
Quais As Barreiras Da Transexualidade No Brasil E O Apoio Jurídico A Esta Identidade De Gênero
By José Luiz GiffoniLength1h 44m
About this audiobook
Esta obra foi o resultado de uma pesquisa analisou, quais os fatores que influenciam e as barreiras impostas no Brasil, para as pessoas transexuais e qual o apoio jurídico a esta condição, quando a pessoa verifica sua opção de gênero diferente do seu tipo social, onde ela verifica que nasceu em um corpo errado, que não lhe pertence. Onde para começar a se sentir em paz com seu ego, tem a primeira barreira, que é a divulgação de sua condição para seus familiares e depois para seus amigos. A escolha desse tema se justifica em saber realmente, quais as barreiras da transexualidade na região nordeste do Brasil e o apoio jurídico a esta opção. Esse trabalho foi realizado antes da aprovação pelo Superior Tribunal Federal da Ação Direta de Inconstitucionalidade ADI 4275 em 1 de março de 2018, que dispõe sobre os registros públicos, no sentido de ser possível a alteração de prenome e gênero no registro civil mediante averbação no registro original, independentemente de cirurgia de transgenitalização. Muito se sabe que a evolução social é uma constante e vem se demonstrado através dos séculos, por todo nosso planeta. Onde os costumes, gostos, religiões, organizações do estado, as leis e principalmente o fator psicológico estão em constante movimento evolutivo. Vivemos em um país de dimensões intercontinentais, temos além das diferenças econômicas, um salto muito grande nos costumes herdados pelas miscigenações de muitas etnias, resultado esse motivado pela nossa colonização. Com isso temos muitas vezes um salto nas características de nossa sociedade, onde alguns costumes que parecem normais e corriqueiros em uma região, são absurdos e estranhos em outras. O problema da pesquisa se volta, para o questionamento sobre o apoio do sistema judiciário nacional e principalmente na região nordeste, com ênfase na Bahia onde até onde a letra fria da Lei pode vencer o preconceito dos juízes e das juízas. Trata-se de pesquisa bibliográfica e documental que utiliza fontes de informação através de legislação, súmulas, jurisprudências, análise de acórdãos encontrados nos Tribunais Regionais do Trabalho, Tribunal Superior do Trabalho e Normas Regulamentadora, livros e artigos científicos, bem como visitas a sites especializados quanto à temática em questão. Utiliza-se o método qualitativo na pesquisa para a análise dos conteúdos. Concluiu-se, quando falamos nas barreiras da transexualidade na região nordeste do Brasil e o apoio jurídico a esta opção, iremos relatar o que de fato ocorre desde o núcleo social, no nosso caso a família das diversas regiões do nordeste brasileiro. Sempre analisando realmente como foi essa relação na história da humanidade, mostrando que este fato é mais antigo do que possa ser imaginado, mas sempre marginalizado pelas religiões modernas, ou seja, as que evoluíram do Cristianismo Europeu, principalmente na Idade Média. Com isso poderemos fazer uma análise história e ver realmente o nosso problema pontuado na sociedade Baiana e em nosso sistema judiciário.
Audiobook details
GenrePsychology
Length1 hr 44 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 5, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1TRANSEXUALIDADE NO BRASIL E O
26SÍMBOLO AGENDER: VERSION GENDERVOID
2O QUE É DE FATO “TIPO” E “GÊNERO”
27SÍMBOLO TRAVESTI N – B
3CRIA-SE A EXPRESSÃO “GÊNERO” DISTINGUINDO-SE DO “TIPO” 23
28SÍMBOLO THIRD GENDER / TERCEIRO
4O ESTUDO DE GÊNERO PELO FEMINISMO
29PESSOAS TRANSGÊNERO E TERCEIRO GÊNERO
5TERCEIRO GÊNERO E TERCEIRO SEXO
30Figura 22 - Capa da novela de ficção lésbica 1959 de Artemis Smith The Third Sex.
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6TRANSEXUALIDADE E TRANSGENERIDADE.
31CONSIDERAÇÕES PARCIAIS – TIPO E GÊNERO
7CRIAÇÃO DO MOVIMENTO LGBT
322.6.18
8Figura 1 - Protesto a favor dos direitos dos homossexuais em Nova Iorque, em
33GÊNERO
9DIVERSIDADE DE OPÇÕES DE SEXUALIDADE LGBT
34O TERCEIRO SEXO NO DECURSO DA HISTÓRIA
10SÍMBOLO FEMALE OU FÊMEA
35TIPO E GÊNERO NA PRÉ HISTÓRIA
112.6.2 SÍMBOLO MALE
36Figura 23 - Imagem representando um pequeno clã pré-histórico.
12SÍMBOLO BIGENDER OU BISSEXUALIDADE
37Figura 24 - Estatuas da deusa Géia a Vênus da Fertilidade.
13Figura 6 - Ménage à trois retratado num mural de Pompeia. O ménage à trois é
38Figura 25 - Surgem as primeiras estátuas Masculinas de bronze, representando os
14SÍMBOLO ANDROGYNER, ANDRÓGINA OU ANDROGINIA
39IDADE ANTIGA ORIENTAL
15Figura 8 - Representação gráfica medieval de um ser humano andrógino tirado do
40IDADE ANTIGA OCIDENTAL
16SÍMBOLO NEUTROIS OU NEUTROS
41IDADE ANTIGA NAS AMÉRICAS
17SÍMBOLO AGENDER / GENDERLESS
42A HOMOSSEXUALIDADE NA HISTÓRIA DO BRASIL
18SÍMBOLO INTERGENDER OU INTREGÊNEROS
433.6
19INTREGÊNEROS
443.7.
20SÍMBOLO DEMIBOY
45A INTERPRETAÇÃO JURÍDICA NA IDADE ANTIGA
21SÍMBOLO DEMIGIRL
46ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO
22SIMBOLO GENDERQUEER/NON-BINARY–GÊNERO QUEER/NÃO
47A FORMAÇÃO DA PERSONALIDADE HUMANA
23SIMBOLO PANGENDER / POLYGENDER
48DEFINIÇÃO DE TIPO E GÊNERO
24SÍMBOLO EPICENE
49DIREITO SOB COAÇÃO DA CIRURGIA RE REDESIGNAÇÃO SEXUAL
25SÍMBOLO GENDERFLUID – GÊNERO FLUIDO
504.1.3.