
Iny Wysé Sú-u Koraruki Anõbina
By Juliana Adono da SilvaLength7h 10m
About this audiobook
Com o objetivo não apenas de levar a história de luta e resistência do povo Inÿ Karajá a diferentes setores da sociedade, o livro pretende-se, também, como um instrumento de efetivação de direitos, que possa servir aos povos originários em seus enfrentamentos diários por reconhecimento daquilo que originariamente é seu: a Terra.
Audiobook details
GenrePsychology
Length7 hrs 10 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 23, 2020
LanguagePortuguese
Table of contents
1AGRADECIMENTOS
2INTRODUÇÃO
31. A TERRITORIALIDADE INY KARAJÁ E O RECONHECIMENTO TERRITORIAL
41.1. Considerações iniciais
51.2. Inÿ e Tori: ser Karajá em Aruanã
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61.2.1. O direito de ser e se reconhecer Inÿ Karajá
71.2.2. Cosmovisão Inÿ Karajá: apontamentos - conceituais e normativos
81.2.3. Povos em contato: a inserção do/no mundo dos brancos
91.2.4. Autonomia e autodeterminação indígena
101.3. A ocupação indígena no Rio Araguaia e região de Aruanã e a criação dos Estados Federados
111.4. O Encontro com o Outro: a Categoria Fronteira
121.5. O Perfil Jurídico, Antropológico e Sociológico da Demarcação da Terra Indígena Karajá de Aruanã I
132. O DIREITO À AMPLIAÇÃO DO TERRITÓRIO DO POVO INY KARAJÁ DE BURIDINA
142.1. Considerações iniciais
152.2. O Território segundo a Cosmovisão Indígena
162.3. O Processo de Ampliação Territorial como Reafirmação Étnica Inÿ Karajá
172.4. Fundamentos Jurídicos da Ampliação Territorial
182.5. Genocídios Cotidianos: O Desaparecimento Étnico Inÿ Karajá
193. O PODER EXECUTIVO BRASILEIRO DIANTE DO PROCESSO DEMARCATÓRIO DE TERRAS INDÍGENAS: UMA ANÁLISE SOB A PERSPECTIVA DA COLONIALIDADE DO PODER
203.1. Considerações iniciais
213.2. Contextos Histórico e Atual da Situação Jurídica das Terras Indígenas no Brasil
223.3. A Colonialidade do Poder Presente na Inefetividade dos Direitos Territoriais Indígenas
233.4. O Poder Colonial na Demarcação da Terra Indígena Karajá de Aruanã I
243.5. A Resistência Indígena Latino-Americana diante da Colonialidade do Poder
253.5.1. As experiências constitucionais contra-hegemônicas da Bolívia e do Equador
263.5.2. As autonomias indígenas mexicanas diante da colonialidade do poder
273.5.3. Sumak kawsay, suma qamaña e buen vivir como processos de resistência e rexistência em Abya Yala
284. O DIREITO BRASILEIRO E O PROCESSO DEMARCATÓRIO DE TERRAS INDÍGENAS
294.1. Considerações iniciais
304.2. As Cosmovisões Indígenas no Processo de Reconhecimento dos Direitos Territoriais dos Povos
314.2.1. O reconhecimento da pluralidade das experiências indígenas na Constituição de 1988
324.2.2. A manutenção das categorias coloniais no Direito brasileiro: breves apontamentos sobre o Estatuto do Índio
334.3. O Reconhecimento das Autonomias Indígenas pelos Instrumentos Jurídicos Internacionais
344.4. O Procedimento Administrativo de Demarcação de Terras Indígenas
354.5. Ruptura de Paradigmas: Propostas Contra-Hegemônicas por um Direito Emancipatório
36CONCLUSÃO
37ANEXO 1
38ANEXO 2
39ANEXO 3
40POSFÁCIO