61.1.2 Da dissociação entre o dano e a reparação
463.1 DAS REGRAS E CONDIÇÕES DO DISCURSO NA MEDIAÇÃO
71.1.3 Negociação penal ou acordos coercitivos
473.2 RETÓRICA: A ESTRUTURA TÓPICA DA DISCUSSÃO NA MEDIAÇÃO
81.1.4 JECRIM: uma tentativa frustrada de consenso
483.3 MODELO DECISÓRIO DA MEDIAÇÃO
91.2 POR UM MODELO RESTAURATIVO DE JUSTIÇA
493.4 DA LINGUAGEM E DO USO DA EMOÇÃO NO DISCURSO
101.2.1 Das concepções de justiça restaurativa
503.5 O MANEJO DO DIREITO E O USO DO ARGUMENTO NA MEDIAÇÃO
111.2.2 Um modelo diferenciado de justiça?
513.6 DA RECONSTRUÇÃO NORMATIVA DO FATO
121.2.3 Da superação da via de mão única ou mais do mesmo?
523.7 RECONTEXTUALIZAÇÃO SIMBÓLICA E AS LIMITAÇÕES EPISTEMOLÓGICAS
132. ASPECTOS TEÓRICOS E PRÁTICOS DA MEDIAÇÃO RESTAURATIVA
533.8 UM POUCO DE DISCRICIONARIEDADE NA JUSTIÇA
142.1 TREINANDO O OLHAR: FORMAÇÃO COMO MEDIADOR
543.9 DA TRADUÇÃO DO CONFLITO NA MEDIAÇÃO: 3.9.1 A conexão entre o escrito e oral
152.1.1 Fluxo de justiça na mediação
553.10 COMUNICAÇÃO DEFICIENTE NO DEBATE DA MEDIAÇÃO
162.1.2 Eixos de análise do processo de mediação
564. LIBERDADE, IGUALDADE E RECIPROCIDADE: JUSTIÇA E EQUIDADE NA MEDIAÇÃO RESTAURATIVA
172.1.3 O iceberg e as diferentes dimensões do conflito
574.1 OS ELEMENTOS DA JUSTIÇA: LIBERDADE, IGUALDADE E RECIPROCIDADE
182.1.4 Da arquibancada para o campo
584.1.1 Justiça e igualdade
192.1.5 Processos construtivos ou destrutivos de resolução de conflitos
594.1.2 Justiça e autonomia
202.1.6 Da qualidade do programa autocompositivo
604.1.2.1 Autonomia: da moralidade à eticidade
212.1.7 Ferramentas do mediador
614.2.1.2 Autonomia, informação e decisão racional
222.1.8 Da qualidade pessoal do mediador
624.2.1.3 Autonomia, equidade e discricionariedade
232.1.9 A preparação para a sessão de mediação
634.1.3 Justiça e reciprocidade
242.1.9.1 Início da sessão de mediação
644.1.3.1 Percepções de justiça e reciprocidade
252.1.9.2 Reunião de informações
654.1.3.2 Reciprocidade ou complementariedade?
262.1.9.3 Controle do tempo
664.2 DO RACIONAL E DO RAZOÁVEL
272.1.9.4 A estética e o ambiente emocional
674.2.1 O razoável como filtro do direito
282.2 CAMPO DE PESQUISA: CEJURES-PLA
684.2.2 Razoabilidade e universalização limitada
292.2.1 Situações problemáticas a cargo do CEJURES
695. AS TRÊS DIMENSÕES DA JUSTIÇA NA MEDIAÇÃO RESTAURATIVA: O QUE É A JUSTIÇA, AFINAL?
302.2.2 Do novo tempo da mediação
705.3.1 Justiça procedimental
312.2.3 Eu não li os autos
715.3.1.1 Qualidade da decisão: querer diferente de poder
322.2.4 Das novas dimensões temáticas ou categorias discursivas
725.3.1.2 Justiça procedimental pura ou imperfeita?
332.2.5 Responsabilização moral e compromissos futuros
735.3.2 Da justiça distributiva ou do resultado
342.2.6 Do reduzir a termo: os acordos de bem viver na mediação penal
745.3.3 Justiça interacional
352.2.7 Caso batizado
755.4 POR QUE AS PESSOAS COOPERAM?
362.3 A OBSERVAÇÃO DAS AUDIÊNCIAS
765.4.1 Das diferentes formas de motivar a cooperação
372.3.1 Quando o mais é menos: uma palavra mal colocada põe tudo a perder
775.4.2 Motivação: agir moral e agir racional
382.3.2 Buzina tira juízo
785.4.3 Equilíbrio moral, reciprocidade e cooperação
392.3.3 Novela mexicana
795.5 CONSIDERAÇÕES ADICIONAIS: SOLIDARIEDADE vs. JUSTIÇA
402.3.4 Tomando as dores
80CONSIDERAÇÕES FINAIS