
Justiça penal e segurança territorial para indígenas nos EUA e no Brasil
uma análise comparativa jurisculturalBy Luciano Alberto FerreiraLength15h 1m
About this audiobook
A obra tem como principal justificativa as lacunas e indefinições legislativas e jurisprudenciais estatais acerca da autonomia das coletividades indígenas brasileiras nas searas da justiça penal e da segurança territorial. Para enfrentar desafio de tamanha envergadura, substituiu-se a ideia tradicional de Direito pela ideia de juriscultura proposta por Pierre Legrand, a fim de dar densidade interpretativa aos textos jurídicos e identificar as fórmulas e modelos de diversidade cultural adotados nos Estados Unidos da América e no Brasil. A obra traz, então, ao grande público um estudo de natureza comparativa, por meio do qual buscou-se no Direito estatal estadunidense, com longa e bem documentada experiência, alguns parâmetros capazes de nos ajudar a refletir sobre as possibilidades e os riscos envolvidos nesse esforço de conformação estatal dos direitos autonômicos indígenas nas áreas do direito penal e da segurança em suas terras no Brasil.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length15 hrs 1 min
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 30, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
3PREFÁCIO
41. INTRODUÇÃO
52. CONSTRUINDO OS FUNDAMENTOS ANALÍTICOS APLICÁVEIS: POR UMA MICRO COMPARAÇÃO JURISCULTURAL COMPREENSIVA DOS PLURALISMOS JURÍDICOS
Show all chaptersShow less
62.1 UMA PROPOSTA DE MICRO COMPARAÇÃO JURISCULTURAL
72.2 MULTICULTURALISMO, PLURALISMO E INTERCULTURALIDADE:CAMINHOS DO DIREITO ESTATAL NO RECONHECIMENTO DA DIVERSIDADE JURISCULTURAL
82.2.1 A formação da agenda internacional de Direitos Humanos e dos direitos autonômicos dos povos indígenas: conteúdo filosófico, evolução e limites.
92.2.2 Pluralismos jurídicos, fórmulas e modelos de diversidade: conceitos, tipologia e propostas
103. DOS ARRANJOS JURÍDICOS E JURÍDICO-ADMINISTRATIVOS DE CONFORMAÇÃO DA JUSTIÇA PENAL E SEGURANÇA TERRITORIAL PARA INDÍGENAS NOS EUA: UMA ANÁLISE DESCRITIVA.
113.1 A POLÍTICA INDIGENISTA E O DIREITO NACIONAL: O SIGNIFICADO DA CHAMADA “ERA DA AUTODETERMINAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS E TRIBAIS” PARA OS EUA
123.1.1 A era dos tratados (the treaty era)
133.1.2 A era da remoção forçada (the removal era)
143.1.3 A era da formação das reservas (the reservation era)
153.1.4. A era do loteamento de terras (the allotment era)
163.1.5 A era da reorganização indígena (the reorganization era)
173.1.6. A era da terminação (the termination era)
183.1.7 A chamada “era da autodeterminação dos povos indígenas e tribais” (the self-determination era)
193.2 A JUSTIÇA PENAL SOBRE INDÍGENAS E A SEGURANÇA EM TERRAS INDÍGENAS NOS EUA
203.2.1 As condições de coordenação
213.2.2. As limitações ao exercício da jurisdição penal para indígenas nos EUA
223.2.3 A conformação juriscultural da atuação da Navajo Nation Police
233.3 UM RELATO DA JURISCULTURA ESTADUNIDENSE
244. DOS ARRANJOS JURÍDICOS E JURÍDICO-ADMINISTRATIVOS DE CONFORMAÇÃO DA JUSTIÇA PENAL E SEGURANÇA TERRITORIAL PARA INDÍGENAS NO BRASIL: ANÁLISES DESCRITIVA, COMPARATIVA E CRÍTICA.
254.1 A POLÍTICA INDIGENISTA E O DIREITO NACIONAL: O SIGNIFICADO DA CHAMADA “ERA DA AUTODETERMINAÇÃO DOS POVOS INDÍGENAS E TRIBAIS” PARA O BRASIL
264.1.1 A era assimilacionista
274.1.2 A era da tutela estatal e das reservas
284.1.3. A era do amadurecimento político
294.1.4 A chamada “era da autodeterminação dos povos indígenas e tribais” no Brasil
304.2 A JUSTIÇA PENAL SOBRE INDÍGENAS E A SEGURANÇA EM TERRAS INDÍGENAS NO BRASIL
314.2.1 As condições de coordenação
324.2.2 As limitações ao exercício da jurisdição penal para indígenas no Brasil
334.2.3 Conformação jurídica da atuação dos grupos de vigilância indígena em Roraima
344.3 UM RELATO DA JURISCULTURA BRASILEIRA
354.4 COMPARAÇÃO E AVALIAÇÃO CRÍTICA DOS ACHADOS: POSSÍVEIS CAMINHOS PARA O PLURALISMO JURÍDICO SOCIOAMBIENTAL E INTERPRETAÇÃO INTERCULTURAL DOS DIREITOS
364.4.1 Análise comparativa
374.4.2 Análise crítica e propostas
385. CONCLUSÃO
39APÊNDICES