
Length8h 52m
About this audiobook
Em A Guerra do Leda , Parsondas de Carvalho narra com riqueza de detalhes os conflitos que abalaram o interior do Maranhão no final do século XIX, com foco na região de Grajaú. Publicados originalmente como artigos no jornal A Pacotilha , os relatos revelam uma época marcada por disputas políticas intensas, rivalidades entre famílias, abusos de poder e tragédias humanas. A obra aborda episódios dramáticos como a resistência à opressão, perseguições sangrentas e o colapso da ordem social, oferecendo um retrato fiel às políticas e sociais da época. Com uma linguagem apaixonada e analítica, o autor explora não apenas os acontecimentos violentos, mas também as relações de poder e as injustiças que moldaram o cenário local. Mais do que um registro histórico, A Guerra do Leda é um documento contundente sobre a luta pelo poder, a corrupção e os desafios enfrentados por uma sociedade dividida. Esta obra imortaliza um capítulo sombrio da história maranhense e convida o leitor a refletir sobre os erros e aprendizados do passado.
Audiobook details
GenreHistory, Biography and Memoir
Length8 hrs 52 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJan 4, 2025
LanguagePortuguese
Table of contents
1A Guerra do Leda
2PRIMEIRA PARTE
3CAPÍTULO XII: A CARNIFICINA DE DEZEMBRO..... ............. . 96
4CAPÍTULO XV: LIBERDADE ELEITORAL ANTES DA
5Despotismo militar. Fuga dos Coelhos. Concretização de
Show all chaptersShow less
6PREFÁCIO
7O GRAJAÚ Últimos acontecimentos do Estado do Maranhão no século XIX
8São os
9CAPÍTULO I OS ANTECEDENTES
10dentro em pouco, lhe ia para sempre fechar os olhos.
11Vila da Chapada.
12Uma comarca em perigo
13Grajaú, 12 de novembro de 1897. — Soares Filho.
14É estupefaciamente esta declaração de um membro da magistratura
15queira que não o poupasse, lhe não o pouparia.
16dade.
17O homem põe e Deus dispõe, escreveu Alexandre Dumas, epigra-
18os outros.
19dos os bens?
20tradições para esta América.
21O chefe de polícia que isto ordenou chama-se Sebastião Braga e é
22Depois disto, Leão Leda, cessando de hesitar, resolveu mudar-se de-
23Dirigiu-me então uma carta da qual destaco para publicar os períodos
24na comarca de Grajaú, resistiu à prisão, legalmente decretada.
25Segue daí para Maranhão sem vir aqui? Disponha
26Julguei-me desconsiderado, impotente para deter aquela gente naque-
27volveste.
28Leonardo não deu conta da comissão, nem consta que restituísse o
29riamente.
30CAPÍTULO V OS PREPARATIVOS DEPOIS DA RESISTÊNCIA O protocolo.
31beu as seguintes clausulas:
32É uma historia escrita com sangue.
33Cordilheira – 1891.
34silvo parecido com o da cascavel.
35Muitos haviam temido excessos dos ―cabras‖ da Boa Vista, que Leão
36CAPÍTULO VII O DESFAZER DA ILUSÃO
37SEGUNDA PARTE A MATANÇA
38nos.
39toma a figura e proporções de um rio.
40que seja o uso de ferrar os cascos dos animais.
41grande mata, dentro da qual nessa altura nasce o rio Gurupi.
42mentos de norte a sul.
43Grajaú desce para o norte.
44léguas.
45tinha o costume de pegar gado alheio‖.
46com Araújo Costa em 1868.
47Pouco importa que materialmente se lhe possa assinalar algum pro-
48Um meio assim degradado só pode produzir Raimundo Ema.
49Pereira de Barros e seu irmão Antônio, ambos governistas.
50Segundo depois informou um jornal inglês, esse Dr. Falb nunca exis-