
Criptoeconomia e mercado de capitais
a transformação na oferta, negociação, liquidação e custódia de valores mobiliáriosBy Rafael CostaLength12h 42m
About this audiobook
Qual é a relação entre criptoeconomia e mercado de capitais? Se existe uma relação, ela é de que tipo e qual é o papel da regulação nesse cenário? Essas perguntas deram início a um processo de pesquisa que culminou em uma dissertação de mestrado que, por sua vez, deu origem a este livro.
De início, é realizado um estudo detido sobre as estratégias regulatórias mais comumente adotadas pelos reguladores do mercado de capitais – com foco na CVM – para: (i) prevenir o risco sistêmico e proteger a poupança popular; (ii) mitigar falhas de mercado; e (iii) endereçar conflitos de interesse.
A obra então faz uma análise detida do funcionamento atual da criptoeconomia no Brasil e no mundo, para verificar de que maneira ela funciona – ou pode funcionar – como mercado de capitais, apresentando exemplos concretos. Na sequência, verifica-se quais estratégias regulatórias poderiam ser estendidas à criptoeconomia em uma eventual futura regulamentação desse mercado.
O trabalho representa um dos estudos mais detalhados do país a propósito do tema, que será cada vez mais central para o futuro do mercado de capitais nacional.
Audiobook details
GenreBusiness and Economics
Length12 hrs 42 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 9, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
2INTRODUÇÃO
3I OS ATIVOS VIRTUAIS E OS INVESTIDORES
41.1. A tecnologia e os ativos virtuais
51.2. A natureza jurídica dos principais tipos de ativos virtuais
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61.3. Os riscos que podem surgir a partir do investimento em ativos virtuais
71.4. Exposição e conhecimento dos investidores sobre o mercado de ativos virtuais
8II ATIVOS VIRTUAIS E MERCADO DE CAPITAIS: PONTOS DE CONTATO
92.1. Movimento endógeno: o mercado de capitais se expande em direção aos ativos virtuais
102.1.1. A indústria dos fundos de investimento e os ativos virtuais
112.1.2. Sandbox regulatório e equity crowdfunding: ativos virtuais como valores mobiliários tradicionais
122.2. O mercado de ativos virtuais como um mercado de capitais desregulado (ou pouco regulado)
132.2.1. Captação por meio de ICOs: mercado primário de capitais?
142.2.2. Captação das exchanges por meio de lending products
152.2.3. Tokenização como forma de investimento coletivo em dívida
162.2.4. Exchanges como administradoras de mercado secundário organizado de security tokens e a incompatibilidade do regime de pós-negociação clássico com a DLT
17TÍPICAS ESTRATÉGIAS PARA A REGULAÇÃO DO MERCADO DE CAPITAIS
183.1. As Blue Sky Laws, a Crise de 1929 e a formação de uma regulação dos mercados de capitais nos Estados Unidos
193.2. O Investment Company Act e o Investment Advisers Act: justificativas históricas para a regulação dos gestores, consultores e veículos de investimento coletivo
203.3. Em qual categoria de estratégia regulatória se encaixam os princípios de regulação da IOSCO?
213.4. Regulação do mercado de capitais brasileiro: categorizando normas tradicionais
223.4.1. A regulação das entidades administradoras de mercados organizados: Resolução CVM 135
233.4.2. A regulação dos depositários centrais, custodiantes e escrituradores: Resoluções CVM 31, 32, 33
243.4.3. A regulação das ofertas públicas e intermediários: Resolução CVM 160 e a Resolução CVM 161
253.4.4. A regulação dos fundos de investimento: Resolução CVM 175 e outras normas que regem os fundos de investimento
263.4.5. A regulação da securitização: A Lei 14.430/22, a Resolução CVM 60 e o Anexo Normativo II da Resolução CVM 175
27IV OS PRINCIPAIS PARTICIPANTES DO MERCADO DE CAPITAIS ALTERNATIVO DOS ATIVOS VIRTUAIS: FUNCIONAMENTO E JUSTIFICATIVAS PARA REGULAÇÃO
284.1. Quais seriam os prestadores de serviço análogos aos intermediários, custodiantes, administradores de mercado, depositários e emissores em um novo mercado de capitais?
294.1.1. As Exchanges de ativos virtuais
304.1.2. As emissoras de ativos virtuais que são valores mobiliários
314.1.3. Os smart contracts e a DLT: novas clearings e novos “depositários descentralizados” dos ativos virtuais
324.2. O perfil de risco dos investimentos em ativos virtuais
334.3. Falhas de mercado no mercado de ativos virtuais como mercado de capitais
34V ESTRATÉGIAS REGULATÓRIAS POSSÍVEIS PARA A REGULAÇÃO DO NOVO MERCADO DE CAPITAIS EM TORNO DOS ATIVOS VIRTUAIS
355.1. Abordagens para a regulação do mercado de ativos virtuais quando funciona como mercado de capitais
365.2. O Projeto de Lei do Senado nº 4.401/2019 (Lei nº 14.478/22)
375.2.1. Contexto histórico do Projeto de Lei nº 4.401/2019 e interações com a Comissão de Valores Mobiliários
385.2.2. Estratégias regulatórias vencedoras no âmbito da Lei nº 14.478/22 e que alterações representam para o framework regulatório aplicável aos ativos virtuais no Brasil
395.3. O Parecer de Orientação CVM nº 40, de 11 de outubro de 2022
405.4. O Ofício-Circular nº 4/2023/CVM/SSE e o Ofício-Circular nº 6/2023/CVM/SSE
415.5. O Caso do Token DYN (CVM Nº 19957.014289/2022-97)
425.6. A abordagem da Autoridade Monetária de Cingapura (MAS)
435.7. A abordagem europeia: o MiCA e o DLT Pilot Regime Regulation
445.8. A abordagem da FINMA e da legislação suíça
45VI CONCLUSÃO