
A utilização das novas tecnologias no Direito do Trabalho após a reforma trabalhista
By Jamila Wisóski Moysés EtchezarLength6h 1m
About this audiobook
A utilização de novas tecnologias envolve a assimilação de uma cultura empresarial em que haja a integração entre as propostas de modernização tecnológica e racionalização. Nem sempre o uso de novas tecnologias é apenas um processo técnico na medida em que pressupõe uma nova orientação no controle do capital, no processo produtivo e na qualificação da força de trabalho.
O uso imoderado da tecnologia, visando somente ao aumento da produtividade e consequentemente do lucro, aponta para a eliminação de postos de trabalho nos setores industriais equipados com novas tecnologias, reduzindo a força de trabalho empregada.
Além disso, muitos processos de terceirização promovem a precarização da força de trabalho, visando apenas ao pagamento mais baixo de salários e à falta de responsabilidade direta dos empregadores com os empregados. Assim, o processo de terceirização adotado nas indústrias é promovido para obter racionalização do processo produtivo, diminuir gastos sociais e aumentar a produtividade.
Dessa forma, é possível constatar que, para que haja um saudável desenvolvimento econômico e social, as relações de trabalho e os meios tecnológicos precisam caminhar juntos, para assegurar uma melhor otimização do trabalho e maior eficiência sem se esquecer do bem-estar social e das garantias dos direitos dos trabalhadores, fundamental à vida com dignidade.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length6 hrs 1 min
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 25, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
184.2 ESTADO DA ARTE
21. INTRODUÇÃO: EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÃO E PLATAFORMAS NA SOCIEDADE DIGITAL
194.2.1 União Europeia: O debate atual no cenário europeu
3CONTENT APPLICATION PROVIDERS (CAPS) E PLATAFORMAS OVER THE TOP (OTTS)
204.2.2 Coreia do Sul
4ASSIMETRIA DO PODER DE BARGANHA EM MERCADOS DIGITAIS
21Aspectos legislativos
52. NOVOS ASPECTOS CONCORRENCIAIS DO MERCADO DE TELECOMUNICAÇÕES NA ERA DIGITAL
22O caso Netflix v. SK Broadband
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62.1 DO MARCO CIVIL DA INTERNET AO SURGIMENTO DAS OTTS: CONSIDERAÇÕES SOBRE OS DIFERENTES CONTEXTOS CONCORRENCIAIS
23Principais conclusões
7Contexto concorrencial durante os debates do Marco Civil da Internet
24Fact checking: Google e Netflix
8O contexto concorrencial atual e as big tech
254.2.3 Estados Unidos: Desenvolvimento legislativo
92.2 REPERCUSSÕES CONCORRENCIAIS DO FAIR SHARE NA NOVA CONJUNTURA DOS MERCADOS DIGITAIS
264.3 FAIR SHARE E MECANISMOS DE CONTRIBUIÇÃO
103. NEUTRALIDADE DA REDE
274.3.1 Fundos como mecanismos de compensação indireta: Considerações sobre a ineficiência do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST)
113.1 HISTÓRICO E DEFINIÇÕES CONCEITUAIS
284.3.2 Mecanismos diretos de compensação
12A neutralidade da rede nos Estados Unidos
294.3.3 A competência da Anatel para a supervisão das negociações de fair share
13A neutralidade da rede na União Europeia
305. ASPECTOS SOCIAIS DAS TELECOMUNICAÇÕES NO CENÁRIO DIGITAL
14Histórico e desenvolvimento da neutralidade da rede no Brasil: Considerações sobre o processo legislativo do Marco Civil da Internet (MCI)
315.1 “CONECTIVIDADE SIGNIFICATIVA” COMO PALAVRA-CHAVE
153.2 PERSPECTIVAS PARA A NEUTRALIDADE DE REDE: DISCUSSÕES ATUAIS E A NECESSIDADE DE REVISÃO DO CONCEITO
325.2 O PAPEL DA INFRAESTRUTURA NA INCLUSÃO DIGITAL BRASILEIRA
164. FAIR SHARE EM PERSPECTIVA COMPARADA
335.3 AS PROPOSTAS DE FAIR SHARE ENQUANTO POLÍTICAS DE INCLUSÃO DIGITAL E A RESPONSABILIDADE DOS GRANDES CONSUMIDORES
174.1 CONCEITO
346. CONSIDERAÇÕES FINAIS