
Cinema brasileiro a partir da retomada
Aspectos econômicos e políticosBy Marcelo IkedaLength10h 34m
About this audiobook
Este livro traça um panorama das políticas públicas para o setor audiovisual, com ênfase nas políticas cinematográficas, dos anos 1990 até 2010. Nesse período, o cinema nacional passou por grandes mudanças, oscilando entre a crise profunda e momentos de incontida euforia. Analisando os períodos de reconstrução, consolidação e reavaliação do modelo estatal, o autor oferece um panorama rico e atual sobre o tema.
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Rating★★★★★ 4.8 (11)
Includes Amazon
GenreBusiness and Economics
Length10 hrs 34 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 4, 2015
LanguagePortuguese
Table of contents
1Dedicatória
2Introdução
31. A implementação do modelo estatal nos anos 1990: o fomento indireto
4Os atos do governo Collor e a criação do modelo de fomento indireto
5As transformações do papel do Estado: a crise do Estado interventor e o ressurgimento dos ideais liberais
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6O avanço liberal no Brasil: a herança do governo Collor
7O modelo de renúncia fiscal: as primeiras leis de incentivo
8Da euforia à repolitização: a segunda metade da década de 1990
92. A consolidação do modelo estatal no início dos anos 2000: o “tripé institucional”
10O Estado como regulador: os paradoxos da formação da Ancine
11Limitações à plena atuação da Ancine
12A Ancine como agência regulamentadora
13A equação industrialista e o boom de 2003: o art. 3o da Lei do Audiovisual e a Globo Filmes
143. A reavaliação do modelo estatal: o governo Lula
15Uma nova visão da (política para a) cultura
16O questionamento do papel das agências reguladoras
17Resistências às mudanças de perfil do Estado
18A quebra gradual do “tripé institucional”
19O fortalecimento da SAv
20A manutenção do modelo de fomento indireto
21Um porém: a manutenção da política para a radiodifusão
224. Uma análise das leis de incentivo e de seu impacto no mercado cinematográfico
23As leis de incentivo como mera política de oferta de longas--metragens cinematográficos
24As transformações no setor de distribuição e exibição
25A falta de uma política para a televisão
26Evolução da performance do filme brasileiro: o abismo entre o blockbuster e o filme de nicho
27O ilusório boom dos documentários
28O perfil das distribuidoras
29O perfil das empresas produtoras
30A captação de recursos por mecanismo e o perfil dos investidores
31A ausência de risco para o produtor e as distorções da captação de recursos
325. Para além do fomento indireto: os mecanismos automáticos e o Fundo Setorial do Audiovisual
33Os mecanismos automáticos
34O Fundo Setorial do Audiovisual (FSA)
356. Um epílogo: as políticas para o audiovisual no primeiro governo Dilma (2011--2014)
36A nova gestão do MinC: descontinuidades e retrocesso
37A Ancine e a busca de ações estruturantes
38Agradecimentos