
Sujeito Indeterminado e seus "eus"
graus de subjetividade em estruturas de indeterminaçãoBy Fábio Marçal da FonsecaLength2h 40m
About this audiobook
Quem nunca exclamou "isso não faz sentido pra mim" ao se deparar com esse tal sujeito indeterminado?
Como explicar que o sujeito é indeterminado em "precisa-se de casa", mas não em "aluga-se casa"?
Como nossa cognição identifica a diferença no uso das estruturas de indeterminação, como em "falava-se de você" e "falavam de você"? Se há duas estruturas paradigmáticas na gramática normativa, quando se usa cada uma delas? Por que não usar apenas uma estrutura em vez de duas, já que, por teoria, ambas teriam a mesma função?
Dilemas como esses fazem a gramática da língua ser vista como uma disciplina incoerente, desmotivando seu estudo e sua análise, já que muitas explicações não fazem sentido para o estudante do idioma.
Neste trabalho - que foi a dissertação de mestrado do autor - o professor Fábio Marçal da Fonseca descreve, sob a perspectiva da linguística cognitiva, como nosso cérebro constrói as cenas desencadeadas pela codificação das palavras nas estruturas de indeterminação.
Nosso cérebro diferencia ambas as estruturas? É possível determinar o sujeito dito indeterminado? O cérebro privilegia o uso de uma estrutura em detrimento de outra? Se sim, em que situações? Em que contexto linguístico?
Fábio mostra que é possível sim compreender o conceito de sujeito indeterminado em sua profundidade linguística.
Com a compreensão em mãos, o estudante volta a ter o prazer e a motivação de estudar a língua, já que agora sujeito indeterminado "faz sentido pra mim".
Audiobook details
GenreOther
Length2 hrs 40 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 1, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
144 METODOLOGIA
21 INTRODUÇÃO
154.1. BANCOS DE DADOS
32 PRESSUPOSTOS TEÓRICOS
164.2. DELIMITAÇÃO DO OBJETO DE ESTUDO
42.1 O CONCEITO DE CONSTRUÇÃO
174.3. OBJETIVO E HIPÓTESES
52.2 A SEMÂNTICA DE FRAMES
184.4. TIPOS TEXTUAIS E CLASSIFICAÇÃO DOS DADOS
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62.2.1 FRAMES VERBAIS
195 ANÁLISE DE DADOS
72.2.2 MODELOS COGNITIVOS IDEALIZADOS
205.1 ESTRATÉGIAS DE CONSTRUAL
82.3 A NOÇÃO DE CONSTRUAL
215.1.1 CONSTRUAL ASSOCIADO À CONSTRUÇÃO [(SUJ) V3PP (X)]
92.4 SUBJETIVIDADE E OBJETIVIDADE
225.1.2 CONSTRUAL ASSOCIADO À CONSTRUÇÃO [V3P-SE (X)]
103 REVISÃO DA LITERATURA
235.2 DISTRIBUIÇÃO DAS CONSTRUÇÕES POR TIPOS TEXTUAIS
113.1 A VISÃO DA GRAMÁTICA TRADICIONAL
245.3 INTER-RELAÇÕES ENTRE AS ANÁLISES QUALITATIVA E QUANTITATIVA
123.2 UMA ABORDAGEM FUNCIONALISTA: O ESTUDO DE ALMEIDA (1991)
256 CONCLUSÃO
133.3 UMA ABORDAGEM COGNITIVISTA: O ESTUDO DE PINA (2009)
267 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS