64 Sétima e oitava perseguições gerais (238-274)
2519 Os reformadores antes da Reforma (14OO-15OO)
75 Nono e décima perseguições gerais (274-3O6)
262O Lutero e a reforma alemã (14O3-1522)
86 Quarto século da Era cristã (3O6-375)
2721 Zwínglio e a reforma suíça (14O4-1522)
97 Período semelhante a Pérgamo (375-5OO)
2822 Zelo de Lutero na Reforma (1521-1529)
109 Nestorianos, paulícios e maometanos (6OO-7OO)
2923 O formalismo depois da Reforma (1529-153O)
111O Idolatria romana e o poder papal (7OO-8OO)
3024 Período semelhante o Sardo (1529-1556)
1211 Período mais tenebroso do Idade Médio (8OO-1OOO)
3125 Reforma na França e Suíça francesa (1520-1592)
1313 Primeira cruzada (1O94-11OO)
3226 Reforma na Itália e outros países europeus (1527-158O)
14O cerco de Jerusalém (iluminura do século XIII)
3327 Reforma inglesa, no reinado de Henrique VIII (1510-1531)
15O primeiro assalto direto às muralhas, a 13 de junho, foi um fracasso, e à medida que homens e animais morriam de fome e de sede, os cruzados sabiam que o tempo estava contra o seu exército. Pouco depois deste ataque, uma frota da República de Génova, liderada por Guilherme Embriaco, chegou ao porto de Jafa. Os cristãos puderam então abastecer-se parcialmente e desmantelar os navios, usando a madeira destes e a apanhada em Samaria para construir torres de assalto.
3428 Auxílios e obstáculos à reforms inglesa (1529-1547)
16Apesar de já há muito haver fome no campo cruzado, estes jejuaram e a 8 de julho realizaram a procissão, com o clero tocando trombetas e cantando salmos, sob o escárnio dos defensores de Jerusalém. A procissão parou no monte das Oliveiras, onde Pedro o Eremita, Arnulfo de Chocques e Raimundo de Aguilers pregaram os seus sermões.
3529 Reforma nos reinados de Eduardo VI,
17Durante a tarde e noite do dia 15 e manhã do dia seguinte, os cruzados massacraram a população de Jerusalém - muçulmanos, judeus e cristãos do oriente. Muitos muçulmanos tentaram refugiar-se na mesquita de Al-Aqsa, onde "…a matança foi tão grande que os nossos homens patinhavam em sangue até aos tornozelos…" e, segundo Raimundo de Aguilers: "os homens andavam a cavalo com sangue até aos joelhos e aos freios". O cronista Ibne Alcalanici escreveu que os defensores judeus procuraram refúgio na sua sinagoga, mas os "francos incendiaram-na sobre as suas cabeças", matando todos os que estavam lá dentro. Os cruzados circundaram o edifício em chamas enquanto cantavam "Cristo, Adoramos-vos!".
3630 História da Igreja desde a Reforma (pt. 1)
18Godofredo de Bulhão não terá participado deste aspecto mais violento da conquista. Tancredo de Altavila e Raimundo IV de Toulouse teriam tentado proteger alguns grupos da fúria assassina, mas na generalidade falharam: Tancredo tomou o bairro do Templo e ofereceu proteção a alguns muçulmanos, mas depois não conseguiu evitar (ou teria mesmo acabado por ordenar) as suas mortes às mãos dos seus companheiros. O governador fatímida Iftikhar ad-Daula retirou para a Torre de David, que rendeu a Raimundo em troca da sua saída segura e da sua guarda para Ascalão.
3730 História da Igreja desde a Reforma (pt. 2)
19“[Os nossos líderes] ordenaram que todos os sarracenos mortos fossem lançados para fora das muralhas por causa do enorme fedor, uma vez que toda a cidade estava cheia dos seus corpos; e assim os sarracenos sobreviventes arrastaram os mortos para as saídas dos portões [da cidade] e empilharam-nos em montes [...] Nunca ninguém tinha visto ou ouvido falar de tal mortandade de gentes pagãs [...]. Gesta Francorum et aliorum Hierosolimitanorum, de autor(es) anónimo(s) [7]