Length3h 8m
About this audiobook
No final do século XVIII a loucura começou a ser estudada, com isso, percebendo suas características psiquiátricas. Desse modo, considera-se que a doença mental são como alterações que se manifestam no organismo vivo, com isso modificando sua forma de agir. Certos tipos de alterações, segundo E. Bleuler subtende-se que o termo suicídio fragmenta o pensamento e impede de certa forma o contato com o ambiente. Assim, fazendo com que esse tipo de aspecto torne a doença mental como doenças cerebrais, segundo Carl Wernicke. A doença mental pode vir a interromper a relação "indivíduo e sociedade" por conta da maneira de ser do doente como a anormalidade, irracionalidade e até mesma à doença. Para que essa irregularidade seja iluminada é necessário que se faça regras, normas, para que haja uma possibilidade de diversificações que dê valor a existência do ser. Definir loucura é difícil por conta normalidade e anormalidade que tende a ser um complementando o outro. Se há normalidade, haverá anormalidade e assim vice-versa. A expressão pessoal do indivíduo revela sua natureza, bem assim sua loucura. O modo de se comunicar com a sociedade faz com que o observador acredite ou não a depender do que for ocorrido. Também, a cultura pode influenciar na realidade do paciente afetando a relação: normal-anormal, saúde-doença e sua própria existência coletiva. De acordo com o sentido relativista, o que é cultura para nós de forma positiva, para outros se torna algo desnecessário à concepção. Desse modo, a loucura juntamente com o suicídio é o afastamento da norma através de manifestações psíquicas comportamentais e entre o indivíduo e a cultura. Seguindo esse contexto, quando o papel da família não está sendo corretamente 8 seguido, sempre haverá algum tipo de interrupção mental que fara o indivíduo sentir uma certa incapacidade de ser ou de agir em algumas situações, fragilizando-o física e mentalmente. Segundo Erick Erikson, sustentava que o nosso ego tem a força da auto identidade, o senso do "eu". O ego é o grande auxiliador para adaptarmos a diversos meios para tentar nos deixar em equilíbrio social e mental. Erikson também diz que é na adolescência em que o ego começa a ter seu formato, sendo ele positiva ou negativo. Ligados ao ego temos: o corpo egóico que se refere sobre as experiências corporais em que podemos enxergar nosso físico como algo diferente do normal. O ego ideal representa a imagem que temos de nós mesmos, responsável pela satisfação ou insatisfação. E a identidade egóica é a imagem que temos de nós nos papéis sociais. Essas três fases podem mudar em qualquer estágio da vida. Erick Erikson também fala que o ego surge de acordo com a sociedade que é modelada [...] o ego existe como um potencial no nascimento, mas deve surgir em um ambiente cultural [...] (FEIST, Jess. Teoria da personalidade. 2008, p.245). Assim, o ego passaria pelo princípio epigenético que seria a evolução gradual da personalidade e as demais estruturas fisiológicas. Caso um dos oito estágios não fosse concluído positivamente ou negativamente o indivíduo passaria a não chegar em uma maturidade adequada, não atingindo o estado de equilíbrio entre seu ego e a sociedade.
Audiobook details
Rating★★★★★ 4.8 (15)
Includes Amazon
GenrePsychology, Health and Wellness
Length3 hrs 8 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateSep 16, 2018
LanguagePortuguese
Table of contents
1SUICÍDIO: repercussões da morte no sistema familiar
21ª impressão, 2018
3158 p. : il. color. ; 21 cm
4Wellington Pereira Rodrigues Graduando em Enfermagem pelo Centro Universitário UniAGES
5Capítulo 17 – Caracterização dos Casos de Suicídio no
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6Segundo Erick Erikson, sustentava que o
7OMS apontou um aumento para 11.821 no ano de 2012.
8OMS, o autor acredita que esta representa um sub-registro
9Comissão Internacional de Peritos em Prevenção do
10Segundo a OMS o suicídio ocorre em pessoas
11essas pessoas é muito importante para prevenção desses
12Desse modo, permite-se compreender a influência
13Gonçalves (2004) em seu estudo, concluiu que os
14Com relação à faixa etária, Santos & Siqueira (2010)
15Laranjeira et al (2000) relatam que o tratamento das
16Bacaltchuk (2002) dizem que nos casos de anorexia e
17Segundo Vieira & Gauer (2003), o aumento da
18Chioca et al (2010) relataram que um dos fármacos
19registrar no
2027 anos, para Miranda et al (2008) e para Santos & Siqueira
21Os usos excessivos de drogas podem causar várias
22Dalmo de Moura Costa
23(Vidal CEL et al., 2013).
24No Brasil, a maioria dos trabalhos sobre suicídio
25Estudos populacionais têm evidenciado que os
2665 anos, com aumento mais acelerado entre os mais jovens
2730 mil pessoas que
28Para tanto, consideram-se, por exemplo, como
29frequentemente relatado, pode ser mais o resultado da
30que uma canônica proibição, uma moral religiosa rigorosa
31BERTOLOTI, prevenção. São Paulo: Unesp, 2012
32José Manuel. O suicídio e sua
33CAMPOS, Ítalo. Vidas interrompidas. Vitória: DIO, 2009.
