
A arte nova e o novo na arte na filosofia de Theodor W. Adorno
By Luciana MolinaLength5h 8m
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Fruto de dissertação de mestrado defendida pela autora no Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UFMG em 2014 sob orientação do prof. Dr. Eduardo Soares Neves Silva, este livro tem como objetivo principal realizar uma interpretação da filosofia de Theodor W. Adorno que problematize o estatuto do novo na arte. A importância desse assunto se deve à compreensão, defendida pelo filósofo, de que a busca pelo novo na arte moderna tem como modelo o fetichismo da mercadoria. A proposta, então, é a de diferenciar a aparência de novidade da indústria cultural e o novo na arte, ressaltando como que este último assegura o caráter de verdade da arte. Além disso, pretende-se mostrar que o novo na arte moderna, mais que uma ideologia modernista, deriva do modo como Adorno interpreta a tradição dialética e a concepção romântica de obra de arte original. O livro conta com prefácio escrito pelo professor da UFMG Eduardo Soares Neves Silva.
Audiobook details
GenreOther
Length5 hrs 8 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
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Publish dateJun 30, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
2INTRODUÇÃO
3CAPÍTULO 1. NO ENCALÇO DA ORIGINALIDADE: A HERANÇA ROMÂNTICA SOB O PRISMA DA DIALÉTICA NEGATIVA
4ROMANTISMO E AVANT-GARDISME
5RESSALVAS AO IDEAL DE GÊNIO, RECONHECIMENTO DO GENIAL
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6AUTONOMIA E NOMINALISMO: A CRÍTICA DE ADORNO AOS ESTILOS, À ESTÉTICA DE GÊNEROS E À INDÚSTRIA CULTURAL
7A RELEVÂNCIA DA DISCUSSÃO DO NOVO NA ARTE E NA INDÚSTRIA CULTURAL
8A LEGALIDADE EXTRAESTÉTICA DOS PRODUTOS DA INDÚSTRIA CULTURAL
9INDÚSTRIA CULTURAL, LOCALISMOS E GLOBALIZAÇÃO
10FILOSOFIA DA IDENTIDADE E ENCANTAMENTO PELA ARTE CLÁSSICA: RELAÇÕES ENTRE A DIALÉTICA NEGATIVA E A TEORIA ESTÉTICA
11O NOVO E A DIALÉTICA NEGATIVA
12CAPÍTULO 2. ARTE NOVA E DESARTIFICAÇÃO
13A OBRA DE ARTE COMO MÔNADA DIALÉTICA
14ANTIARTE E DESARTIFICAÇÃO
15ANTIARTE E REFUNCIONALIZAÇÃO
16O CASO HÉLIO OITICICA
17CAPÍTULO 3. ARTE NOVA, UTOPIA E CATÁSTROFE: A ARTE COMO NEGAÇÃO DETERMINADA DA CULTURA ADMINISTRADA
18A RELAÇÃO ENTRE UTOPIA E REALIDADE
19RECUSA DOS DISCURSOS ESCATOLÓGICOS E INCLUSÃO DA ESCATOLOGIA NA ARTE
20O EMPOBRECIMENTO E O MUTISMO COMO DISCURSO AUTORREFLEXIVO SOBRE A CATÁSTROFE
21UTOPIA NEGATIVA E ARTE
22CONCLUSÃO