
Diálogo Jurídico Na Universidade
By Discentes Do Centro Universitário Católica Do TocantinsLength18h 15m
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Livro de caráter jurídico e acadêmico
Audiobook details
GenrePolitics and Government, Education and Learning
Length18 hrs 15 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 5, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1DIÁLOGO JURÍDICO NA
2Orientadores
3Universitário Católica do Tocantins (UniCatólica).
4brasileira.
5formal e outra de caráter substancial.
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6Na concepção de Fernando Capez:
7Acerca da tipicidade, com fulcro no princípio constitucional da legalidade, entende-se
8Os elementos objetivos são caracterizados por descrever a ação ou omissão propriamente
9no meio civil.
10hospital psiquiátrico ou tratamento ambulatório.
11pois em seu país é legalizado.
12DE CRIMES
13virtual comumente chamado de ciberespaço, as relações interpessoais físicas foram duramente
14ORIGEM E UTILIZAÇÃO DA INTERNET
15CompuServe, o primeiro provedor de serviços comerciais on-line, nos Estados Unidos tendo
16atualmente. É conceituada como uma grande teia de informações entrelaçadas por documentos
17internet como ela é hoje, intitulada dark web.
18O USO DAS REDES SOCIAIS E A PRÁTICA DE CRIMES CIBERNÉTICOS
19conhecimentos.
20Conforme definição dada por Luciana Zenha:
21identidade e como o objeto de estudo deste trabalho, o estupro virtual.
22computador e seus dados internos.
23CONSIDERAÇÕES SOBRE ESTUPRO
24considerado libidinoso poderá ser visto como estupro.
25Conforme diz Guilherme Nucci:
26desejo da realização de atos sexuais.
27ao homem quanto à mulher.
28injúria de modo que a vítima permaneça num estado de vulnerabilidade.
29A partir dessa imensa carga de conhecimento disponível para qualquer pessoa conectada
30No pensamento de Rogerio Greco:
31ESTUPRO VIRTUAL NA LEGISLAÇÃO COMPARADA
32Post:
33admitem a hipótese desse crime no meio virtual.
34CONSIDERAÇÕES FINAIS
35Ademais, os Estados Unidos, conforme estudado neste trabalho, ainda tem muita
36vontade sexual.
37REFERÊNCIAS
38INTRODUÇÃO
39Nos próximos capítulos vamos esclarecer o conceito de crime, para depois adentrarmos
40mal virtual.
41de tais crimes.
42TEORIA GERAL DO CRIME ADOTADA PELO ORDENAMENTO BRASILEIRO
43prática.
44Por fim, o conceito de crime em sentido analítico, segundo Welzel:
45(ilicitude).
46É preciso também que a ação realizada pelo agente seja considerada culpável
47de forma contrária a ela.
48Maggio, classifica os crimes virtuais como:
49Para Jorge e Wendt:
50De acordo com Almeida: