
Surdos
Processo Ensino Aprendizagem na Distorção Idade-Série dos Alunos Surdos do Ensino Fundamental e MédioBy Raquel Mendes da CostaLength3h 32m
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Em meio às incertezas e dificuldades vivenciadas pela sociedade contemporânea, em áreas distintas, buscou-se conhecer o processo de ensino aprendizagem na distorção idade-série dos alunos surdos, identificando os principais recursos didáticos utilizados pelo professor, com foco no desenvolvimento da autonomia desses alunos. Importante se faz detalhar de que forma a prática docente contribui para a aprendizagem dos discentes, descrevendo as propostas inclusivas desenvolvidas pela escola, na tentativa de garantir a participação e interação dos alunos do Ensino Fundamental e Médio junto às turmas regulares, no intuito de promover a aprendizagem. A pesquisa detalha a didática e como ocorre a promoção no processo de ensino aprendizagem dos alunos surdos, trazendo discussões sobre a deficiência, que em muitas situações é interpretada e utilizada tanto como fator de promoção quanto de retenção para séries subsequentes, ressaltando-se ainda que muitos docentes não dispõem de capacitação para avaliarem o processo de desenvolvimento dos alunos surdos e isso, de certa forma, influencia diretamente na aprendizagem e sua autonomia.
Audiobook details
GenreEducation and Learning
Length3 hrs 32 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 3, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1AGRADECIMENTOS
2CAPÍTULO I - A TEMÁTICA DA SURDEZ NO PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM
31.1 DISTORÇÃO IDADE SÉRIE
41.2 RECURSOS DIDÁTICOS
51.3 RECURSOS MATERIAIS: 1.3.1 Condições físicas da sala de aula
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61.4 FORMAÇÃO DOCENTE
71.5 PRÁTICA DOCENTE
81.5.1 Prática Pedagógica
91.5.2 Prática Disciplinar
101.5.3 Prática Investigativa
111.6 DIDÁTICA
121.6.1 Planejamento do ensino aprendizagem
131.6.2 Avaliação do ensino aprendizagem
141.6.3 Língua de sinais
151.6.4 Relações Interpessoais
161.6.5 Autoritária
171.6.6 Permissiva
181.6.7 Democrática
191.7 PROCESSO DE INCLUSÃO
20CAPÍTULO 2 - ASPECTOS SÓCIO INTERATIVOS DO ALUNO SURDO NO AMBIENTE ESCOLAR
212.1 AUTONOMIA DO ALUNO SURDO NO AMBIENTE ESCOLAR
222.2 INTERAÇÃO COM OS DEMAIS ALUNOS
232.3 INTÉRPRETE
242.4 CONVIVÊNCIA
252.5 CONHECIMENTO DE LIBRAS
26CAPÍTULO 3 - BASE LEGAL E ÉTICA: ENTENDENDO AS ESTRUTURAS LEGAIS
273.1 CONSTITUIÇÃO FEDERAL, 05 DE OUTUBRO DE 1988
283.1.1 Legislação da Língua Brasileira de Sinais – Libras Assegurada na Constituição Brasileira (Lei nº 10436, de 24 de abril de 2002)
293.1.2 Declaração Mundial sobre Educação para Todos – Artigo 3. (Jomtien, Tailândia de 5 a 9 de março de 1990)
303.1.3 Declaração de Salamanca – Introdução - (Salamanca, Espanha 07 e 10 de junho 1994)
313.1.4 Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional – LDBEN (Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996)
323.1.5 Plano Nacional de Educação (Lei nº 10.172, de 09 de janeiro de 2001
333.1.6 Decreto nº 6.094/2007, que cria o Plano de Desenvolvimento da Educação
343.1.7 Lei nº 10.880, de 9 de junho de 2004 Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar – PNATE
353.1.8 Decreto nº 37. 106, de 1955, cria programa nacional de alimentação escolar
363.1.9 Parâmetros Curriculares Nacionais para Educação Especial (Resolução CNE/CEB nº 02, de 11 de setembro de 2001).
37CAPÍTULO 4 - TRAJETÓRIA E PROCEDIMENTOS DA PESQUISA
384.1 DESCRIÇÃO DA PESQUISA: 4.1.2 Definição conceitual
394.2 OPERACIONALIZAÇÃO DAS VARIÁVEIS
404.3 MARCO METODOLÓGICO
414.3.1 Enfoque da pesquisa
424.3.2 Nível de profundidade da pesquisa
434.3.3 Desenho da pesquisa
444.3.4 População
454.3.5 Descrição da população
464.4 TÉCNICAS, INSTRUMENTOS E PROCEDIMENTOS PARA COLETA DE DADOS
474.4.1 Instrumento de coleta de dados
484.4.2 Procedimento de coleta de dados
494.5 MARCO ANALÍTICO
504.5.1 Procedimento para análise dos dados