
Células-tronco Mesenquimais Para O Tratamento Da Doença Do Enxerto Contra O Hospedeiro Aguda Resistente Aos Corticosteroides
By Bruna Amorin, Annelise Martins Pezzi Da Silva E Bruna Pochmann ZambonatoLength2h 40m
About this audiobook
As células-tronco mesenquimais (CTM) são consideradas células multipotentes não hematopoéticas com propriedades de autorrenovação e capacidade de diferenciação em tecidos mesenquimais e, talvez, não mesenquimais e, devido sua capacidade imunomodulatória, tem sido utilizada na terapia celular. A Doença do Enxerto Contra o Hospedeiro aguda (DECHa) resistente aos corticoesteroides é uma complicação do transplante alogênico de células-tronco hematopoiéticas e apresenta um mau prognóstico. Pacientes com DECHa resistente aos corticosteroides não dispõe de um tratamento estabelecido para esta grave complicação e, apesar das várias combinações de agentes imunossupressores, em torno de 16% dos pacientes sobrevivem em 2 anos. Existem diferentes estudos clínicos (fases I, II e III) em diversos países relatando o uso das CTMs na terapia celular para o tratamento de diversas doenças, entre elas a DECH. Este projeto teve como objetivo expandir células tronco mesenquimais em condições de boas práticas de manufatura para uso em terapia celular nestes pacientes acometidos com DECHa e avaliar a segurança e exequibilidade do uso destas células. Cabe salientar que no Rio Grande do Sul este é o primeiro estudo clínico com CTM para tratamento desta patologia. Foram incluídos entre outubro de 2010 a maio de 2011, oito pacientes co DECHa resistente aos corticoesteroides neste estudo. Foram feitas no total 17 infusões de CTM (mediana de 2 infusões por paciente, range: 1-5) em não foram observados efeitos colaterais imediatos ou tardios relacionadas às infusões. Cinco dos oito pacientes apresentaram resposta completa após 28 dias da primeira infusão. A sobrevida média dos pacientes foi de 303 dias e uma mediana de 123 dias (range: 49-740 dias).
Audiobook details
GenreHealth and Wellness
Length2 hrs 40 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateAug 10, 2023
LanguagePortuguese
Table of contents
1CÉLULAS-TRONCO MESENQUIMAIS PARA O TRATAMENTO DA DOENÇA DO
2ABSTRACT
31.2.1 Denominações utilizadas e caracterização básica das CTM ----------------- 09
41.2.4 Morfologia e características imunohistoquímicas da CTM -------------------- 11
51.1 Células-tronco
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61.2 Células-tronco mesenquimais
7Em 2005, a Sociedade Internacional de Terapia Celular (ISCT – International Society
81.2.5 Imunofenotipagem das CTMs
9em menos de 2% da população celular (52, 53).
10morfológicas, bioquímicas e nas características moleculares, as células na fase 1 são
111.2.7 Diferenciação
121.3 Doença do Enxerto Contra o Hospedeiro Aguda
131.4 Terapêutica para a DECH Aguda
14de instituir a imunotolerância doador-receptor sem anular o enxerto-versus-linfoma/leucemia
151.5 Uso de CTM como terapia celular para tratamento da DECH Aguda
16antígenos, bem como supressão da diferenciação e função de células dendríticas (DC)
171.8 Secreção de moléculas bioativas pela CTM
18(IFN-γ) e fator de necrose tumoral alfa (TNF-α) (113, 115, 116).
19Tabbara IA, Zimmerman K, Morgan C, Nahleh Z. Allogeneic hematopoietic stem cell
20ARTIGO CIENTÍFICO 1
21Stem cells
22maintenance of their attributes, particularly their capacity for self-renewal [9]. These
23complication of this treatment modality [19, 20].
24[24]. The efficacy of
25Treatment of Acute GVHD
26A promising treatment option for aGVHD consists of infusion of third-party, HLA-
27steroid-resistant/refractory aGVHD in 244 patients at the 2010 ASMBT meeting. Although
28receive either low-dose (2x106 cells/kg) or high-dose (8x106 cells/kg) MSC infusions. The
29MSCs for Prophylaxis of Acute GVHD
30Mode of Action of MSCs as Cell Therapy Agents
31suppression of monocyte-derived dendritic cell (DC) differentiation and activity.
32Secretion of Bioactive Molecules by MSCs
33In a non-inflammatory environment, MSCs express low levels of cyclooxygenase 2
34Interactions between MSCs and T Lymphocytes
35phenotypic variation and differences in MSC culture methods.
36Interactions between MSCs and B Lymphocytes
37Interactions between MSCs and DCs
38through PGE2[76, 106].
39cytotoxic and secrete large quantities of proinflammatory cytokines, such as TNF-α and
40(MIP2)-dependent manner, human MSCs recruit monocytes and macrophages from
41Nevertheless, the mechanism whereby MSCs exert immunosuppressant effects on the
423 wks / BFS
432 or 8x10(6) in combination with corticosteroids
44Phase I-II
451 a 3.9x10(6) on the day of
464 deaths (2 relapses, 2 viral infections).
47T lymphocytes
48B lymphocytes
49Leri A, Kajstura J, Anversa P. Cardiac stem cells and mechanisms of
50inhibit