
Length8h 14m
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O esforço do Brasil para garantir sua inserção como peça-chave das operações de paz das Nações Unidas deve ser visto como uma grande estratégia, reunindo capacidades diversas de toda a sociedade. A Força de Fuzileiros da Esquadra, componente operativa do Corpo de Fuzileiros Navais, Força Expedicionária por excelência, avulta de importância como principal elemento material de poder neste compromisso, vez que, como parte do Poder Naval, possui intrinsecamente as capacidades de mobilidade, permanência, versatilidade e flexibilidade necessárias ao ofício das operações de paz. Por meio de revisão bibliográfica de diversos estrategistas clássicos, da observação do histórico do desenvolvimento das infantarias navais das potências, e da evolução da tropa anfíbia nacional, há por objetivo delinear um novo fluxograma do processo decisório para a expedição de tropa pelo Poder Executivo, além de nova estrutura de subordinação da Força de Emprego Rápido. O fruto das pesquisas consiste em uma maior aproximação evolutiva entre o Corpo de Fuzileiros Navais do Brasil e as potências continentais como Rússia e China, diferente do consagrado e histórico alinhamento militar com os Estados Unidos da América (na parte terrestre e anfíbia) e Reino Unido (na parte militar naval). Ao término, o trabalho propõe a constituição de um poder anfíbio, capaz de garantir a constituição do "círculo virtuoso marítimo" a partir da manutenção da Pirâmide Científico-Tecnológica Inovativa de Defesa.
Audiobook details
GenreHistory
Length8 hrs 14 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateApr 29, 2026
LanguagePortuguese
Table of contents
1AGRADECIMENTOS
103.2 Conjugados anfíbios de Seapowers
2LISTA DE SIGLAS
113.3 Análise comparativa: recursos, desejos e destino
31. INTRODUÇÃO
124. EVOLUÇÃO DO CONJUGADO ANFÍBIO NACIONAL
42. O CONJUGADO ANFÍBIO NA HISTÓRIA
134.1 Evolução da tropa anfíbia brasileira
52.1 Operações anfíbias com postura ofensiva
144.2 Evolução da “anfibiosidade” no pensamento dos Chefes Navais
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62.2 Operações anfíbias com postura defensiva
154.3 Brasil: um continentalpower de projeção regional ou um amphibiouspower de projeção global?
72.3 Retiradas e contra-ataques
164.4 Os Fuzileiros Navais e os objetivos nacionais
83. O CONJUGADO ANFÍBIO NO SÉCULO XXI
175. SUGESTÕES PARA O CONJUGADO ANFÍBIO BRASILEIRO
93.1 Conjugados anfíbios em Continental States: o Urso e o Dragão
186. CONCLUSÃO