
Filosofia vs. Ciência
as atividades filosófica e científica em contraste (ou por que o naturalismo filosófico é uma barbárie)By Emerson Carlos ValcarenghiLength18h 59m
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Este livro discute o conceito de atividade filosófica em um contraste com o conceito de atividade científica. Seu principal objetivo é fornecer argumentos que nos permitam compreender com mais clareza o tipo de atividade intelectual cujo produto designamos de "filosofia".
Audiobook details
GenrePhilosophy
Length18 hrs 59 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
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Publish dateJan 2, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1Introduction
243.2 Propriedades que fazem a distinção entre as atividades intelectuais exercidas por filósofos e cientistas
21 INTRODUÇÃO
253.3 Uma dialética envolvendo (PF) e (PC): objeções e contraobjeções
32 A CONCEPÇÃO ANALÍTICA TRADICIONAL DE FILOSOFIA É A ÚNICA LEGÍTIMA POSSÍVEL
263.4 Não pode haver contribuição recíproca entre as atividades filosófica e científica
42.1 Breves observações desmistificadoras acerca do surgimento da atividade filosófica na história
273.5 Os métodos científicos e filosóficos e suas supostas capacidades de resolverem ou contribuírem para a resolução dos problemas alheios
52.2 Metafilosofia continental: a dialética e a hermenêutica
283.5.1 A metodologia científica não é capaz sequer de contribuir para a resolução de problemas filosóficos
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62.3 Diversidade filosófica ou mais confusão?
293.5.2 Observações sobre a eficiência/eficácia de métodos aposteriorísticos não-científicos no exercício da atividade filosófica
72.4 Problemas filosóficos e problemas ordinários
303.5.3 A metodologia filosófica não é capaz de contribuir para a resolução de problemas científicos
82.5 A atividade filosófica de acordo com a concepção naturalista/naturalizada
313.6 Algumas observações complementares sobre a natureza das agências intelectuais de filósofos e cientistas
92.6 Uma breve discussão acerca da analiticidade
324 A METODOLOGIA FILOSÓFICA: PERTINÊNCIA, EXCLUSIVIDADE E RELEVÂNCIA
102.6.1 A distinção analítico-sintético
334.1 Observações preliminares
112.6.2 Complicações para a atividade de se analisar conceitos e suas soluções
344.2 A intuição racional/intelectual e a intuição empírica: alguns quiproquós
122.6.2.1 Propostas de análise conceitual, sentenças analíticas e sinonímia
354.2.1 Uma discussão sobre as posições (I)-(IV)
132.6.2.2 O paradoxo da análise e outras perplexidades
364.2.1.1 A intuição racional/intelectual é um tipo de crença ou envolve algum tipo de crença?
142.6.2.2.1 Versões do paradoxo: preparando a solução
374.2.1.2 A intuição racional/intelectual pertence legitimamente à metodologia filosofia: uma explicação sobre as intuições racional/intelectual e empírica, sobre as classificações de casos (hipotéticos e observacionais) e sobre a filosofia experimental
152.6.2.2.2 Apurando responsabilidades: a resolução do paradoxo da análise
384.3 Conhecimento de contrafactuais e conhecimento filosófico
162.6.2.2.3 Algumas perplexidades adicionais: crença em identidades/igualdades matemáticas, não-matemáticas e em algumas equivalências especiais
394.4 A intuição conceitual: um esboço
172.6.2.2.4 Algumas considerações adicionais sobre a forma das sentenças analíticas e outras relações importantes
404.4.1 Conhecimento modal: imaginação vs. percepção
182.6.3 Sentenças analíticas stricto sensu e lato sensu
414.4.2 O caso-desafio à concepção Kripke-Putnam
192.6.4 A oposição de Kripke a algumas teses tradicionais acerca da analiticidade
424.4.3 O tratamento de algumas objeções ao caso-desafio: mais casos-desafio à concepção Kripke-Putnam
202.6.5 Algumas dificuldades para a concepção de Kripke
434.4.4 Metodologia filosófica e infalibilidade
212.6.6 Kripke e o essencialismo a posteriori
44CONSIDERAÇÕES FINAIS
223 ATIVIDADE FILOSÓFICA VS. ATIVIDADE CIENTÍFICA
45APÊNDICE
233.1 A agenda de questões