6IV. Organização do trabalho
644.1 Corvo, Flores e Graciosa: contextualização demográfica e migratória
71 TERRITÓRIOS INSULARES E MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS: ENQUADRAMENTO CONCEPTUAL
654.1.1 Evolução demográfica e estrutura atual da população açoriana
81.1 Os territórios: o planeta insular: do arquipélago-mundo à “nanoilha”. Definições e tipologias
664.1.2 Breve caracterização da estrutura socioeconómica das ilhas açorianas
91.1.1 Do “lugar” à noção de (multi)território(s)
674.1.3 Caracterização da imigração estrangeira nas três ilhas dos Açores
101.1.2 Áreas de baixa densidade — clarificação de um conceito subjetivo
684.2 El Hierro e La Gomera: contextualização demográfica e migratória
111.1.3 Do Planeta insular à “nanoilha”
694.2.1 Evolução demográfica e estrutura atual da população canária
121.1.3.1 Conceito de ilha, que critério? Da noção básica à complexidade conceptual
704.2.2 Caracterização geral da estrutura socioeconómica das ilhas Canárias
131.1.3.2 Insularidade — posição ou algo mais?
714.2.3 Caracterização dos imigrantes estrangeiros nas duas ilhas das Canárias
141.2 Migrações internacionais: principais questões conceptuais e novas perspetivas teóricas
724.3 Características partilhadas e divergentes entre as cinco ilhas analisadas
151.2.1 Migração e imigrante estrangeiro — abordagem conceitual
735 CASOS DE ESTUDO: AS ILHAS DE BAIXA DENSIDADE COMO NOVOS ESPAÇOS DE CONVERGÊNCIA MIGRATÓRIA
161.2.1.1 Migração: uma forma de mobilidade geográfica
745.1 Estudo de caso dos Açores: Corvo, Flores e Graciosa
171.2.1.2 Imigrante estrangeiro: naturalidade ou nacionalidade?
755.1.1 Dinâmicas globais e perfis da população imigrante estrangeira açoriana
181.2.2 Da formação de comunidades de diáspora ao processo multiterritorial transnacional
765.1.2 O circuito migratório: da condição de “não emigrante” à situação de “imigrante insular açoriano”
191.2.3 Impactos das migrações internacionais no desenvolvimento dos territórios-sociais
775.1.2.1 Condições de vida nos países de origem — breve descrição
201.2.3.1 A decisão
785.1.2.2 Percurso geográfico das rotas migratórias internacionais
211.2.3.2 Impactos de desenvolvimento no país de origem
795.1.2.3 Tomada de decisão e processo de chegada ao destino insular final
221.2.3.3 Impactos de desenvolvimento no país de destino
805.1.3 Inserção dos imigrantes no mercado de trabalho açoriano e o desenvolvimento insular
231.2.4 Processo de acolhimento dos imigrantes estrangeiros
815.1.3.1 Ocupação profissional e qualidade de vida dos imigrantes açorianos
241.3 Migrações internacionais nos espaços insulares: revisão bibliográfica
825.1.3.2 Contribuição para o desenvolvimento dos espaços insulares dos Açores
251.3.1 Emigração: das dificuldades de espaços limitados insulares à construção de um modelo de desenvolvimento
835.1.4 Comunidades transnacionais açorianas e novas configurações territoriais: os territórios-rede
261.3.1.1 Dificuldades inerentes à circunstância insular
845.1.4.1 Lógicas de interação com o país de origem
271.3.1.2 As crises pós-coloniais e o surgimento de um modelo de desenvolvimento insular
855.1.4.2 Lógicas de interação com outros territórios
281.3.2 Imigração como consequência de novos modelos de desenvolvimento insular
865.1.5 Atores locais204 e acolhimento dos imigrantes açorianos
291.3.2.1 PROFIT — vantagens fiscais como motor de crescimento económico
875.1.5.1 Perceção das sociedades locais sobre as comunidades estrangeiras
301.3.2.2 SITE – Desenvolvimento através da promoção turística
885.1.5.2 Contacto dos locais com os imigrantes estrangeiros
311.3.3 Ilhas e os novos desafios da migração internacional
895.1.5.3 Impactos dos imigrantes no desenvolvimento insular segundo a população autóctone açoriana
321.3.3.1 Novas formas de migração — o pré-requisito da qualificação
905.1.5.4 Integração dos imigrantes na sociedade insular açoriana
331.3.3.2 Clima como fator de mudança de residência permanente
915.1.5.5 Relações entre as várias comunidades de imigrantes nos Açores
341.3.3.3 A questão da inclusão/exclusão — relação entre imigrantes e insulares
925.2 Estudo de caso das Canárias: El Hierro e La Gomera
351.3.3.4 Migrações de crises: refugiados, migração irregular e ilegal, migrantes indocumentados
935.2.1 Dinâmicas globais e perfis da população imigrante estrangeira canária
361.3.3.5 O risco de despovoamento total
945.2.2 Circuito migratório: da condição de “não emigrante” à situação de “imigrante insular canário”
372 AS GEOGRAFIAS DAS MIGRAÇÕES INTERNACIONAIS: DO VELHO MUNDO MEDITERRÂNEO À NOVA EUROPA (INSULAR) ATLÂNTICA
955.2.2.1 Condições de vida dos imigrantes canários no país de origem — breve caracterização
382.1 A Península Ibérica no sistema migratório europeu
965.2.2.2 Percurso geográfico das rotas migratórias internacionais
392.1.1 A Península Ibérica na rota dos fluxos migratórios internacionais
975.2.3 Inserção dos imigrantes no mercado de trabalho canário e o desenvolvimento insular
402.1.1.1 Da longa história de emigração à recente fase (também) de imigração
985.2.3.1 Ocupação profissional e qualidade de vida dos imigrantes canários
412.1.1.2 Evolução dos imigrantes (e estrangeiros) residentes em Portugal
995.2.3.2 Contribuição para o desenvolvimento dos espaços insulares das Canárias
422.1.1.3 Evolução dos imigrantes (e estrangeiros) residentes em Espanha
1005.2.4 Comunidades transnacionais e novas configurações territoriais: os territórios-rede
432.1.1.4 Ciclo migratório ibérico e as suas fases de imigração
1015.2.4.1 Lógicas de interação com o país de origem
442.2 Ilhas atlânticas europeias na rota dos fluxos migratórios internacionais: da emigração à imigração
1025.2.4.2 Lógicas de interação com outros territórios
452.2.1 O afastamento progressivo da emigração insular
1035.2.5 Atores locais221 e acolhimento dos imigrantes canários
462.2.2 A chegada da imigração aos territórios insulares atlânticos
1045.2.5.1 Perceção das sociedades locais sobre as comunidades estrangeiras
472.2.2.1 Canárias e o envolvimento com as imigrações internacionais
1055.2.5.2 Contacto dos locais com os imigrantes estrangeiros
482.2.2.2 Açores numa nova realidade migratória — o despertar da imigração internacional
1065.2.5.3 Impactos dos imigrantes no desenvolvimento insular segundo os autóctones
493 ATÉ PARA LÁ DO ATLÂNTICO NORTE: DOS ESPAÇOS COMUNS ÀS NOVAS DINÂMICAS DEMOGRÁFICAS E MIGRATÓRIAS
1075.2.5.4 Integração dos imigrantes na sociedade insular canária
503.1 Espaços comuns: da Macaronésia às regiões ultraperiféricas
1085.2.5.5 Relações entre as várias comunidades de imigrantes nas Canárias
513.1.1 Macaronésia — do espaço natural comum à cooperação inter-regional?
1095.3 Imigração nos conjuntos territoriais de baixa densidade dos Açores e das Canárias: das convergências às divergências
523.1.2 As regiões ultraperiféricas — estatuto geográfico singular com implicações socioeconómicas
1105.3.1 Geografia das imigrações insulares
533.1.2.1 Identificação das regiões ultraperiféricas atuais
1115.3.2 Desenvolvimento e qualidade de vida
543.1.2.2 A evolução do conceito de ultraperiferia na União Europeia
1125.3.3 Experiência com a sociedade insular
553.1.2.3 Breve caracterização socioeconómica das RUPs
1135.3.4 Os autóctones
563.2 Dinâmicas demográficas e migratórias recentes nas regiões ultraperiféricas
1145.3.5 Avaliação do processo migratório e a decisão final
573.2.1 Evolução da população dos Açores e das Canárias à luz das dinâmicas natural e migratória
115CONCLUSÕES GERAIS E RECOMENDAÇÕES
583.2.1.1 Desigual evolução demográfica por ilhas — contextualização histórica
116ANEXOS