
Direito ao esquecimento na sociedade da informação
critérios para justificação à luz do teste da proporcionalidadeBy Bárbara Guerra ChalaLength7h 29m
About this audiobook
A estruturação da sociedade em torno da informação, elevando-a como seu ativo mais importante, inegavelmente alterou o modo como os indivíduos se relacionam entre si e com o mundo. Com os avanços das tecnologias da informação e da comunicação, aliados ao advento da Internet, que possibilitaram em conjunto a ampla veiculação e rememoração de informações, foi inaugurado o novo paradigma tecnológico, que fomentou grandiosas mudanças no seio da sociedade e, a partir delas, novas controvérsias. Dentre elas, a partir da distribuição informativa imediata e ilimitada, desprovida de condicionantes temporais e geográficos, podem ser posicionadas as controvérsias atinentes à perda do controle informacional e ao fenômeno do não esquecimento, que fomentaram a discussão mundial em torno da possibilidade de reconhecimento de um direito dos indivíduos ao esquecimento de informações pretéritas. Nesse cenário se insere a problemática que foi objeto do estudo, o qual, lançando mão do teste da proporcionalidade, procurou ponderar as liberdades comunicativas e os direitos da personalidade, ao efeito de formular critérios norteadores para o constitucionalmente adequado e justificável reconhecimento do direito fundamental ao esquecimento no Brasil.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length7 hrs 29 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJun 21, 2021
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
164.1.1 Adequação
21. INTRODUÇÃO
174.1.2 Necessidade
32. AS COLISÕES ENTRE AS LIBERDADES COMUNICATIVAS E OS DIREITOS DA PERSONALIDADE NA SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO
184.1.3 Proporcionalidade em sentido estrito
42.1 A sociedade da informação
194.2 Os julgados do Superior Tribunal de Justiça sobre o direito ao esquecimento à luz do teste da proporcionalidade e a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a (im)possibilidade de reconhecimento do direito ao esquecimento no Brasil
52.2 A colisão entre as liberdades comunicativas e os direitos da personalidade
204.2.1 Pretensão de desindexação de provedor de pesquisa
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62.3 Os direitos fundamentais e as suas colisões
214.2.2 Pretensão indenizatória derivada da renovada veiculação de informação pretérita pelas mídias tradicionais e a decisão do Supremo Tribunal Federal sobre a (im)possibilidade de reconhecimento do direito ao esquecimento no Brasil
72.4 Liberdades comunicativas
224.2.3 Pretensão de remoção de conteúdo e de restrição a novas veiculações sobre a informação
82.5 A dignidade da pessoa humana e os direitos da personalidade
234.3 Critérios para o reconhecimento constitucionalmente adequado do direito ao esquecimento no direito brasileiro à luz do teste da proporcionalidade
93. DIREITO AO ESQUECIMENTO
244.3.1 Veracidade da informação
103.1 As modalidades de tutela do direito ao esquecimento
254.3.2 Conteúdo prejudicial que importe em violação (ou potencial violação) do livre desenvolvimento da personalidade ou dos direitos da personalidade
113.2 Regulamentação brasileira
264.3.3 Ausência de atualidade ou de relevância contemporânea
123.3 Correntes doutrinárias no Brasil
274.3.4 Ausência de relevância histórica
133.4 Jurisprudência estrangeira
284.3.5 Esgotamento da relevância informativa
144. O DIREITO AO ESQUECIMENTO E OS CRITÉRIOS NECESSÁRIOS AO SEU RECONHECIMENTO À LUZ DO TESTE DA PROPORCIONALIDADE
295. CONCLUSÃO
154.1 Estrutura do teste da proporcionalidade