
ANPP e defesa da vítima
políticas públicas e criminais no MPGOBy Guilherme Vicente de OliveiraLength4h 36m
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Esta obra, extraída de dissertação de mestrado profissional, une teoria e prática no trato da vítima no processo penal, pelo Ministério Público de Goiás, na construção dos acordos de não persecução penal (ANPP), com intento de melhor compreender os ajustes, sob a perspectiva das vítimas, e assim melhorar o trato institucional sobre a temática. A moderna criminologia nos indica, no pós-Segunda Guerra Mundial, momento de redescobrimento ou revalorização da vítima no processo penal com consequente construção de políticas criminais sob esse viés, a exemplo do ANPP, instituído pela Lei 13.964/2019, que confere voz às vítimas durante as tratativas de restauração dos danos decorrentes do crime. Assim, após exame de aspectos teóricos, procedeu-se pesquisa empírica conduzida pelo autor (membro do Ministério Público de Goiás) com oitiva de vítimas que passaram pelo ANPP, selecionadas segundo critérios científicos, a fim de se coletar a impressão dessas pessoas sobre o trato recebido durante o procedimento, sobretudo se este, de fato, confere a propalada revalorização criminológica. As conclusões da pesquisa empírica serviram de base para formulação de nota técnica direcionada ao Ministério Público de Goiás com sugestão de medidas para aprimoramento do trato da vítima.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length4 hrs 36 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 24, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1AGRADECIMENTOS
274.2.2. Crise do sistema tradicional x avanço do sistema consensual
2LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
284.2.3. Sistema de Justiça Penal consensual
3PREFÁCIO
294.2.3.1. Modelo consensual pacificador ou restaurativo
4INTRODUÇÃO
304.2.3.2. Modelo Consensual Negocial
5CAPÍTULO 1: ELO ENTRE VÍTIMA, CONSENSO, ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO E MINISTÉRIO PÚBLICO
315. O acordo de não persecução penal – conceito, previsão legal, fundamentos e protagonismo da vítima
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61. Noções gerais
326. Discussões conceituais
72. VÍTIMA
33CAPÍTULO 2 : MÉTODO
82.1. Conceito
341. Planejamento da pesquisa
92.2. Aspectos históricos
351.1. Introito
102.2.1. Período pré-científico
361.2. Aspecto quantitativo
112.2.2. Período científico
371.3. Aspecto qualitativo
123. Estados: Liberal, Social e Democrático de Direito – aspectos históricos, características e fundamentos
382. Pesquisa em prática
133.1. Introito
39CAPÍTULO 3: A ESTRUTURA DA ANÁLISE DOS RESULTADOS
143.2. Surgimento do Estado Liberal (absenteísta)
401. Roteiro da coleta qualitativa
153.3. Surgimento do Estado Social ou Estado do Bem-Estar
412. Resultados apresentados
163.4. Estado Democrático de Direito
422.1. Questão central da pesquisa
173.4.1. Introito
432.2. Questões periféricas
183.4.2. Fundamentos e realidade brasileira
442.2.1. Desconhecimento sobre o instituto despenalizador
193.4.3. Estado Democrático de Direito e Políticas Públicas
452.2.2. Percentual de reparação de dano obtido nos acordos
203.5. ESTRUTURAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO BRASILEIRO NO PÓS 1988 – ALINHAMENTO COM A POLÍTICA CRIMINAL DE REVALORIZAÇÃO DA VÍTIMA E FOMENTO A CONSENSUALIDADE PENAL
46CAPÍTULO 4: DISCUSSÃO
213.6. Trato Institucional do Ministério Público de Goiás em relação à vítima no bojo do acordo de não persecução penal
47CONSIDERAÇÕES FINAIS
223.7. MPGO e políticas públicas de fomento a solução consensual dos conflitos e política institucional voltada para tutela dos interesses das vítimas
48APÊNDICE A: TERMO DE CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO – TCLE
234. SISTEMAS DE JUSTIÇA CRIMINAL
49APÊNDICE B: ROTEIRO DE ENTREVISTA SEMIESTRUTURADA
244.1. Conceitos e definições
50ANEXO A: APROVAÇÃO DA PESQUISA PELO COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS
254.2. Modelos de Justiça criminal
51ANEXO B: NOTA TÉCNICA
264.2.1. Noções gerais sistêmicas