61.1.2 Autonomia como ‘dignidade moral’ – legado kantiano
254.1.2 Vita activa X Vita contemplativa na nossa tradição: dicotomia do início ao fim
71.2 Morte de Deus e crise da tradição ocidental: o problema de uma compreensão contemporânea sobre a medida de todas as coisas
264.1.3 Desmundanização do mundo: entre a crise e a ruptura da tradição
81.2.1 Metafísica em chamas
274.2 Eichmann, o anti-autônomo X Sócrates, o grande autônomo
91.2.2 O niilismo como desafio hermenêutico
284.2.1 Eichmann: o adesista-burocrata
102 BYUNG-CHUL HAN E A CRÍTICA DA AUTONOMIA NEOLIBERAL: RESSIGNIFICAÇÃO NIILISTA DA LIBERDADE HUMANA
294.2.2 Sócrates: o filósofo-atuante
112.1 Individualismo niilista neoliberal na concepção de autonomia
305 AUTONOMIA POLÍTICO-PLURAL: UMA ‘MEDIDA DE SI’ POR CAMINHOS ARENDTIANOS
122.1.1 Autonomia niilista neoliberal: do desempenho ao esgotamento por autoexploração
315.1 Reinscrição da noção de autonomia
132.1.2 Autonomia niilista neoliberal: da autoexposição voluntária ao panóptico digital
325.1.1 Da lógica (totalitária) ao pensamento: sobre autoridade
142.1.3 Autonomia niilista neoliberal: do entretenimento ao embotamento da cidadania
335.1.2 Do comportamento à ação: sobre liberdade
153 AUTONOMIA E NEGATIVIDADE EM BYUNG-CHUL HAN: PARA ALÉM DA EMANCIPAÇÃO, DA INDEPENDÊNCIA E DA LIVRE INICIATIVA
345.1.3 Do clichê ao discurso: sobre verdade
163.1 Estratégias de transposição do ‘eu-desempenho’ em Han
355.2 Cuidado de si e cuidado do mundo: a faculdade do juízo como via de articulação entre pensamento, ação e discurso
173.1.1 Transposição do eu-desempenho pelo EROTISMO
365.2.1 Cultivando oásis no deserto
183.1.2 Transposição do eu-desempenho pela IDIOTIA
375.2.2 “Onde quer que vás, serás uma pólis”
193.1.3 Transposição do eu-desempenho pelo próprio CANSAÇO
38CONSIDERAÇÕES FINAIS