
Poluentes Orgânicos Persistentes
a Dúzia Suja da Convenção de Estocolmo e a Realidade BrasileiraBy David PradoLength12h 30m
About this audiobook
Há mais de 40 anos, Rachel Carson, através da obra Primavera Silenciosa (1962), alertou o mundo sobre o risco do dicloro-difenil-tricloroetano (DDT) e outros Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs). Atualmente, a poluição está presente na sociedade moderna e o homem, habituado a este ambiente, acostumou-se com a poluição, e esta aceitação, muitas vezes, se dá em face da falta de informação. Ocorre que a poluição merece ser tratada como uma questão de saúde pública, a qual deve ser enfrentada e não se habituar a ela. Para tanto, merece atenção especial o enfrentamento aos Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs). Embora seja consensual sua periculosidade, com estudos conclusivos sobre o potencial de provocar diversas moléstias em humanos e animais, inclusive o câncer, continua, na atualidade, sendo comum a poluição intencional e não intencional por POPs tanto na indústria quanto na agricultura. Em ambos os casos, com impactos diretos na vida humana e animal, devido a sua toxidade e capacidade de acumularem em tecidos gordurosos, serem bioacumulativos e de magnificação na cadeia alimentar, além de propagarem-se por longas distâncias, podendo circular globalmente por anos na atmosfera. Atualmente, observa-se um esforço global dentre os países que assinaram a Convenção de Estocolmo; assim, para erradicar a poluição, cita-se 183 atores na política internacional, ou seja, Estados Partes, signatários do compromisso de unirem esforços para o banimento dos POPs, dentre eles o Brasil.
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length12 hrs 30 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateDec 10, 2021
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
263.3.3 MEDIDAS PARA REDUZIR OU ELIMINAR AS LIBERAÇÕES DE PRODUÇÃO NÃO INTENCIONAL
2INTRODUÇÃO
273.3.4 MEDIDAS PARA REDUZIR OU ELIMINAR AS LIBERAÇÕES DE ESTOQUES DE RESÍDUOS
31 POLUIÇÃO
283.3.5 PLANOS DE IMPLEMENTAÇÃO
41.1 PREVENÇÃO
293.3.6 INTERCÂMBIO DE INFORMAÇÕES
51.2 PRECAUÇÃO: 1.2.1 A INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA
303.3.7 INFORMAÇÃO, CONSCIENTIZAÇÃO E EDUCAÇÃO DO PÚBLICO
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61.3 POLUIDOR-PAGADOR
313.3.8 PESQUISA, DESENVOLVIMENTO E MONITORAMENTO
72 POLUENTES ORGÂNICOS PERSISTENTES (POPs)
323.3.9 ASSISTÊNCIA TÉCNICA
82.1 INSETICIDAS ORGANOCLORADOS
333.3.10 MECANISMOS E RECURSOS FINANCEIROS
92.1.1 DICLORO-DIFENIL-TRICLOROETANO (DDT)
343.3.11 APRESENTAÇÃO DE RELATÓRIOS
102.1.2 TOXAFENO
353.3.12 AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA
112.1.3 CLORDANO
363.3.13 NÃO CUMPRIMENTO
122.1.4 HEPTACLORO
373.3.14 SOLUÇÃO DE CONTROVÉRSIAS
132.1.5 ALDRIN E DIELDRIN
383.3.15 CONFERÊNCIA DAS PARTES
142.1.6 ENDRIN
393.3.16 SECRETARIADO E DEPOSITÁRIO
152.1.7 MIREX
403.3.17 EMENDAS À CONVENÇÃO
162.1.8 HEXACLOROBENZENO (HCB)
413.3.18 ADOÇÃO E EMENDAR DOS ANEXOS
172.1.9 BIFENILOS POLICLORADAS (PCBS)
423.3.19 DIREITO DE VOTO
182.1.10 DIOXINAS E FURANOS
433.3.20 RATIFICAÇÃO, ACEITAÇÃO, APROVAÇÃO OU ADESÃO; RESERVA E DENÚNCIA
192.2 A CONTAMINAÇÃO PELA FAMÍLIA DOS ORGANOCLORADOS DO TIPO CICLODIENO NA CIDADE DE PAULÍNIA/SP: CASO SHELL BRASIL S/A: 2.2.1 RESPONSABILIDADE OBJETIVA DA SHELL
443.3.21 ANEXO A
203 CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA O ENFRENTAMENTO DOS POPS
453.3.22 ANEXO B
213.1 A CONVENÇÃO DE ESTOCOLMO: HISTÓRICO
463.3.23 ANEXO C
223.2 SUPERANDO A INCERTEZA CIENTÍFICA
473.4 A RELAÇÃO DE POPS DA CONVENÇÃO DE ESTOCOLMO
233.3 A CONVENÇÃO DE ESTOCOLMO: O DOCUMENTO
483.5 POPS INCLUÍDOS NO PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO DE ESTOCOLMO
243.3.1 OBJETIVO
493.6 POPS NÃO INCLUSOS NO PLANO NACIONAL DE IMPLEMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO DE ESTOCOLMO
253.3.2 MEDIDAS PARA REDUZIR OU ELIMINAR AS LIBERAÇÕES DECORRENTES DA PRODUÇÃO E USO INTENCIONAIS
503.7 COMITÊ REVISOR: ESTUDO PARA FUTURA PROPOSTA DE INCLUSÃO OU NÃO DE NOVOS POPS