
O Risco nas/das Margens
a ocupação Pomar do Cafezal na sua interação com a governabilidadeBy Mayara Ferreira MattosLength9h 8m
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Por meio do olhar de uma agente de estado (oficiala de justiça), militante social (apoiadora) e pesquisadora (antropóloga), este livro propõe discutir as ações do estado-capital e as diversas faces dessas atuações no que concerne os discursos sobre a situação de risco geomorfológico constatada em laudos perito-judiciais em relação à Ocupação Pomar do Cafezal localizada no Aglomerado da Serra, Belo Horizonte/MG. Sem desconsiderar a multiplicidade de atores envolvidos, opto por um recorte em que os instrumentos técnicos de estado, a categoria/noção de risco, a produção das margens e os conflitos discursivos entre ocupantes e gestores(as)públicos(as) estão no centro da narrativa-análise.
Audiobook details
GenreBusiness and Economics
Length9 hrs 8 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJan 5, 2021
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
142.3 A ENTRADA DE NOVOS ATORES EM CENA: A (CON)FORMAÇÃO DA RESISTÊNCIA
2INTRODUÇÃO
152.3.1 A (in)governabilidade nas/das margens: o contra laudo e a perspectiva de permanência na localidade
31° ATO (EXPOSIÇÃO) OS PRIMEIROS CONTATOS DA AGENTE DE ESTADO NO CONTEXTO DA NARRATIVA
162.3.2 A rede de apoio formalizada e as diretrizes do projeto de consolidação da ocupação pela resistência
41.1 MOMENTOS DE TENSÃO E DESESPERO: OS(AS) MORADORES(AS) RELATAM A AÇÃO DOS(AS) AGENTES DA URBEL E DA DEFESA CIVIL NA OCUPAÇÃO: 1.1.2 O discurso dos(as) agentes da Urbel e da Defesa Civil quanto aos acontecimentos acima narrados
172.3.3 As estratégias de resistência e as agencialidades nas/das margens
51.2 PEQUENA PAUSA NO ENREDO: O PROCESSO DE OCUPAÇÃO DA VILA POMAR DO CAFEZAL SOB O PANORAMA DA CIDADE INFORMAL
182.3.4 Conflitos na condução do projeto político do movimento de resistência
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61.2.1 O horizonte que a nova capital delimitou como belo
193° ATO (DESENLACE) OS EXPERTS DO RISCO E A AUTORIDADE DO PODER-DIZER: O DEBATE EM TORNO DO CONCEITO/NOÇÃO DE RISCO, SUAS MOBILIZAÇÕES E INTERVENÇÕES NA ARTE DE GOVERNAR
71.2.2 Devires memoriais urbanos: O Aglomerado da Serra e a contra ordem urbanística
203.1 O RISCO SOB A PERSPECTIVA SÓCIO-ANTROPOLÓGICA
81.2.3 As vilas do Aglomerado da Serra e suas (con)formações
213.1.1 A gestão governamental dos riscos
91.2.4 A “produção da localidade” da Vila Pomar do Cafezal
223.1.2 A construção social da moradia de risco
101.3 A POLÍTICA DOS(AS) GOVERNADOS(AS): TRAJETÓRIAS DE VIDA E AS EXPERIÊNCIAS DE LUTA DOS(AS) MORADORES(AS) DA OCUPAÇÃO VILA POMAR DO CAFEZAL PARA CONSOLIDAREM O DIREITO À MORADIA
233.1.3 A fórmula do risco: o discurso técnico e a luta pela verdade
112° ATO (TRANSCURSÃO) O NÃO LUGAR DAS MARGENS: INTERVENÇÕES, SEGREGAÇÕES E DISPUTAS PELAS PRÁTICAS DO FAZER-CIDADE
243.2 AS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS: O PALCO DOS EMBATES TRAVADOS ENTRE A GESTÃO POLÍTICA INTERVENCIONISTA DO RISCO E A RESISTÊNCIA DOS SUJEITOS-OBJETOS DE INTERVENÇÃO: 3.2.1 (Re)fazendo o estado-capital por suas margens: algumas reflexões sobre a resistência da Vila Pomar do Cafezal
122.1 “ENQUANTO MORAR FOR UM PRIVILÉGIO, OCUPAR É UM DIREITO”
254 . NOTAS FINAIS DE UM PROCESSO (IN)CONCLUSO
132.2 O DIREITO À MORADIA COMO PRÁTICA POLÍTICA INSURGENTE NO CONTEXTO URBANO: 2.2.1 A emergência das ocupações urbanas na RMBH