
O Serviço Social na previdência social brasileira
as ofensivas do capital e as resistências coletivasBy Júlio César Lopes de JesusLength23h 39m
About this audiobook
Este livro resgata a longa história do Serviço Social na previdência social brasileira ao longo de quase oito décadas. Mas, afinal, o que é o Serviço Social na previdência social brasileira? De que forma esse serviço previdenciário tem atuado junto ao Estado, à classe patronal e aos trabalhadores ao longo desses anos? Quais as principais mudanças ocorridas e que culminaram no seu atual projeto profissional dentro da previdência social? E, finalmente, a quem o Serviço Social tem servido e como isso vem contribuindo para determinar a sua continuidade na previdência social brasileira? Responder a essas questões contribui para compreender criticamente os reais motivos que levaram a duas tentativas concretas de extinção desse serviço previdenciário na maior política pública do país. As ações de viabilização da extinção desse serviço previdenciário também se desdobram em outras iniciativas governamentais no bojo de um processo reiterativo de desmonte da própria previdência enquanto política de seguridade social no Brasil. Resistir a esse processo de extinção só foi possível porque, nos anos 1990, o Serviço Social na previdência assume um projeto profissional explicitamente voltado para a defesa de direitos dos trabalhadores no país. Um livro atual e imprescindível para conhecer em profundidade o papel do Serviço Social na previdência pública e para instigar as lutas em defesa de direitos essenciais na vida de milhões de trabalhadores e trabalhadoras.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length23 hrs 39 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateApr 3, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
243.2.2.3 O Encontro Regional de Assistentes Sociais do INSS do Nordeste e o “Documento BASE”: a contribuição crítica dos profissionais da Região para barrar o avanço da habilitação no país
2INTRODUÇÃO
253.3 GERENCIALISMO TECNOCRÁTICO E A REAFIRMAÇÃO DO PROJETO DE GESTÃO CONSERVADORA PARA O SERVIÇO SOCIAL NO INSS
3CAPÍTULO I DETERMINAÇÕES SÓCIO-HISTÓRICAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL E DO SERVIÇO SOCIAL NO CAPITALISMO CENTRAL E DEPENDENTE
263.3.1 O Manual Técnico do Serviço Social na Previdência Social (2010-2012)
41.1 CONSIDERAÇÕES SÓCIO-HISTÓRICAS SOBRE O SURGIMENTO DA PREVIDÊNCIA NO CENTRO E NA PERIFERIA DO CAPITALISMO MUNDIAL
273.3.2 “Encontro de Itamaracá”: o resgate da inspiração da Matriz Teórico-Metodológica do Serviço Social esbarra no autoritarismo conservador da gestão do INSS
51.2 A PREVIDÊNCIA SOCIAL NO BRASIL: PARTICULARIDADES E DETERMINAÇÕES SÓCIO-HISTÓRICAS DE SUA ORIGEM E DESENVOLVIMENTO INICIAL EM UM CONTEXTO DE EMERGÊNCIA DA QUESTÃO SOCIAL
283.3.3 O ataque da gestão do INSS aos “desalinhados” e as formas de intervenção no Serviço Social
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61.3 O SERVIÇO SOCIAL COMO ESPECIALIZAÇÃO DO TRABALHO E SUA RELAÇÃO COM A POLÍTICA DE PREVIDÊNCIA SOCIAL NO BRASIL
293.3.4 As novas determinações do processo de trabalho dos assistentes sociais e a tentativa de descaracterização do Serviço Social na previdência social
71.4 AS ORIGENS E DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA BRASILEIRA ENTRE AS DÉCADAS DE 1940 E 1980
303.3.5 A intensificação do processo organizativo de luta da categoria dos assistentes sociais no INSS
81.4.1 Particularidades da origem e implantação do Serviço Social na previdência entre as décadas de 1940 e 1950
313.3.5.1 O II Seminário Nacional de Serviço Social na previdência social
91.4.2 Ditadura, Serviço Social e lutas pela democratização do país
323.3.5.2 A greve nacional dos trabalhadores do INSS em 2015: processos de articulação, lutas coletivas e a participação dos assistentes sociais
101.4.3 O Serviço Social na previdência entre o início da ditadura civil-militar e as lutas pela democratização do país nos anos 1980 (pt. 1)
333.3.5.3 A CONASF na condição de núcleo organizador dos assistentes sociais na luta em defesa do Serviço Social na previdência
111.4.3 O Serviço Social na previdência entre o início da ditadura civil-militar e as lutas pela democratização do país nos anos 1980 (pt. 2)
34CAPÍTULO IV UM CAPÍTULO À PARTE: O GOVERNO TEMER E SEUS IMPACTOS PARA A PREVIDÊNCIA PÚBLICA E O SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA
12CAPÍTULO II OS ANOS 1990 E A “ROTA DE COLISÃO”: O PROJETO NEOLIBERAL, O MOVIMENTO DE CONTRARREFORMA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL E SEUS REBATIMENTOS NO SERVIÇO SOCIAL
354.1 O PRIMEIRO PASSO DA CONTRARREFORMA DO GOVERNO TEMER: A MEDIDA PROVISÓRIA Nº 726 E O DESMONTE DA ESTRUTURA POLÍTICO-ADMINISTRATIVA DA PREVIDÊNCIA SOCIAL NO BRASIL
132.1 BRASIL EM TEMPO DE CONTRARREFORMA: O CENÁRIO NACIONAL NOS GOVERNOS DE COLLOR (1990-1992) A CARDOSO (1995-2002)
364.2 REESTRUTURAÇÃO PRODUTIVA E O AVANÇO DO AUTORITARISMO: O VERNIZ DE “MODERNIDADE” E A GESTÃO DO CAOS A PASSOS LARGOS PARA O ESFACELAMENTO DO INSS
142.2 O INÍCIO PROGRAMÁTICO DA OFENSIVA NEOLIBERAL CONTRA A PREVIDÊNCIA SOCIAL BRASILEIRA E SEUS REBATIMENTOS NO SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA
374.3 A INTENSIFICAÇÃO DAS FORMAS COMBINADAS DE TENDÊNCIAS REGRESSIVAS DE EXTINÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL
152.2.1 O paradoxo entre a guinada crítica do Serviço Social na previdência e o avanço do neoliberalismo no Brasil
384.3.1 A “tendência regressiva técnica” como mecanismo de intervenção e ingerência nas atribuições privativas dos assistentes sociais no INSS: 4.3.1.1 A produção normativa institucional sobre o processo de trabalho dos assistentes sociais e o controle de suas atividades externas
162.2.2 O adeus ao Serviço Social na previdência social? A tentativa de extinção, sua reversão e as incidências autoritárias contra o projeto profissional defendido pela Matriz entre 1998 e 2002
394.3.2 As consequências da “tendência regressiva ética” para a organização institucional do Serviço Social na previdência
17CAPÍTULO III AVANÇOS E RETROCESSOS NOS GOVERNOS PETISTAS
404.3.3 Os limites impostos pela “tendência regressiva financeira” para a viabilização das ações do Serviço Social na previdência.: 4.3.3.1 Qual o significado e o impacto dessas medidas para as atividades técnicas do Serviço Social e o atendimento aos usuários do INSS?
183.1 A REAFIRMAÇÃO DO MOVIMENTO CONTRARREFORMISTA E A MANUTENÇÃO DO CONSERVADORISMO NA GESTÃO DO INSS
414.3.4 A organização e resistência permanentes ao desmonte e às tentativas de extinção do Serviço Social no INSS durante o governo Temer
193.2 A RETOMADA DO DEBATE ACERCA DA RECOMPOSIÇÃO E REORGANIZAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA DE 2003 A 2010
424.3.4.1 O I Encontro Nacional em Defesa da Previdência Social e do Serviço Social do INSS: a demarcação crítica e explícita sobre o governo Temer e os encaminhamentos da luta
203.2.1 A reversão dos impactos da tentativa de extinção e o processo de reorganização do Serviço Social na previdência
434.3.4.2 O XV CONFENASPS: direção social hegemônica e divergências internas na condução das lutas do Serviço Social na previdência
213.2.2 A tomada de assalto da DSS como expressão de um “golpe” e do acirramento das posições conservadoras na gestão do INSS
444.3.4.3 O II Encontro Nacional em Defesa da Previdência Social e do Serviço Social do INSS: a reafirmação crítica contra os processos de intervenção e desmonte na gestão da previdência social no governo Temer.
223.2.2.1 A Comissão Nacional de assistentes sociais na FENASPS: a retomada da organização das lutas da categoria pela via sindical
45CONSIDERAÇÕES FINAIS
233.2.2.2 O I Seminário Nacional de Serviço Social na Previdência Social: reflexão crítica e busca pela reorganização nacional da categoria profissional