
Das togas aos chinelos
os valores do código de vestimenta do judiciário que deturpam a imagem da justiçaBy Juliele Ribeiro CaminhaLength5h 14m
About this audiobook
A moda está presente em todas as situações da vida humana. Para sair de casa, você sempre está vestido, seja de modo voluntário, seja, em último caso, para não incorrer em atentado ao pudor.
Para a grande maioria das pessoas, a roupa se tornou uma forma de expressão da personalidade, motivo pelo qual este livro questiona até que ponto a imposição de um determinado estilo de vestimenta poderia modificar a percepção de si e, talvez, interferir de modo velado em direitos fundamentais, como o da liberdade.
Com ênfase na exigência do código de vestimenta formal do Judiciário para profissionais e jurisdicionados (cidadãos) dentro dos espaços físicos do judiciário, partindo de uma análise histórica da tradição da formalidade, passando por casos reais de profissionais e pessoas que sofreram alguma restrição em decorrência da sua roupa, questionando-se até que ponto a exigência é eficiente na atualidade ou se ela não seria pivô de uma velada afronta a direitos constitucionais por parte daquele órgão constitucionalmente incumbido de salvaguardar direitos.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length5 hrs 14 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 18, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2INTRODUÇÃO
31. AFRONTA A PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS
41.1. O CÓDIGO DE VESTIMENTA E A SUA RELAÇÃO COM O DIREITO
51.2. TRANSFORMAÇÃO DO DIREITO PELAS NOVAS NECESSIDADES
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61.3. DIGNIDADE E DIREITOS FUNDAMENTAIS NO BRASIL
71.4. GARANTIA DOS DIREITOS DE LIBERDADE
81.5. A REALIDADE POLÍTICA E AS TRANSFORMAÇÕES
91.6. A LIBERDADE E DIREITO DE PERSONALIDADE
101.7. UMA QUESTÃO DE INTERPRETAÇÃO
111.8. INFLUÊNCIA DA VESTIMENTA E O RITUAL
121.9. REALIDADE OBSERVADA
132. CÓDIGO DE VESTIMENTA E SUAS IMPLICAÇÕES JURÍDICAS E SOCIAIS
142.1. O COMPORTAMENTO DO HOMEM EM SOCIEDADE E SEUS MANUAIS
152.2. AS CONSEQUÊNCIAS DOS COSTUMES
162.3. VESTUÁRIO COMO REFLEXO DO “EU”
173. A EXIGÊNCIA DE UM CÓDIGO NÃO ESCRITO
183.1. A INTERPRETAÇÃO DO CÓDIGO DE VESTIMENTA DO JUDICIÁRIO
193.2. AS AMARRAS IMPOSTAS PELO HÁBITO
204. AS NORMAS QUE RESPALDAM A EXIGÊNCIA
214.1. ATOS ADMINISTRATIVOS E SEU ALCANCE
224.2. OS REGULAMENTOS DO CÓDIGO DE VESTIMENTA DO JUDICIÁRIO
234.3. O CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA E O CÓDIGO DE VESTIMENTA
244.4. A LIMITAÇÃO NO CASO CONCRETO
25CONSIDERAÇÕES FINAIS