
129.1. “Insignificância” ou “bagatela”: 9.1.1. A teoria das janelas quebradas
735.1.8.1. A execução da conduta dolosa
139.2. “Proteção de bens jurídicos”
745.1.8.2. A consumação da conduta dolosa
149.3. “Alteridade”
755.1.9. A tentativa da conduta dolosa
159.4. “Confiança”
765.1.10. O crime impossível
169.5. “Adequação social”
775.1.11. A desistência voluntária
179.6. “Intervenção mínima”
785.1.12. O arrependimento eficaz
189.7. “Proporcionalidade”
795.1.13. O arrependimento posterior
199.8. “Ofensividade” ou “lesividade”
805.2. Todo crime tem um resultado: 5.2.1. O resultado advindo de causa independente
2010. A ideologia das “funções do direito penal”
815.3. A tipicidade: 5.3.1. O erro de tipo
2110.1. “Proteção de bens jurídicos”
825.4. A ilicitude: 5.4.1. Licitude de condutas penalmente típicas
2210.2. “Instrumento de controle social”
83CAPÍTULO IV: OS INSTITUTOS DA NORMA PENAL BRASILEIRA
2310.3. “Garantia”
841. A lei inventada pelo homem e a lei descoberta por ele
2410.4. “Educação ético-social”
852. O processo de invenção da lei brasileira
2510.5. “Simbolismo”
863. O sistema da lei: maior garantia de segurança jurídica
2610.6. “Promoção ou transformação social”
874. A estrutura lógica da norma incriminadora brasileira
2710.7. “Motivação”
885. As leis incriminadoras e as leis não incriminadoras: 5.1. Espécies normativas incriminadoras
2810.7.1. A teoria econômica do crime
896. Os pactos internacionais
2910.7.2. O homem não é produto do meio. O homem faz o meio!
907. A aplicação da lei criminal
3010.8. “O pai” das ideologias: o relativismo
917.1. A subsunção: o procedimento correto para a aplicação da lei criminal
3111. A aristocracia judicial brasileira: 11.1. A extinção do STF e do STJ
927.2. Sentença penal condenatória que aplicou a lei criminal às condutas, mediante o procedimento da subsunção
3212. Ministério Público para rir e chorar
937.3. Normas gerais e normas especiais
3313. Uma nova Constituição: 13.1. Proposta de uma nova Constituição para o Povo Brasileiro
947.4. Aspectos temporais da norma criminal
34CAPÍTULO II: O SISTEMA DE DIREITO PENAL BRASILEIRO É LÓGICO E SIMPLES
957.4.1. A vigência da lei criminal
351. As erradas “definições” do nosso sistema de direito penal
967.4.2. A sucessão das leis criminais no tempo
362. Os termos “penal” e “criminal”
977.4.3. A determinação da lei criminal mais favorável
373. O conceito do direito penal brasileiro
987.4.4. A lei criminal excepcional e a lei temporária
384. O conceito de fonte
997.4.5. A lei penal remissiva
394.1. A fonte do sistema de direito criminal brasileiro
1007.4.6. O tempo do crime
404.2. O art. 4º da LINDB
1017.4.7. O lugar do crime
414.2.1. Os costumes
1027.4.8. Pena cumprida no Exterior
424.2.2. Os chamados “princípios gerais de direito”
1037.4.9. Eficácia da sentença estrangeira no Brasil: 7.4.9.1. Outros efeitos da sentença condenatória estrangeira homologada pelo STJ
434.2.3. A técnica da analogia
1047.4.10. A contagem do prazo penal: 7.4.10.1. Frações não computáveis da pena
445. As regras penais na Constituição Federal
1057.4.11. Cálculo da pena a ser aplicada (a “dosimetria ou dosagem da pena”): 7.4.11.1. A primeira fase da “dosimetria da pena”: a pena-base
455.1. A regra da reserva legal
1067.4.12. Legislação especial
465.2. A regra da anterioridade da lei penal
1077.4.13. O ilusório “conflito de regras”
475.3. A regra da taxatividade da lei incriminadora
1087.4.14. Os inúteis “critérios” para a aplicação da legislação penal ao caso concreto: “consunção”, “especialidade”, “subsidiariedade” e “alternatividade”
485.4. A regra da retroatividade da lei penal mais favorável ao réu (ou ao condenado)
109CAPÍTULO V: A CULPABILIDADE
495.5. A regra da individualização da pena
1101. Comentários iniciais
505.6. A regra da intranscendência da pena ou da pessoalidade da sanção penal
1112. A culpa: a pessoa humana culpável
515.7. A regra da proibição de dupla imputação pela mesma conduta (ne bis in idem)
1123. O conceito de culpabilidade no nosso sistema de direito penal
525.8. A regra da presunção de não culpabilidade (presunção de inocência)
1134. Regras que mostram a culpabilidade como elemento da pena
535.9. A regra da inimputabilidade penal da pessoa menor de dezoito anos de idade
1145. Culpabilidade: o elemento nuclear da pena
545.10. A regra da defesa pessoal
1155.1. Fundamento da pena
55CAPÍTULO III: OS INSTITUTOS DO CRIME NO SISTEMA DE DIREITO PENAL BRASILEIRO
1165.2. Medida e limite da pena
561. A diferença entre crime e contravenção penal segundo a Lei de Introdução do Código Penal e da Lei das Contravenções Penais
1175.3. Escolha da pena e do regime
572. Etimologia da palavra “crime”
1185.4. Os pressupostos da culpabilidade
583. Dimensão abstrata e geral do crime
1195.4.1. A imputabilidade
594. Dimensão concreta e específica do crime
1205.4.1.1. A actio libera in causa (Código Penal, art. 28, inciso II)
605. A estrutura do crime no sistema de direito penal brasileiro
1215.4.2. A potencial consciência da ilicitude: o dever de saber
615.1. A conduta humana
1225.4.3. A exigibilidade de conduta diversa: os limites do heroísmo