6PARADIGMA DA AÇÃO COLETIVA
59Em aliança com o CSI/ASIA
7Revisão do paradigma marxista
60Outras alianças no desenvolvimento de comunidade
8Aportações gerais do paradigma da Ação Coletiva
615. REFORMA DA ASSOC. DE MORADORES (1982-85)
9O paradigma da Ação Coletiva no Brasil
62MIGALHAS DE URBANIZAÇÃO GOVERNAMENTAL
10Ação Coletiva entre cultura e política
63Expansão da rede de distribuição de água
11ESTUDO DA CULTURA POLÍTICA AO NÍVEL LOCAL
64As migalhas do saneamento básico
12Novos movimentos populares e cultura política
65Consolidação da favela no Morro
13Contribuição do estudo etnográfico na pesquisa
66ÁREA DE SAÚDE PÚBLICA NA FAVELA
14Montando um repertório de conceitos úteis
67PROJETO-BRIZOLA DE URBANIZAÇÃO: “NOVA ERA”?
15O NOVO MOVIMENTO ASSOCIATIVO LOCAL
68NOVAS LINHAS DE AÇÃO DA AMMSM
16A NOÇÃO DE COMUNIDADE
69OBSTÁCULOS AO PROCESSO DE REFORMA
172. SITUAÇÃO DA FAVELA POR VOLTA DE 1977
70Entraves à participação popular
18RETRATO PANORÂMICO
71A Nova República Local do narcotráfico
19ASSOCIATIVISMO TRADICIONAL (1941-77)
72Remando contra a correnteza
20Associativismo secular
73TUTELA DA SUBCULTURA COMUNITÁRIA (1981-85)
21Associativismo religioso
746. CRISE DA ASSOCIAÇÃO DE MORADORES (1986-88)
22Legado do associativismo tradicional
75QUAL URBANIZAÇÃO?
23NARCOTRÁFICO E JOGO DO BICHO TRADICIONAIS
76Centralidade da urbanização
24Da malandragem enrustida às bocas-de-fumo
77A batalha dos projetos de urbanização
25Interações típicas com os moradores
78Aspectos básicos da crise
26Polícia, narcotráfico e favelados
79Programa de saúde pública da AMMSM: sem crise
27Jogo do bicho pró-associativismo local
80Quando é melhor uma andorinha na mão do que...
28SEMENTES TRANSFORMADORAS
81FRACASSO DA URBANIZAÇÃO INTEGRADA
29Grupo do Jornal Eco
82Perspectivas favoráveis de implementação
30Mudanças de orientação no Colégio Santo Inácio
83Superexpansão do crime organizado
313. REDEMOCRATIZAÇÃO E URBANIZAÇÃO
84A calamidade de fevereiro de 1988
32ENSAIOS DE POLÍTICAS URBANIZADORAS (1974-79)
85A falência da Prefeitura
33Políticas sociais federais e estaduais
867. NOVAS DISPUTAS PELO CONTROLE (1988-91)
34Novas modalidades de intervenção da Igreja Católica
87ASSOCIAÇÃO DE MORADORES VALE A PENA?
35Ampliação de políticas participacionistas
88De dúvida tática a questionamento estratégico
36QUADRO CONJUNTURAL DOS ANOS 80
89A nova oposição local
37Proposta municipal de urbanização de favelas
90Campanha oficial para as eleições locais
38Ensaios de urbanização integral de favelas
91AMMSM NA GESTÃO DA CHAPA AMARELA (1988-91)
39A Prefeitura democrática do Governo Saturnino
92Vitórias e derrotas embaralhadas
40A PROPOSTA DE URBANIZAÇÃO INTEGRADA (SMDS)
93Desempenho da nova administração local
41Penúria financeira dos programas municipais
94Reorientação do programa de urbanização local
42Programa de urbanização integrada da Santa Marta
95AMMSM imersa no campo de batalhas do narcotráfico
434. LUTA PELO CONTROLE DA A.M. (1978-81)
96AGONIA DA SUBCULTURA COMUNITÁRIA LOCAL
44NO FINAL DA GESTÃO S.F. (1978)
97Esvaziamento dos mutirões comunitários
45Primeiros confrontos de poder local
98Perplexidade dos agentes comunitários
46Assembleia popular e eleições locais
99CONSIDERAÇÕES FINAIS
47NA GESTÃO C.L. (1979-80)
100REESTRUTURAÇÃO DO GRUPO ECO (1988-91)
48Diretrizes da gestão C.L.
101Primado da cultura e da educação popular
49Rompimento da aliança C.L. - Grupo Eco
102Associação voluntária estatutária
50Aspirações democrático-populares X autoritarismo
103DENSIDADE DO CASO ESTUDADO
51Entrada da Light e derrocada da gestão C.L.
104REPOLITIZAÇÃO DO ASSOCIATIVISMO LOCAL
52NA GESTÃO F.J. (1981)
105ESPERANÇA POLÍTICA X VIOLÊNCIA
53Grupo Eco na trilha do poder local