
Liderança em contextos instáveis
stresse e stressores dos gerentes prisionais e agentes penitenciários das unidades prisionais do Estado da BahiaBy Sandro José GomesLength6h 56m
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Neste estudo são analisadas as relações entre os estressores, as estratégias de enfrentamento ao estresse, os sintomas de estresse e o estilo de liderança e suas implicações na atividade gerencial nas unidades prisionais da Bahia; descrevendo a correspondência destas relações com as principais proposições da Teoria do Reforço Cognitivo (TRC) de Fiedler e seus colaboradores. As hipóteses foram levantadas considerando que os efeitos negativos do estresse e o estilo de liderança inapropriado têm implicações sobre a atividade gerencial. A pesquisa foi correlacional descritiva, dentro de análises quantitativas, realizada com base num levantamento bibliográfico exaustivo sobre dois enfoques: as questões psicológicas e o controle sobre o trabalho, e teve, no plano concreto da investigação, a aplicação da Escala de Vulnerabilidade ao Estresse no Trabalho, o Inventário de Sintomas de Stress, e da Escala Toulousaine de Coping adaptada para uso com a população brasileira, além da Escala de Avaliação de Estilos Gerenciais e um breve questionário ocupacional. A população do estudo, esta estava constituída por agentes penitenciários e gerentes prisionais, sendo a amostra do estudo formada por 400 sujeitos. Os resultados encontrados apontam para um elevado nível de estresse no sistema prisional baiano, com uma sintomatologia correlacionada ao absenteísmo, presenteísmo e abuso de álcool e drogas por estes trabalhadores prisionais; ficando evidente nos resultados que as relações entre estilo de liderança e o estresse afetam a atividade gerencial a ponto das tarefas não serem desempenhadas de forma satisfatória, mesmo nas unidades que tinham gerentes experientes e dotados de conhecimentos especializados.
Audiobook details
GenreScience and Nature
Length6 hrs 56 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateOct 23, 2020
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
234.5 População e Amostra
21. Introdução
244.6 Procedimentos
3ENQUADRAMENTO TEÓRICO-I
254.7 Instrumentos de Coleta de Dados
42. O Stresse Ocupacional e Seu Impacto em Indivíduos e Organizações
265. Resultados
52.1 A vulnerabilidade aos stressores no trabalho: as relações entre demandas psicológicas e controlo sobre o trabalho.
275.1 Resultados obtidos com a EVENT
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62.2 O coping e seu impacto para o indivíduo e a organização: estratégias positivas e negativas no enfrentamento ao stresse ocupacional.
285.2 Resultados obtidos com o ISSL
72.3 A sintomatologia do stresse ocupacional: dos sintomas da fase inicial a Síndrome de Burnout.
295.3 Resultados obtidos com a ETC
82.4 Relações entre o stresse ocupacional e o estilo de liderança e suas implicações na eficácia gerencial.
305.4 Resultados obtidos com a EAEG
92.4.1 Modelos teóricos e estilos de liderança
315. 5 Resultados obtidos com o Questionário Ocupacional
102.4.2 A Teoria do Reforço Cognitivo (TRC) de Fiedler: as relações entre stresse e estilo de liderança.
325. 6 Descrição dos resultados dos instrumentos por unidade prisional
113. Caracterização, Estrutura e Funcionamento do Sistema Prisional Baiano: Fatores de Vulnerabilidade ao Stresse em Trabalhadores de Unidades Prisionais.
335. 7 Correlações entre os Instrumentos
123.1 Caracterização da Infraestrutura e Rotina do Sistema Prisional Baiano como Fator Stressor.
346. Discussão
133.2 A estrutura do sistema prisional baiano: as unidades prisionais.
356.1 Discussão dos resultados da variável stresse (sintomas de stresse, stressores e coping)
143.2.1 Unidades prisionais de Salvador (Capital)
366.2 Discussão dos resultados da variável estilo de liderança ( tarefas, relacionamentos e situações)
153.2.2 Unidades prisionais do interior da Bahia
376.3 Discussão da correspondência das relações entre stresse e estilo de liderança com as proposições da Teoria do Reforço Cognitivo (TRC)
163.3 O funcionamento do sistema prisional da Bahia como fator stressor do gerente prisional e agente penitenciário
387. Conclusão
17PESQUISA EMPÍRICA-II
39ANEXO 1- Escala de Vulnerabilidade ao Estresse no Trabalho (EVENT)
184.Delineamentos do Estudo e Método de Investigação
40ANEXO 2- Inventário de Sintomas de Stress em Adultos (ISSL)
194.1 Delimitando Objetivos
41ANEXO 3 - Escala Toulousiana de Coping (ETC)
204.2 Variáveis
42ANEXO 4 - Escala de Avaliação de Estilos Gerenciais (EAEG)
214.3 Questão de Investigação e Hipóteses
43ANEXO 5 - Questionário Ocupacional
224.4 Tipo de Pesquisa