61.3 SÉCULO XXI: AS CRISES ECONÔMICAS E FINANCEIRAS E O SUPERENDIVIDAMENTO DOS CONSUMIDORES
454.4.2.2 O princípio da boa-fé e a sua importante aplicação na etapa posterior à concessão do crédito: a interpretação da estrutura contratual e o necessário controle para a eliminação das práticas e cláusulas abusivas
71.4 ESCORÇO HISTÓRICO SOBRE O SUPERENDIVIDAMENTO NA EUROPA E ESTADOS UNIDOS
464.4.3 A integração do contrato de crédito diante dos vetos à Lei n.º 14.181/21 mediante a utilização do princípio da boa-fé
81.4.1 Os Estados Unidos e o superendividamento
475 OS INSTRUMENTOS DA POLÍTICA NACIONAL DE CONSUMO DIANTE DO SUPERENDIVIDAMENTO DOS CONSUMIDORES E A IMPORTANTE MISSÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA ESFERA TRANSINDIVIDUAL
91.4.2 A França e a Bélgica: países que deram início ao tratamento do problema
485.1 OS INSTRUMENTOS DA POLÍTICA NACIONAL DE RELAÇÕES DE CONSUMO PERANTE O SUPERENDIVIDAMENTO NO BRASIL
102 O SUPERENDIVIDAMENTO DOS CONSUMIDORES: ASPECTOS GERAIS DO GRAVE FENÔMENO QUE SE INTENSIFICA NA PÓS-MODERNIDADE
495.1.1 A importância da Defensoria Pública para a proteção dos consumidores superendividados
112.1 CONCEITO E ESPÉCIES DE SUPERENDIVIDAMENTO DOS CONSUMIDORES
505.1.2 Os órgãos Públicos de Proteção e Defesa do Consumidor diante do Superendividamento
122.1.1 Os três modelos viabilizadores da identificação do fenômeno do superendividamento de acordo com o Relatório de Niemi-Kiesiläinen e Henrikson
515.1.3 A sociedade civil organizada e seu contributo para evitar e combater o superendividamento
132.1.2 Definição do superendividamento dos consumidores extraída da Lei n.º 14.181/2021 construída a partir das produções doutrinárias estrangeiras
525.2 A RELEVÂNCIA DA ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DIANTE DO SUPERENDIVIDAMENTO DOS CONSUMIDORES: DEVER DE AGIR DE MODO PREVENTIVO E COMBATIVO PARA A PROTEÇÃO DOS DIREITOS TRANSINDIVIDUAIS E INDIVIDUAIS HOMOGÊNEOS
142.1.3 Características do superendividamento dos consumidores na condição de problema que afeta o mínimo existencial
535.2.1 A presença de interesses e direitos difusos, coletivos e individuais homogêneos nas questões envolvendo o manifesto e estrutural desequilíbrio econômico e financeiro dos consumidores: o dever institucional do Ministério Público de agir
152.2 ESPÉCIES DE SUPERENDIVIDAMENTO EM CONFORMIDADE COM A PRODUÇÃO DOUTRINÁRIA NORTE-AMERICANA E EUROPEIA: 2.2.1 O superendividamento passivo dos consumidores e a necessidade da efetiva proteção com base na Lei n. 14.181/2021
545.2.2 Os aspectos difusos constantes na Lei Federal n.º 14.181/2021 e a imprescindível atuação do Parquet na fiscalização da oferta do crédito, do direito à informação e em benefício da educação dos consumidores
162.3 ALGUMAS PROVÁVEIS CAUSAS DO SUPERENDIVIDAMENTO DOS CONSUMIDORES
555.2.3 Os direitos coletivos e individuais homogêneos dos consumidores superendividados: o dever de o Ministério Público de averiguar as práticas e cláusulas abusivas que contribuem para a problemática em apreço
172.3.1 A concessão desregrada de crédito pelas Instituições Financeiras
565.2.4 A instauração e a instrução de procedimento administrativo apuratório destinado a averiguar o superendividamento dos consumidores sob as óticas difusa, coletiva e individual homogênea
182.3.2 O apelo publicitário excessivo para o consumo
575.2.5 A Política Nacional de Autocomposição no âmbito do Ministério Público e a Ação Civil Pública como instrumento necessário quando a tentativa de evitar a judicialização não lograr êxito para se evitar e combater o superendividamento dos consumidores
193 A LEI N.º 14.181/2021 E O DECRETO N.º 11.150/2022: PRINCÍPIOS, INSTRUMENTOS, DIREITOS BÁSICOS, PRÁTICAS E CLÁUSULAS ABUSIVAS INSERIDOS NO CDC E A QUESTÃO DO MÍNIMO EXISTENCIAL
586 A LEI DO SUPERENDIVIDAMENTO SOB A ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO E A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FINANCEIRA DOS CONSUMIDORES
203.1 NOVOS PRINCÍPIOS E DIREITOS BÁSICOS INTRODUZIDOS PELA LEI N.º 14.181/2021 NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR ACERCA DO SUPERENDIVIDAMENTO
596.1 A ANÁLISE ECONÔMICA DO DIREITO DENOTA A RELEVÂNCIA DA LEI FEDERAL N.º 14.181/2021 QUE VERSA SOBRE O SUPERENDIVIDAMENTO DOS CONSUMIDORES BRASILEIROS: TEMA COM FARTA PRODUÇÃO ESTRANGEIRA E NACIONAL
213.1.1 A natureza principiológica da Lei n.º 14.181/2021 e os vetores de interpretação das novas normas
606.1.1 O superendividamento dos consumidores sob a ótica da sistematização do método AED: níveis e etapas que sedimentam a importância da consagração da Lei n.º 14.181/2021
223.1.2 Princípios essenciais em face do superendividamento
616.1.1.1 Os três níveis de exame da problemática sob o viés da Análise Econômica do Direito: demonstração de que a normatização do superendividamento dos consumidores ensejará benefícios também para o mercado
233.1.3 O princípio da boa-fé e a sua importância para a avaliação do estado de superendividamento dos consumidores
626.1.1.2 As quatro etapas propostas por Mackaay e Rousseau, as escolhas racionais, alocações eficientes e consequências positivas para a economia e os consumidores: fatores que fortaleceram a imperiosidade da aprovação da Lei n.º 14.181/2021
243.1.4 A relevância do princípio da confiança no que concerne ao superendividamento dos consumidores
636.1.2 Os conceitos de eficiência de Kaldor-Hicks e Pareto e o superendividamento dos consumidores
253.1.5 O princípio da dignidade da pessoa humana de origem constitucional e a sua presença na Lei n.º 14.181/2021
646.1.3 Os resultados positivos para o mercado diante das disposições legais referentes ao superendividamento dos consumidores
263.1.6 O princípio da cooperação e a sua expressa relevância para a prevenção e o tratamento do superendividamento dos consumidores
656.1.4 O padrão lógico da teoria da escolha racional, o obrigatório detalhamento do dever de informação por parte dos fornecedores na contratação massificada e a imprescindibilidade da inserção de normas sobre o superendividamento dos consumidores no ordenamento jurídico brasileiro
273.2 PRÁTICAS ABUSIVAS EM DESFAVOR DOS SUPERENDIVIDADOS PREVISTAS PELA LEI N.º 14.181/2021: A SALUTAR AMPLIAÇÃO DO ART. 39 DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR
666.1.5 As questionáveis externalidades e os alegáveis paradoxos regulatórios não inviabilizam o argumento de urgente edição da Lei n.º 14.181/2021: dever da sociedade de amparar os superendividados de boa-fé e o prospecto normativo detalha satisfatoriamente as obrigações das instituições financeiras
283.2.1 O dever de informação qualificada dos fornecedores sob pena de cometimento de práticas abusivas estabelecidas pela Lei n.º 14.181/2021
676.1.6 A Teoria dos Jogos justifica as regras sobre os encargos resultantes do descumprimento do dever de informar e de alertar sobre os consumidores sobre os riscos dos contratos
293.2.2 O assédio ao consumo vedado pelo art. 54-C, inciso IV, da Lei n.º 14.181/2021: importante medida perante o superendividamento dos consumidores e os cuidados especiais com os hipervulneráveis
686.2 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO PARA O CONSUMO PARA SE EVITAR O SUPERENDIVIDAMENTO
303.2.3 Práticas abusivas vedadas pelo art. 54-G da Lei n.º 14.181/2021 inserido no Código de Defesa do Consumidor
696.2.1 A Educação sob uma perspectiva antropológica e o desafio da formação integral dos educandos numa era imediatista
313.2.3 O dever de informar aos consumidores e de efetivar a entrega do contrato principal ou de crédito
706.2.2 A Educação formal no âmbito das instituições de ensino: o cenário atual do direito do consumidor
323.2.4 Os vetos ao do Projeto de Lei, que ensejou a Lei n.º 14.181/2021, sobre os descontos em folha de pagamento e o direito de arrependimento: do dever do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor de continuar evitando e combatendo tais práticas deletérias
716.2.3 A sociedade do consumo e seus reflexos na construção dos hábitos e costumes dos jovens consumidores
333.3 A COMPLEMENTAÇÃO DO ROL DE CLÁUSULAS ABUSIVAS, PREVISTAS NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR, PELA LEI N.º 14.181/2021: A CONTRATAÇÃO MASSIFICADA FAVORECE O SUPERENDIVIDAMENTO
726.2.4 A imprescindibilidade da Educação para o consumo como ferramenta de controle e prevenção do superendividamento
343.3.1 Espécies de cláusulas arbitrárias tipificadas pela Lei do Superendividamento com o escopo de evitar e combater o problema que aflige milhares de brasileiros
736.2.4.1 A Educação Informal: importância e contextualização no que concerne ao superendividamento
353.3.2 O veto ao inciso XIX, a ser acrescido ao art. 51 do CDC, não inviabiliza as providências para se coibir a aplicação de legislação estrangeira com base nas regras jurídicas anteriormente vigentes
746.2.4.2 A influência do contexto familiar e seus reflexos na sociedade: uma análise introspectiva da raiz do superendividamento dos consumidores
363.3.3 Contratos conexos, coligados ou interdependentes: reconhecimento e os efeitos da nulidade das cláusulas abusivas em favor de se debelar o superendividamento
756.2.4.3 A sociedade civil e as comunidades científicas: papel proeminente na educação dos consumidores
374 O TRATAMENTO PARA O SUPERENDIVIDAMENTO DO CONSUMIDOR DE ACORDO A LEI N.º 14.181/2021: A IMPORTÂNCIA DO PRINCÍPIO DA BOA-FÉ OBJETIVA PARA A DEVIDA PROTEÇÃO DOS VULNERÁVEIS
766.2.4.4 Proposta de uma cartilha orientadora sobre os malefícios do superendividamento e como evitá-lo
384.1 ETAPA INICIAL DO TRATAMENTO DO SUPERENDIVIDAMENTO
777 CONCLUSÃO
394.2 MOMENTO POSTERIOR À IMPOSSIBILIDADE DE PACTUAÇÃO COM OS FORNECEDORES