61.3 Dano
12516.2.3 Verificar
71.4 Fonte de Risco
12616.2.4 Agir
81.5 Gestão de Riscos
12716.2.5 Retroalimentação e Aprendizado Organizacional
91.6 Evento
12816.2.6 Vantagens da Aplicação do PDCA na Gestão de Riscos
101.7 Parte Interessada
12917 TÉCNICAS DE GERENCIAMENTO DE RISCOS
111.8 Controle
13018 TÉCNICA DOS 5 PORQUÊS
121.9 Exemplos Práticos
13118.1 Aplicabilidade e Objetivo
132 INTRODUÇÃO AO GERENCIAMENTO DE RISCOS
13218.2 Etapas de Aplicação da Técnica dos 5 Porquês
142.1 Finalidades do Gerenciamento de Riscos
13318.3 Algumas considerações finais sobre a técnica
152.2 Fundamentos Normativos
13418.4 Exercício Aplicado – Identificação de Causas e Subcausas de um Problema
162.3 Exemplos de Riscos Organizacionais
13518.4.1 Objetivo do Exercício
172.4 Considerações Fundamentais
13618.4.2 Instruções para Realização
182.5 A Gestão de Riscos como Processo Contínuo
13718.5 Exemplo Prático: 18.5.1 Algumas recomendações
192.6 Benefícios da Gestão de Riscos
13819 TÉCNICA WHAT IF (E SE... )
203 ENTENDIMENTO DA ORGANIZAÇÃO E SEU CONTEXTO
13919.1 Aplicabilidade e Características
213.1 O Contexto Externo
14019.2 Etapas de Aplicação da Técnica What If
223.2 O Contexto Interno
14119.3 Recomendações para a Aplicação Eficiente
233.3 Relações com as Partes Interessadas
14219.4 Exemplo Prático – Aplicação da Técnica What If
243.4 Impacto do Entendimento do Contexto na Gestão de Riscos
14319.4.1 Formação da Equipe
254 O PROCESSO DA GESTÃO DE RISCOS
14419.4.2 Levantamento Documental
264.1 Ativos intangíveis e riscos de imagem
14519.4.3 Aplicação das Perguntas “E Se…?”
274.2 Fatores geradores de risco nas organizações
14619.4.4 Conclusão do Exemplo
284.3 Avaliação de riscos
14720 FERRAMENTA 5W2H
294.3.1 Identificação dos riscos
14820.1 Origem e contextualização
304.3.2 Classificação dos riscos
14920.2 Estrutura do 5W2H
314.3.3 Categorização e priorização dos riscos
15020.3 Entendendo cada elemento do 5W2H
324.4 O processo completo de gestão de riscos
15120.4 Por que o 5W2H é estratégico no gerenciamento de riscos?
334.5 Considerações finais
15220.5 Exemplo Prático – Eliminação de Copos Descartáveis na Empresa
345 NATUREZA E EXEMPLOS DE RISCOS
15320.5.1 Pergunta e resposta detalhada
355.1 Introdução à natureza dos riscos
15420.5.2 Análise de Viabilidade
365.2 Natureza dos riscos: conceitos e exemplos
15521 ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO APR
375.2.1 Riscos econômicos
15621.1 Objetivos da APR
385.2.2 Riscos ambientais
15721.2 Etapas da APR
395.2.3 Riscos sociais
15821.2.1 Etapa 1: Identificar os perigos
405.2.4 Riscos operacionais
15921.2.2 Etapa 2: Identificar os riscos
415.2.5 Riscos legais e regulatórios
16021.2.3 Etapa 3: Analisar as causas
425.2.6 Riscos de imagem e reputação
16121.2.4 Etapa 4: Determinar quem está exposto
435.2.7 Riscos financeiros e orçamentários
16221.2.5 Etapa 5: Estimar consequências
445.3 Exemplos práticos de riscos organizacionais
16321.2.6 Etapa 6: Análise qualitativa ou quantitativa
456 OBJETIVOS DO GERENCIAMENTO DE RISCOS
16421.2.7 Etapa 7: Definir e implementar medidas de prevenção e controle
466.1 Reduzir a probabilidade de eventos indesejados e aumentar a chance de atingir objetivos
16521.2.8 Etapa 8: Reavaliação (Risco Residual)
476.2 Fornecer informações qualificadas para a tomada de decisão
16621.3 Exemplo aplicado 1: torneamento mecânico (segurança do trabalho)
486.3 Controlar situações adversas
16721.3.1 Etapa 1 – Identificação do perigo
496.4 Agregar valor à organização
16821.3.2 Etapa 2 – Identificação do risco
506.5 Minimizar os impactos negativos
16921.3.3 Etapa 3 – Causas
516.6 Melhorar a efetividade organizacional
17021.3.4 Etapa 4 – Pessoas expostas
526.7 Fortalecer o relacionamento com stakeholders
17121.3.5 Etapa 5 – Consequências possíveis
537 NÍVEIS DE RISCO
17221.3.6 Etapa 6 – Classificação inicial do risco
547.1 Classificação dos níveis de risco
17321.3.7 Etapa 7 – Medidas de controle propostas
557.1.1 Riscos de Situações Específicas
17421.3.8 Etapa 8 – Responsáveis e prazos
567.1.2 Riscos de Atividades Rotineiras
17521.3.9 Etapa 9 – Risco residual após implementação
577.1.3 Riscos Relacionados a Projetos
17621.4 Exemplo aplicado 2: tratamento de dados pessoais (LGPD – área administrativa)
587.1.4 Riscos Departamentais
17721.4.1 Etapa 1 – Identificação do perigo
597.1.5 Riscos Organizacionais ou Estratégicos
17821.4.2 Etapa 2 – Identificação do risco
608 MOTIVAÇÕES PARA O GERENCIAMENTO DE RISCOS
17921.4.3 Etapa 3 – Causas
618.1 Principais motivações
18021.4.4 Etapa 4 – Pessoas e áreas expostas
628.1.1 Redução das incertezas
18121.4.5 Etapa 5 – Consequências possíveis
638.1.2 Adoção de práticas de gestão da qualidade
18221.4.6 Etapa 6 – Classificação inicial do risco
648.1.3 Sobrevivência organizacional
18321.4.7 Etapa 7 – Medidas de controle propostas
658.1.4 Aumento da eficácia e eficiência
18421.4.8 Etapa 8 – Responsáveis e prazos
668.1.5 Economicidade e efetividade
18521.4.9 Etapa 9 – Risco residual após implementação
678.1.6 Busca pela melhoria contínua
18622 DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO
688.1.7 Desenvolvimento da visão estratégica
18722.1 Conceito e Finalidade
699 METODOLOGIA PARA O GERENCIAMENTO DE RISCOS
18822.2 Estrutura Tradicional: os 6M
709.1 Diretrizes genéricas e aplicabilidade
18922.3 Etapas de Aplicação
719.2 A norma como ponto de partida
19022.4 Exercício aplicado: Diagrama de Causa e Efeito (6M) no caso de um restaurante
729.3 Riscos são universais
19122.4.1 Aplicando o Diagrama de Causa e Efeito
739.4 Complementaridade: a ISO 31010
19222.4.2 Priorização das Causas
74MÓDULO 2: GERENCIAMENTO E A ABNT NBR ISO 31000:2018
19322.4.3 Estratégias de Solução
7510 GERENCIAMENTO E A ABNT NBR ISO 31000:2018
19422.4.4 Plano de ação 5W2H
7610.1 Comunicação e Consulta
19522.5 Exercício aplicado: Diagrama de Causa e Efeito (6M) no caso de engrenagens com defeito
7710.2 Estabelecimento do Contexto
19622.5.1 Aplicando o Diagrama de Causa e Efeito (6M)
7810.3 Identificação de Riscos
19722.5.2 Priorização e Causa-raiz Identificada
7910.4 Análise de Riscos
19822.5.3 Estratégias de Solução
8010.5 Avaliação de Riscos
19922.5.4 Plano de ação 5W2H
8110.6 Tratamento de Riscos
20023 TÉCNICA DE INCIDENTES CRÍTICOS (TIC)
8210.7 Monitoramento e Análise Crítica
20123.1 Objetivo e finalidade
8310.8 Registro do Processo
20223.2 Diferença em relação a outras técnicas
8411 IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS
20323.3 Métodos de coleta de informações
8511.1 Técnicas e fatores a considerar
20423.4 Etapas de aplicação da TIC
8611.2 A importância do contexto organizacional
20523.5 Relevância da TIC no contexto organizacional
8711.3 Estrutura da identificação
20624 FMEA – ANÁLISE DO MODO E EFEITO DE FALHA
8811.4 Avaliação de significância: 11.4.1 Ferramentas auxiliares
20724.1 Entendendo o Conceito de “Evitar” – Um Exemplo Real
8911.5 Principais fontes de risco organizacional
20824.2 Aplicações e Tipos de FMEA
9011.6 Exemplo aplicado: identificação de riscos em diferentes cenários operacionais
20924.3 Etapas do FMEA
9111.6.1 Manutenção em rede de distribuição elétrica
21024.4 Exemplos Práticos e Analogias
9211.6.2 Movimentação de eixos de trem com empilhadeira
21124.5 Planilha FMEA: Análise de Modos e Efeitos de Falha Potencial
9311.6.3 Operação mecânica com óculos inadequados
21224.5.1 Cabeçalho e Rastreabilidade
9411.6.4 Medição elétrica sem EPI
21324.5.2 Colunas da Planilha: Análise Detalhada
9511.6.5 Movimentação de materiais em ambiente fechado
21424.5.3 Função do Processo
9611.6.6 Armazenamento inadequado de garrafas de vidro
21524.5.4 Modo de Falha Potencial
9712 CLASSIFICAÇÃO DE RISCOS
21624.5.5 Efeitos Potenciais da Falha
9812.1 A Importância da Classificação de Riscos
21724.5.6 Causas Potenciais
9912.1.1 Probabilidade de Ocorrência
21824.5.7 Índices de Severidade, Ocorrência e Detecção (S, O, D)
10012.1.2 Severidade
21924.5.8 Número de Prioridade de Risco (NPR)
10112.1.3 Impacto: Combinação entre Severidade e Probabilidade
22024.5.9 Ações Recomendadas e Responsáveis
10212.2 Aplicações Práticas e Reflexões
22124.5.10 Critérios de Avaliação – Severidade, Ocorrência e Detecção
10312.3 Definição da Matriz Mais Adequada
22224.5.11 Classificação do Risco e Priorização de Ações
10412.4 Exercício Prático – Classificação de Riscos: 12.4.1 Cenário de exemplo
22325 ANÁLISE DE CAUSA-RAIZ (RCA)
10513 CATEGORIZAÇÃO DOS RISCOS
22425.1 Ações Imediatas x Investigação da Causa
10613.1 Importância da categorização
22525.2 Terminologias Essenciais na RCA
10713.2 Categorias mais comuns de riscos: 13.2.1 Exemplos práticos por categoria
22625.3 Natureza Integradora da RCA
10814 TRATAMENTO DOS RISCOS
22725.4 Fluxo Básico da RCA
10914.1 Princípios do tratamento
22825.5 Integração com Outras Ferramentas
11014.2 Estratégias de tratamento
22926 CHECKLIST
11114.2.1 Mitigação de riscos
23026.1 Definição de Objetivos da Coleta de Dados
11214.2.2 Transferência de riscos
23126.2 Propósito e Metodologia
11314.2.3 Aceitação de riscos
23226.3 Confiabilidade das Medições
11414.2.4 Não aceitação de riscos
23326.4 Registro Correto e Rastreabilidade
11515 MONITORAMENTO DE RISCOS
23426.5 Benefícios do Checklist
11615.1 Conceito de monitoramento
23526.6 Aplicações Práticas
11715.2 Elementos essenciais do monitoramento de riscos
23626.7 Exemplo prático: checklist de manutenção de empilhadeira elétrica Toyota
11815.3 Indicadores de monitoramento
23726.8 Estrutura do checklist
11915.4 Tendências de risco
23826.9 Aplicação prática e rotina