
Length17h 3m
About this audiobook
Este livro aborda a vida do ervateiro paranaense Caetano José Munhoz (1817-1877), investiga as suas origens familiares e refere-se aos seus descendentes, dentre os quais incluem-se ex-governadores do Paraná e outras figuras importantes da sociedade local. Durante mais de cem anos, a partir da terceira década do século XIX, essa sociedade teve no mate a sua principal fonte de riqueza. Caetano ocupou um lugar de relevo nas fases iniciais dessa atividade econômica. Ele foi o segundo a implantar engenho de erva mate no planalto curitibano. E o primeiro, em Curitiba, a utilizar o vapor como fonte de energia. Além de ervateiro, foi tenente-coronel da Guarda Nacional, exerceu por duas vezes o mandato de deputado à Assembleia Provincial e as funções de juiz municipal substituto. O livro procura assim caracterizar -- a partir dos fatos relacionados não só à vida de Caetano mas também à de seus familiares, especialmente seus ancestrais -- o contexto sócio-econômico e político deles, que é o da comarca de Curitiba, subordinada à província de São Paulo, e após 1853, o da província do Paraná emancipada. No tempo, o trabalho se estende desde os fins do século XVIII até o final do Império, e no espaço, do litoral à serra acima , abrangendo assim a região do chamado Paraná Tradicional. O livro apoia-se em diversas fontes historiográficas, especialmente em ampla pesquisa realizada nos periódicos da época.
Audiobook details
GenrePsychology, Biography and Memoir
Length17 hrs 3 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJan 11, 2013
LanguagePortuguese
Table of contents
1Domingos van Erven
26.7- Escravos da família- p.526 6.8- Falecimento de CJM- p.545
3juiz municipal
4(6) OLIVEIRA, R.C.de – op. cit., p.40
5longa
Show all chaptersShow less
6fornecer
7tal
8contato
9seguintes
10Resumindo as
11Além disso, Bento era
12O
13localizavam-se no
14importava
15cavalar e lanígero, produziam feijão e, sobretudo, erva-mate (32).
16Imperial à
17fossem
18Florêncio casou-se com uma
19O Contrato das Passagens do rio Cubatão
20lusotropicalista, não
21rio
22No Dicionário de Ermelino de Leão consta o
23Os mapas anexos (63) mostram a localização
24citada, compunha-se dos
25Assim prosseguem os autores:
26―restauradores de
27Após essa
28De origem medieval, as voluntárias de
29Irmandade de Misericórdia de Paranaguá confirma o que foi dito acima:
30Segundo Caio Prado Jr
31e
32revista no
33―Munhoz‖ no
34―Memória Histórica de
35(15) SANTOS, A. Vieira dos – op cit, v.I, p.163-4
36(43) SANTOS, A. Vieira dos—op cit, v. I, p.376-377.
37(73) SANTOS, A. Vieira dos— op cit, v.I, p.251-252.
38(78) Apud SANTOS, A. Vieira dos— op cit, v.I, p.265
39(artigo:
40(103) SANTOS, A. Vieira dos— op cit, v. I, p. 244, 384.
413.3- CJM: nascimento e infância em Paranaguá
42(1) MUNHOZ, Alcides—―Folhas Cadentes‖, op cit, p.11.
43E prossegue Octavio Ianni:
44(1) IANNI, Octavio—―As Metamorfoses do Escravo‖- op cit, p. 94.
45Para aproveitar
46da
47o seguinte:
48C.M.Westphalen assim se refere a CJM na
49idêntica
50imprimir os