
Chutes de Transferência no Manuseio de Minérios
do Empirismo às Simulações Avançadas aplicando o Método dos Elementos Discretos (DEM)By Guilherme Pereira de OliveiraLength4h 46m
About this audiobook
Um guia indispensável a todo profissional que trabalha com projeto/manutenção de chutes de transferência. Extremamente útil para quem deseja dar os primeiros passos no mundo das simulações avançadas aplicando o método dos elementos discretos (DEM), tal qual para os que já o utilizam como ferramenta de engenharia
Embasada em uma rica bibliografia, esta obra é um compartilhamento dos erros e aprendizados de um profissional que dedicou sua carreira ao tema, realizando dezenas de simulações de chutes aplicando DEM. Nela você encontrará:
Revisão da Literatura sobre Chutes: base sólida para o entendimento de qualquer discussão sobre chutes. Revisão bibliográfica do estado da técnica em chutes, apresentando seus principais componentes, sua classificação, boas práticas de projeto e conceitos de vanguarda.
Método dos Elementos Discretos: revisão completa sobre o popular DEM, com suas origens e evolução com o tempo. Desmistificando o que há por trás do DEM, apresenta os modelos e parâmetros de contato encontrados nos principais softwares comerciais com uma discussão sobre limitações e principais desafios. Inclui exemplos da literatura sobre DEM aplicados à simulação de chutes.
Metodologia para Calibração de Parâmetros: guia prático para calibração de parâmetros de contato, com discussão sobre sensibilidade de parâmetros ou forma construtiva de chutes.
Exemplos Práticos da Aplicação de DEM: exemplos da aplicação de DEM na resolução de problemas reais de engenharia resolvidos pelo autor.
Audiobook details
GenreTechnology
Length4 hrs 46 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateFeb 9, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
474. METODOLOGIA PARA CALIBRAÇÃO DE PARÂMETROS DE CONTATO
21. INTRODUÇÃO
484.1. SELEÇÃO DO MINÉRIO DE FERRO
32. REVISÃO DA LITERATURA SOBRE CHUTES
494.2. SELEÇÃO DAS SUPERFÍCIES DE CONTATO
42.1. CHUTES DE TRANSFERÊNCIA TRADICIONAIS
504.3. PREMISSAS E DEFINIÇÕES PARA CALIBRAÇÃO
52.1.1. CHUTE SUPERIOR
514.4. CARACTERIZAÇÃO GRANULOMÉTRICA
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62.1.2. CHUTE INFERIOR OU SEÇÃO DE QUEDA
524.5. DENSIDADE APARENTE
72.1.3. BANCADA FINAL OU SEÇÃO DE IMPACTO
534.6. ENSAIOS DE BANCADA E TESTES EM ESCALA PILOTO
82.1.4. BOTA OU SEÇÃO DE ACOMODAÇÃO
544.6.1. ENSAIO DE FORMAÇÃO DE PILHA: 4.6.1.1. Resultados Ensaio de Formação de Pilha
92.1.5. CHAPAS DE DESGASTE
554.6.2. ENSAIO DO PLANO INCLINADO: 4.6.2.1. Resultados Ensaio do Plano Inclinado
102.1.6. SONDAS DE ENTUPIMENTO
564.6.3. ENSAIO DE MANUSEIO DINÂMICO: 4.6.3.1. Resultados Ensaio de Manuseio Dinâmico
112.1.7. JANELAS DE INSPEÇÃO
574.6.4. ENSAIO DE TAMBORAMENTO: 4.6.4.1. Resultados Ensaio de Tamboramento
122.1.8. CONFIGURAÇÕES ESPECIAIS
584.6.5. TESTES EM ESCALA PILOTO: 4.6.5.1. Resultados Testes em Escala Piloto
132.2. TIPOS DE CHUTES
594.7. REPRODUÇÃO EM AMBIENTE VIRTUAL
142.3. BOAS PRÁTICAS NO PROJETO DE CHUTES
604.7.1. ENSAIO DE FORMAÇÃO DE PILHA
152.4. CÁLCULO DE TRAJETÓRIA
614.7.2. ENSAIO DO PLANO INCLINADO
162.5. CHUTES DE FLUXO PROJETADOS: 2.5.1. ANÁLISE DO FLUXO PROJETADO
624.7.3. ENSAIO DE MANUSEIO DINÂMICO
173. MÉTODO DOS ELEMENTOS DISCRETOS
634.7.4. ENSAIO DE TAMBORAMENTO
183.1. PRINCIPAIS SOFTWARES E APLICAÇÕES
644.7.5. RESULTADOS DAS CALIBRAÇÕES: 4.7.5.1. Resultado Calibração Bulk Flow Analyst™
193.2. ORIGEM E EVOLUÇÃO DO DEM
654.7.6. VALIDAÇÃO EM ESCALA PILOTO
203.3. DIFERENCIAÇÃO ENTRE TÉCNICAS
664.8. VALIDAÇÃO EM ESCALA INDUSTRIAL
213.4. CÁLCULO DO MOVIMENTO DAS PARTÍCULAS
674.8.1. SELEÇÃO DE CHUTE DE TRANSFERÊNCIA
223.5. PASSO DE TEMPO APROPRIADO
684.8.2. METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DAS SIMULAÇÕES
233.6. FORÇAS ENVOLVIDAS NO DEM
694.8.3. RESULTADO DA VALIDAÇÃO EM ESCALA INDUSTRIAL
243.6.1. FORÇAS DE VAN DER WAALS
704.9. ANÁLISE DE SENSIBILIDADE DE PARÂMETROS
253.6.2. FORÇAS ELETROSTÁTICAS
714.9.1. SENSIBILIDADE DOS PARÂMETROS DE CONTATO
263.6.3. PONTES LÍQUIDAS
724.9.1.1. Diferença entre Modelos de Rolamento
273.7. MODELOS DE CONTATO
734.9.1.2. Variação do Tamanho da Partícula
283.7.1. MODELO MOLA LINEAR
744.9.1.3. Variação do Coeficiente de Coesão
293.7.2. MODELO HERTZ PARA FORÇA NORMAL
754.9.1.4. Variação do Coeficiente de Atrito
303.7.3. MODELO MINDLIN E DERESIEWICZ PARA FORÇA TANGENCIAL
764.9.2. SENSIBILIDADE DOS PARÂMETROS OPERACIONAIS DO CHUTE
313.7.4. COMPARAÇÃO ENTRE MODELOS
774.9.2.1. Variação do Tamanho das Bancadas Laterais
323.7.5. MODELO ELÁSTICO ADESIVO
784.9.2.2. Variação da Inclinação da Rampa Traseira
333.7.6. MODELOS DE RESISTÊNCIA AO ROLAMENTO
795. EXEMPLOS PRÁTICOS DA APLICAÇÃO DE DEM
343.8. DETECÇÃO DE CONTATO
805.1. CORREÇÃO DE QUEDA DESCENTRALIZADA NA CORREIA
353.9. FORMATO DE PARTÍCULAS
815.2. AJUSTE EM POSICIONAMENTO DE SONDA DE ENTUPIMENTO
363.10. TAMANHO DAS PARTÍCULAS
825.2.1. FLUXO CONTÍNUO
373.11. SOFTWARES COMERCIAIS
835.2.2. FLUXO INTERROMPIDO (ENTUPIMENTO)
383.11.1. BULK FLOW ANALYST™
845.3. ELIMINAÇÃO DE RESTRIÇÃO EM CHUTE (ENTUPIMENTO)
393.11.2. EDEM™
855.3.1. CONDIÇÃO DE PROJETO
403.11.3. ROCKY
865.3.2. REMOÇÃO DO COMPLEMENTO DA SEÇÃO
413.12. CALIBRAÇÃO DE PARÂMETROS
875.3.3. NOVA CONCEPÇÃO DE RAMPA TRASEIRA
423.12.1. COMPORTAMENTO DE GRANÉIS SÓLIDOS
885.4. VERIFICAÇÃO DA MOVIMENTAÇÃO DE CABEÇA MÓVEL
433.12.2. MÉTODOS PARA CALIBRAÇÃO DE PARÂMETROS DE CONTATO
895.5. OTIMIZAÇÃO DE DEFLETORA PARA ESTIVAGEM DE CARGA
443.13. DEM APLICADO A CHUTES DE TRANSFERÊNCIA
905.5.1. AVALIAÇÃO DA DEFLETORA EXISTENTE
453.13.1. DESGASTE EM CHUTES DE TRANSFERÊNCIA
915.5.2. NOVA DEFLETORA PROPOSTA
463.13.2. ACOPLAMENTO COM OUTRAS TÉCNICAS
926. CONCLUSÃO