64 O Estado liberal-democrático
278 A geração dos “últimos” assimilados
74.1 Características gerais da população de Moçambique
289 O indígena e o Estado colonial
84.2 A população moçambicana segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE)
299.1 O indígena, o cidadão tardio
94.3 A economia em Moçambique
309.2 Os indígenas vistos pelos assimilados
10CAPÍTULO II OS TRÊS SUJEITOS SOCIOLÓGICOS
31CAPÍTULO III O MOÇAMBIQUE-COLÔNIA TARDO
111 As ideologias da colonização na África
321 As reformas de 1960-1970
122 O colono português como agente da colonização de Moçambique: 2.1 Os colonos portugueses na perspectiva dos assimilados
332 A exaltação de um Moçambique-colônia “integrado” e multirracial
133 Os assimilados
343 O êxodo dos colonos portugueses
143.1 Quatro sujeitossociológicas do assimilado
354 A revista Tempo e a revolução: as cartas dos leitores: 4.1 Xiconhoca, as charges que ilustravam a coluna “Carta dos Leitores”
153.1.1 O assimilado negro e mestiço
365 O aportuguesamento do assimilado na “nova sociedade”
163.1.2 O assimilado como “produto” do Estado colonial
376 A herança escolar e profissional do assimilado no “novo” Moçambique
173.1.3 O assimilado na ótica do currículo vitae
387 “Todos somos chefes”: entre o ideal de igualdade e diferenciação social
183.1.4 O assimilado negro-branco no Moçambique-independente
398 O cotidiano político da revolução e a condição identitária dos moçambicanos
194 A educação dos assimilados: entre a escola oficial e a rudimentar
409 Os “velhos” professores e os jovens “continuadores” da revolução
205 As profissões dos assimilados
41CONCLUSÃO
216 As sociabilidades dos assimilados