
O Direito à Segurança na Era Virtual
as implicações para o Direito ConstitucionalBy Alex Saito RamalhoLength9h 30m
About this audiobook
A celeridade da evolução tecnológica tem provocado inúmeras alterações na sociedade, assim como a necessidade de atualização dos paradigmas jurídicos clássicos. O Estado e seus elementos, como a soberania e o território, sofrem fortes impactos em suas características, e assim, precisam ser atualizados para responderem adequadamente aos desafios decorrentes das novas tecnologias. O mundo transformou-se numa complexa teia de redes interligadas, onde a internet, além de trazer aspectos positivos, também é promotora de desafios, entre eles a vulnerabilidade dos direitos humanos. A insegurança no ciberespaço, demonstrada pela facilidade e abrangência do monitoramento de dados e controle de informações de cidadãos de qualquer Estado, torna premente a investigação da proteção do direito à segurança na era virtual. Todos podem ser objetos de controle de governos dos Estados e de grandes empresas de tecnologias, que inclusive podem atuar em conjunto. Esta obra aborda as limitações para a proteção dos direitos humanos fundamentais por parte dos Estados Nacionais e a necessidade do desenvolvimento de um modelo que esteja aberto aos instrumentos de cooperação para o enfrentamento de problemas comuns que ultrapassam as fronteiras estatais. Procurou-se perceber o diálogo entre as Cortes Constitucionais como um instrumento de cooperação para auxiliar a proteção aos Direitos Humanos, especialmente o Direito à Segurança, a partir da análise de instrumentos de cooperação.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length9 hrs 30 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 24, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
202.1.4 AS ESPÉCIES DE DIREITO À SEGURANÇA
2INTRODUÇÃO
212.2 O DIREITO À SEGURANÇA NA ERA VIRTUAL
31 CAPÍTULO I: A ERA VIRTUAL E AS MUDANÇAS NO MUNDO JURÍDICO
222.2.1 A INTERNET COMO INSTRUMENTO DE VIOLAÇÃO AO DIREITO À SEGURANÇA
41.1 PRECISÃO DE CONCEITOS INICIAIS
232.2.2 O CIBERESPAÇO COMO AMBIENTE DE VIOLAÇÃO AO DIREITO À SEGURANÇA
51.1.1 A INTERNET
242.3 OS DESAFIOS À PROTEÇÃO AO DIREITO À SEGURANÇA
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61.1.2 O CIBERESPAÇO
252.3.1 O PROBLEMA DA RELATIVIZAÇÃO DA SOBERANIA
71.1.3 A SOCIEDADE DE INFORMAÇÃO
262.3.2 O PROBLEMA DA (DES)TERRITORIALIZAÇÃO
81.1.4 O DIREITO DA INTERNET
272.3.3 O CASO EDWARD SNOWDEN COMO DEFLAGRADOR DA INSEGURANÇA
91.2 A INTERNET E AS MUDANÇAS NOS ELEMENTOS DO ESTADO
283 CAPÍTULO III: A COOPERAÇÃO CONSTITUCIONAL COMO FORMA DE EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SEGURANÇA
101.2.1 A SOBERANIA NA ERA VIRTUAL
293.1 A NECESSIDADE DE SUPERAÇÃO DE PARADIGMAS
111.2.2 O TERRITÓRIO NA ERA VIRTUAL
303.1.1 A EVOLUÇÃO DO ESTADO CONSTITUCIONAL
121.3 A INTERNET E A APROXIMAÇÃO DO DIREITO CONSTITUCIONAL COM O DIREITO INTERNACIONAL
313.1.2 A LIMITAÇÃO DO ESTADO CONSTITUCIONAL NACIONAL
131.3.1 A VIOLAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO ÂMBITO VIRTUAL
323.2 A COOPERAÇÃO CONSTITUCIONAL COMO O FUTURO DO ESTADO?
141.3.2 A PROTEÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS NO ÂMBITO VIRTUAL
333.2.1 O PLURALISMO JURÍDICO E O FUTURO DO ESTADO
152 CAPÍTULO II: A ERA VIRTUAL E OS DESAFIOS A PROTEÇÃO AO DIREITO À SEGURANÇA
343.2.2 A VIABILIDADE DE UM ESTADO CONSTITUCIONAL COOPERATIVO
162.1 A PROTEÇÃO AO DIREITO À SEGURANÇA
353.3 A COOPERAÇÃO COMO INSTRUMENTO PARA A EFETIVAÇÃO DO DIREITO À SEGURANÇA
172.1.1 EVOLUÇÃO HISTÓRICA
363.3.1 O DIÁLOGO JUDICIAL ENTRE AS CORTES CONSTITUCIONAIS
182.1.2 NATUREZA JURÍDICA
373.3.2 O FORTALECIMENTO DO SISTEMA INTERAMERICANO DE PROTEÇÃO AOS DIREITOS HUMANOS E A ADOÇÃO DA ESTRATÉGIA INTERAMERICANA INTEGRAL PARA COMBATER AS AMEAÇAS À SEGURANÇA CIBERNÉTICA
192.1.3 A MULTIDIMENSIONALIDADE
38CONCLUSÃO