
Planta-Texto
entre o linguístico e o não linguístico no domínio do estudo da significaçãoBy Solange Moreira dos Santos VelozoLength8h 43m
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Acredito que produzir análises, na via do domínio dos estudos enunciativos, nos possibilita compreender a designação de enunciados, expressões linguísticas, por exemplo, construção da igreja matriz, como sentidos constituídos no/do centro histórico do Município de Cáceres – MT, na relação língua-sujeito-história constitutiva da identidade cacerense-mato-grossense, que significa no espaço político de textualidade das plantas, em que a designação dos nomes que a integram significa pelo processo de múltiplas temporalidades, ou seja, pelas temporalidades que perpassam os sentidos de diferentes governos, como: Colonial (1530 – 1822), Primeira República (1889 – 1930), também conhecida como Antiga República ou República Velha, da instalação do Governo Provisório até a Nova República, que se estende aos dias atuais. O interesse deste estudo é tomar um conjunto de textos, em específico, os que chamamos de plantas-textos, que se constituem na relação com elementos visuais e geométricos, assim, a partir da relação deles com memoriais escritos (documentos diversos), como Ata de Fundação, Termo de Fundação, plantas e mapas, que acabam estabelecendo relações no tocante à questão da história. Nessa relação, busca-se, pelo estudo da planta, sondar e analisar as designações de elementos linguísticos e não linguísticos que se cruzam no funcionamento de linguagem integrados aos textos.
Audiobook details
GenreOther
Length8 hrs 43 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
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Publish dateSep 12, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Dedico
242.2.3. Nomes de Ruas e Travessas integrados a planta-texto S. Luiz de Cáceres - 1876
2AGRADEÇO
252.2.4. Nome de Rua integrado na planta-texto arquitetônica da Catedral São Luiz de Cáceres
3EPÍGRAFE
26CAPÍTULO III A HISTÓRIA (RE)SIGNIFICADA ATRAVÉS DOS MAPAS E DAS PLANTAS
4LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
273.1. O mapa como texto para Eduardo Guimarães (2002-2017)
5LISTA DE FIGURAS
283.2. O mapa enquanto texto para Karim; Silva e Macedo-Karim (2018)
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6LISTA DE QUADROS
293.3. Os mapas/textos entre traços e legenda enquanto objeto de significação para Karim; Silva; Macedo-Karim e Velozo (2022)
7PREFÁCIO
303.4. A planta enquanto desenho para Zattar (2015-2016)
8INTRODUÇÃO
313.5. A planta enquanto texto de uma Vila-capital para Silva; Ferreira, Silva e Velozo (2021)
9CAPÍTULO I ORDENAMENTO TEÓRICO-METODOLÓGICO NO DOMÍNIO DOS ESTUDOS DA ENUNCIAÇÃO
323.6. O não verbal enquanto significação para Dias (2018)
101.1. O texto enquanto unidade complexa de significação
33CAPÍTULO IV PLANTA-TEXTO, TRAÇOS DE LINGUAGEM: DESIGNAÇÃO, SENTIDOS E TEMPORALIDADE
111.2. Fundamentos e procedimentos semântico-enunciativos de análise
344.1. (Pré)Fundação de Vila Maria, POVOAÇÃO, a bordo do Rio Paraguai: instruções da Rainha: 4.1.1. Designação de Villa Maria do Paraguay integrada no Mapa de toda Povoação da Capitania do Mato Grosso – 1777
121.3. Língua, acontecimento, temporalidade
354.2. Planta-Texto: traços e contornos que significam a projeção de uma Igreja na Planta de Villa Maria do Paraguay, de 1778
131.4. Espaço de enunciação: fundamental e decisivo na história dos estudos enunciativos
364.2.1. Planta-Texto: S. Luiz de Cáceres de 1876: designação enunciativa e múltiplas temporalidades
141.5. Cena enunciativa: uma categoria metodológico-descritiva
374.2.2. Os números enquanto reescritura do nome próprio das ruas na planta-texto S. Luiz de Cáceres de 1876
151.6. Procedimento de análise: DSD - Articulação e Reescrituração
384.2.3. Os sentidos dos nomes enunciados na legenda da planta-texto: múltiplas temporalidades
161.7. Do levantamento do Corpus e do procedimento enunciativo de Análise
39CAPÍTULO V PLANTA-TEXTO: UM ESTUDO SEMÂNTICO ENUNCIATIVO DO ACONTECIMENTO DE LINGUAGEM DA PLANTA DA CATEDRAL SÃO LUIZ DE CÁCERES
171.7.1. Do levantamento do Corpus
405.1. Enunciando alguns aspectos históricos sobre a construção da Igreja Catedral São Luiz de Cáceres
181.7.2. Do procedimento de Análise
415.2. Os sentidos de construção do novo projetado como sentido de uma nova Igreja Matriz
19CAPÍTULO II MARCO DO JAURU, MEMORAVÉL DO TRATADO DE MADRI: TRAÇADOS HISTÓRICOS ENUNCIATIVOS QUE DIZEM DOS LIMITES ENTRE PORTUGAL E ESPANHA
425.3. Planta-Texto 01 – Planta Baixa/Cobertura e Planta-Texto 02 – Planta Fachada/Corte: uma nova temporalidade sentidos que ressignificam a Igreja Matriz de Cáceres
202.1. Do Marco do Jauru, 1754 - 1883: Tratados e Limites entre Portugal e Espanha no Centro Tombado de Cáceres - MT
43TRAÇOS ENUNCIATIVOS FINAIS
212.2. Traços do Funcionamento Morfossintático-Semântico-Enunciativo dos enunciados-títulos: modos de dizer e modos de significar a unicidade da planta-texto
44ANEXO I - MAPA DE TODA POVOAÇÃO DA CAPITANIA DE MATO GROSO, E CUYABÁ FORMADO SOBRE AS MEMÓRIAS QUE RELATIVAMENTE FEZ EXTRAHIR O GOVERNADOR E CAPITÃO GENERAL DA MESMA CAPITANIA LUIZ D ́ ALBUQUERQUE DE MELLO PEREIRA E CÁCERES
222.2.1. Traços e Contornos das Estruturas Morfossintático e Semântico-Enunciativo dos nomes próprios de Rua e Travessa
45ANEXO II - EXPANSÃO DA PLANTA-TEXTO 01 DA CATEDRAL SÃO LUIZ DE CÁCERES (PLANTA BAIXA/COBERTURA/LEGENDA)
232.2.2. Nomes de Ruas e Travessas determinados por sobrenomes portugueses
46ANEXO III - EXPANSÃO DA PLANTA-TEXTO 02 DA CATEDRAL SÃO LUIZ DE CÁCERES (CORTE/LEGENDA/FACHADA)