
Length1h 59m
About this audiobook
O mundo mudou. O mundo sempre muda. Perpetuum Mobile: expressão latina para designar movimento infinito. E nesse novo mundo, a música clássica, erudita, é completamente dispensável. O efeito que Mahler produzia com centenas de músicos pode ser alcançado com um DJ e uma caixa de som. Sorry, it's over, a música clássica morreu! Os moralistas músicos de conservatório aliados aos burgueses da arte contemporânea dirão: É o fim da Música! A raça humana está cada vez mais estúpida, não há nem modulações na música de mercado! . Não passam de copistas, escribas com raiva de Gutenberg. Para que modular? Se fosse preciso, os músicos pop o fariam! Acreditem, eles não são nada estúpidos… Assim, o tema deste livro não é só a morte da música clássica – este tema é velho e a música erudita de concerto só subsiste graças à piedade do Estado! O que também analiso é o discurso de muitos intelectuais que tanto odeiam qualquer manifestação musical que dialoga com a sociedade de mercado. Por que eles têm tanto ódio da música pop e exaltam tudo o que é velho: a música clássica, o Jazz? Não seria um ressentimento disfarçado de crítica musical embasada?
Audiobook details
GenreOther, Spirituality and Religion
Length1 hr 59 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJul 5, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1Agradecimentos
2ABSTRACT
3Resentment? An envy masked of theory?
4Résumé
5INTRODUÇÃO
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611.1. A História da Música pelo viés da intensidade sonora
7INTRODUÇÃO
8como o nosso.
9carta destinada ao parceiro comunicando o fim até o envio de um
10Apenas sobrevivem os que se adaptam, não necessariamente os
11Sobre este tipo de crítica, Sébastian Charles nos lembra:
124 CHARLES in LIPOVETSKY, 2004, p.13.
13são as mesmas.
14Dito isso, vamos ao presente!
15Faustão?!”.
1610 Esta entrevista está disponível
17<https://www.youtube.com/watch?
18Ao presenciar um show de uma artista pop como Madonna, não nos
19claro, da imagem construída de Madonna).
20Neste ponto, sugiro que olhemos para uma interessante contradição:
21Corrêa de Oliveira, que afirma em sua tese de doutoramento:
22Para comprovar esta afirmação vou comparar o que dizem alguns
23de mestrado, ou ainda ao video da apresentação de meu artigo:
24Pode-se até pensar que, como uma filósofa que tem frequentes
25Vladimir Safatle, filósofo conhecedor da música e até mesmo
26anteriormente.
27Por que recorrer a Marx?
28musical. Entendemos por ele uma beleza que [...] não necessita de um
2927 HANSLICK, p.41.
309.1. A feiura dos intelectuais
31Já mostrei anteriormente os discursos que culpabilizam o capitalismo
32Atrativo (ainda que Destrutivo) Sedutor da Música Alta] analisa de modo bem
33um concerto erudito, em que há momentos de pianíssimo, rapidamente
34sonoro no ouvido:
35A orquestra estava fazendo o seu trabalho perfeitamente e não tinha
36sussurro.
37Contudo, há um outro dado que entra neste complexo cenário: o
38Portanto, não vemos razão para apresentarmos uma visão moralista
39Outro interessante exemplo de choque e resistência quanto aos novos
40gravação musical em algum suporte material (vinil, fita ou cd), pela primeira
41O Funk atualmente é um fenômeno que, queiramos ou não, faz parte
42preparo e repertório, preferem olhar para outros objetos, deixando espaço
4317 milhões de acessos.
44Pode-se sintetizar toda a letra da seguinte maneira51:
45Em Ô Xanaína, a obscenidade é ritmada em um compasso
4652 A palavra “boga” tem o sentido de ânus.
47duas palavras (“Janaína” e “Xana”).
48Analisando as palavras “Xanaína” e “Janaína”, conclui-se que a base
49O procedimento metafórico continua nos momentos em que as
50Maffesoli é categórica: