
Os Determinantes da Estrutura de Capitais
O Caso das Empresas Brasileiras Não-Financeiras de Capital Aberto : Teoria dos Efeitos Fiscais e dos Custos de Insolvência (Trade-Off), Teoria da Agência, Teoria da Assimetria de Informações e Teoria Baseada na Estratégia e no ControleBy Ana Célia de Oliveira PradoLength5h 42m
About this audiobook
A globalização trouxe às empresas brasileiras um conjunto de desafios para adequar-se aos novos padrões de competitividade, passando por grandes transformações, com seus produtos e serviços tendo que competir em preço e qualidade a nível internacional. Diante deste contexto, para atingir seus objetivos, as empresas necessitaram cada vez mais da utilização de recursos para investimentos que promovam seu crescimento, modernização e manutenção no mercado, daí a importância do aprofundamento no estudo das decisões financeiras para aumentar o valor da empresa.
O livro apresenta uma análise de 207 empresas brasileiras não-financeiras de capital aberto no tocante à identificação dos determinantes do seu endividamento, no período de 1999 a 2003. Os resultados obtidos demonstram que as variáveis (tangibilidade, oportunidades de crescimento, rentabilidade e flexibilidade financeira) são estatisticamente significativas e, por isso, constituem fortes determinantes das decisões de financiamento das empresas. As outras variáveis estudadas (taxa média de impostos, outros benefícios que não o de endividamento, tamanho, volatilidade e classificação do setor de atividade) não mostraram suficiente significância estatística para explicarem as decisões de financiamento, levando a conclusão das variáveis que influenciaram as empresas na busca do endividamento.
Audiobook details
GenreBusiness and Economics
Length5 hrs 42 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateApr 19, 2021
LanguagePortuguese
Table of contents
11. INTRODUÇÃO
21.1. BREVE DESCRIÇÃO DA ÁREA DE PESQUISA
31.2. FONTES DE FINANCIAMENTO DAS EMPRESAS NO BRASIL
41.3. OBJETIVOS DO ESTUDO
51.4. PLANO DE APRESENTAÇÃO
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62. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
72.1. ABORDAGEM BASEADA NOS EFEITOS FISCAIS E NOS CUSTOS DE INSOLVÊNCIA
82.1.1. INTRODUÇÃO
92.1.2. O MODELO ORIGINAL DE MODIGLIANI E MILLER
102.1.3. A ÓTICA DA TRIBUTAÇÃO DO RENDIMENTO DAS EMPRESAS E DOS PARTICULARES
112.1.4. A ÓTICA DOS CUSTOS DE INSOLVÊNCIA
122.2. ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA TEORIA DA AGÊNCIA
132.2.1. INTRODUÇÃO
142.2.2. O ENDIVIDAMENTO COMO FORMA DE RESOLUÇÃO DOS CONFLITOS ENTRE ADMINISTRADORES E ACIONISTAS
152.2.3. O ENDIVIDAMENTO COMO FORMA DE RESOLUÇÃO DOS CONFLITOS ENTRE ACIONISTAS E CREDORES
162.3. OS EFEITOS DA ASSIMETRIA DA INFORMAÇÃO SOBRE A ESTRUTURA DE CAPITAIS
172.3.1. INTRODUÇÃO
182.3.2 A SINALIZAÇÃO VIA ESTRUTURAS DE CAPITAIS
192.3.3. A ASSIMETRIA DE INFORMAÇÕES
202.3.4 A HIPÓTESE DE PECKING ORDER
212.4. OUTRAS LINHAS DE INVESTIGAÇÃO BASEADAS NA ESTRATÉGIA E NO CONTROLE
222.4.1. INTRODUÇÃO
232.4.2. MODELOS BASEADOS NA ESTRATÉGIA
242.4.3. MODELOS BASEADOS NO CONTROLE
252.5. RESUMO
263. DESCRIÇÃO DA METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO
273.1. HIPÓTESE E DEFINIÇÃO DAS VARIÁVEIS
283.1.1. ABORDAGEM BASEADA NOS EFEITOS FISCAIS E NOS CUSTOS DE INSOLVÊNCIA
293.1.1.1. EFEITOS FISCAIS
303.1.1.1.1. Taxa Média de Impostos
313.1.1.1.2. Outros Benefícios Fiscais que Não o de Endividamento
323.1.1.2. CUSTOS DE INSOLVÊNCIA (FALÊNCIA)
333.1.1.2.1. Risco do Negócio (Volatilidade)
343.1.1.2.2. Composição dos Ativos Fixos (Tangibilidade)
353.1.1.2.3. Oportunidades de Crescimento
363.1.1.2.4. Tamanho (Dimensão)
373.1.2. ABORDAGEM NA PERSPECTIVA DA TEORIA DA AGÊNCIA
383.1.2.1. COMPOSIÇÃO DOS ATIVOS FIXOS (TANGIBILIDADE)
393.1.2.2. OPORTUNIDADES DE CRESCIMENTO
403.1.3. EFEITOS DA ASSIMETRIA DE INFORMAÇÃO SOBRE A ESTRUTURA DE CAPITAIS
413.1.3.1. RENTABILIDADE
423.1.3.2. TAMANHO (DIMENSÃO)
433.1.3.3. OPORTUNIDADES DE CRESCIMENTO
443.1.3.4. COMPOSIÇÃO DOS ATIVOS FIXOS (TANGIBILIDADE)
453.1.3.5. FLEXIBILIDADE FINANCEIRA
463.1.4. OUTRAS LINHAS DE INVESTIGAÇÃO BASEADAS NA ESTRATÉGIA E NO CONTROLE
473.1.5. RESUMO DAS HIPÓTESES
483.2. CARACTERIZAÇÃO DA AMOSTRA
493.2.1. BANCO DE DADOS
503.2.2. ESCOLHA DO PERÍODO DE ANÁLISE DA AMOSTRA