
Efeitos Do Ruído No Ambiente Escolar E Suas Implicações No Processo Ensino-aprendizagem
By João Marcos CoelhoLength5h
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Nas escolas é notório o excesso de ruído produzido, seja pela interação entre as pessoas, seja nas salas de aulas, sala de professores, secretaria ou mesmo nos refeitórios e cantinas. Ouvem-se muitas reclamações por parte de todos do incômodo causado por sons excessivos, sendo que os mesmos interferem de forma significativa nas atividades de ensino e aprendizagem. A partir das reclamações por parte da comunidade escolar e de uma coleta de dados feita junto a professores e alunos da Escola José leite de Moraes, localizada à Rua Profª Izabel Pinto S/nº, no bairro Cristo Rei, na cidade de Várzea Grande (MT), esta pesquisa teve por objetivo analisar a interferência dos ruídos nos processos educacionais desenvolvidos nesta escola. A metodologia aplicada procurou medir os níveis de ruídos existentes no interior das salas de aula da escola, utilizando como parâmetro de comparação a legislação vigente. As medidas dos níveis pressão sonora nas salas de aula foram obtidas com a utilização de decibelímetros. Estas medidas confirmaram a hipótese inicial de que o ambiente escolar sofre com os efeitos de ruídos. Os resultados desta pesquisa, nos leva à conclusão de que a sala de aula está sendo contaminada com a poluição sonora, que devido cada vez mais ao uso recorrente de aparelhos eletrônicos, interação excessiva entre pessoas no momento das aulas, ou mesmo como consequência de aspectos estruturais da escola. Recomenda-se um fórum permanente de discussão e participação dos profissionais de educação e alunos envolvidos, na busca da conscientização, solução e esclarecimento dos mesmos com relação à poluição acústica e suas consequências em seu desempenho educacional, bem como em sua qualidade de vida.
Audiobook details
GenreOther, Education and Learning
Length5 hrs
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 25, 2014
LanguagePortuguese
Table of contents
1JOÃO MARCOS COELHO
2AGRADECIMENTOS
31.4 OBJETIVOS
41.5 DELIMITAÇÃO E ALCANCE
52.6 VISÃO HISTÓRICA
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6Num gás perfeito, a constante E (módulo de
7velocidade da onda é proporcional à raiz quadrada da
8Material Gases Ar (20o C) Hélio (20º C) Hidrogênio (20º C)
9refletidas, sem que haja formação de ecos, pois nesse
10Fonte: http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2003/of/Inte rferencia.html
113.1.9 DECIBÉIS
123.1.10.2 CAMPO REVERBERANTE
13Diurno Noturno
14Curva 63 Hz 47
151 kHz 17
162 kHz 14
174 kHz 12
188kHz dB 11
19REVERBERANTE
20Onde: Atotal = Absorção total e Stotal
213.1.14 INTELIGIBILIDADE DA FALA
22O nível de pressão sonora, bem como o tempo de
232010, se estendendo até o primeiro semestre de 2013.
244.7 TÉCNICAS E PROCEDIMENTOS DE ANÁLISE DE DADOS
25coletados, de forma espontânea, sem nenhuma tendência
26Gráfico 3 - Sintomas de problemas de audição
27Gráfico 4 – Interferência no rendimento escolar e
28Gráfico 5 - Apresentação de desconforto devido a
2925 alunos (24%) optaram pela melhoria na estrutura física
308 e 13, pois cerca de 83% (gráfico 8), trabalham em sala
3110 sala13
3216 cantina
33Fonte: Elaboração própria.
346 alunos (3%) responderam que não escutam bem
3512 professores, dobrando o valor de professores
3612 professores nenhum dos entrevistados tem menos de 2
37tem mais de 10 anos de sala de aula.
3854 alunos (32%) responderam que o uso desses
39debate, os enfrentamentos, muitas
40A escola, bem com qualquer outro local de trabalho
41O rendimento de um aluno está ligado a vários
42O nível de intensidade sonora numa conversa normal é de
43Fonte: Elaboração própria
442011 e 2012 se apresentaram em torno de 67 decibéis, o
456.1 CONCLUSÃO
46A reverberação como vimos na literatura estudada
476.2 RECOMENDAÇÕES
48ANEXOS ANEXO 1
49QUESTIONÁRIOS PARA ALUNOS
50Sexo: