
Cartas sobre a educação da mocidade
Reflexões iluminadas sobre a educação da juventude no século XVIIIBy António Nunes Ribeiro SanchesLength32m
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As "Cartas sobre a educação da mocidade" de António Nunes Ribeiro Sanches, escritas no século XVIII, constituem um marco na literatura pedagógica e filosófica do período. Nelas, o autor discorre sobre a importância da educação moral e intelectual da juventude, defendendo uma abordagem baseada na razão e na observação crítica. Sanches utiliza um estilo epistolar, facilitando o diálogo entre autor e leitor, e insere suas reflexões no contexto das ideias iluministas que valorizavam a educação como ferramenta de progresso social. Suas cartas também abordam temas como a formação do caráter e a necessidade de um currículo abrangente, refletindo a aspiração de criar cidadãos esclarecidos e responsáveis. António Nunes Ribeiro Sanches, médico e pedagogo, foi uma figura proeminente na cultura portuguesa do final do século XVIII. Influenciado pelas correntes iluministas e pelos debates contemporâneos sobre a educação, o autor buscou reformar o sistema educacional, convencido de que a instrução adequada poderia transformar a sociedade. Sua trajetória acadêmica e profissional forneceu-lhe a base teórica e prática necessária para elaborar essas cartas, nas quais expressa suas convicções sobre a formação do indivíduo. Recomendo a leitura das "Cartas sobre a educação da mocidade" não apenas aos interessados em pedagogia, mas a todos que desejam compreender os fundamentos de uma educação voltada para a formação crítica e ética do ser humano. A obra de Sanches continua a ressoar nos debates contemporâneos sobre a educação, oferecendo uma perspectiva rica e atemporal que instiga à reflexão sobre o papel da educação na sociedade moderna.
Audiobook details
GenreEducation and Learning
Length32 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateFeb 15, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1POR A. N. RIBEIRO SANCHES: COIMBRA IMPRENSA DA UNIVERSIDADE 1922
27§. Das Escolas da Lingoa Latina e da Grega, Humanidades, e da Lingoa Materna
2CARTAS SÔBRE A EDUCAÇÃO DA MOCIDADE: BIBLIOTECA DO SÉCULO XVIII II
28§. Dos Mestres e dos Discipulos das Escolas do Latim etc.
3CARTAS SÔBRE A EDUCAÇÃO DA MOCIDADE
29§. Necessidade que tem o Reyno de Escolas em modo de Seminarios
4POR A. N. RIBEIRO SANCHES: COIMBRA IMPRENSA DA UNIVERSIDADE 1922
30§. Continûa a mesma Materia, e das Pensoens das Escolas do Latim no Reyno, por cauza da Educaçam da Mocidade das Colonias e das Conquistas de Ultramar
5NOTÍCIA BIBLIOGRÁFICA
31§. Das tres Classes de Discipulos das Escolas Latinas, etc.
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6CARTAS SOBRE A EDUCAÇAÕ DA MOCIDADE.
32§. Continûa a mesma Materia
7EM COLONIA. M. DCC. LX.
33§. Digressam sobre as Pensoens e sobre a Lingoa Latina tanto no Reyno, como nas Colonias
8§. Das Escolas, e dos Estudos dos Christaons até o tempo de Carlos Magno, no anno 800
34§. Da terceyra Classe de Estudantes que aprenderia nas Escolas Reais a Lingua Latina, Grega, etc.
9§. Reflexoens sobre as Escolas Ecclesiasticas
35§. Dos Estudos Mayores, ou Collegios Reais
10§. Continûa a mesma Materia
36§. Sobre o ensino que deve preceder as Escolas Mayores, quer dizer, da Physica e da Legislaçam
11§. Idêa das Obrigaçoens da Vida Civil, e do Vinculo da mesma Sociedade
37§. Em que lugar se haviam de ensinar as sciencias referidas
12§. A Constituçam Fundamental da Sociedade Christaâ
38§. Da Educaçam da Fidalguia e dos Fidalgos, que tem Assentamento e Foro na Caza Real
13§. Continûa a mesma materia
39§. Que sorte de Educaçam convem á Fidalguia Portugueza, que seja util a si e á sua Patria?
14§. Continûa a mesma Materia
40§. Continua a mesma Materia. Em que lugar devia ser educada a Fidalguia e Nobreza de Portugal
15§. Como os Ecclesiasticos introduziram governar os Estados Catholicos, pelas Congregaçoens dos primeiros Christaons, e pelas Regras dos Conventos
41§. O que sam as Escolas Militares
16§. Das Universidades
42§. Propoemse huma Escola Real Portugueza, para ser nella educada a Nobreza e a Fidalguia
17§. Dos Estudos da Universidade de Coimbra, depois da sua Renovaçam no anno 1553
43§. Em que idade deviam entrar os Educandos na Escola Real Militar?
18§. Resume do Referido
44§. Consequencias por nam criarem as Mays seos filhos
19§. Effeitos que cauzáram em Portugal as Escolas, e as Universidades da Europa e do mesmo Reyno
45§. Dos Mestres da Escola Real Militar, para a Arte da Guerra e das Sciencias
20§. Continûa a mesma Materia. Effeitos que causaram nos costumes as Leis referidas
46§. Das Lingoas e Sciencias que se deviam ensinar nesta Escola, e em que tempo?
21§. Continûa a mesma materia. E sobre a Escravidam, e sobre a intolerancia Civil
47§. Ponderaçam sobre a Lingoa Latina
22§. Que a nossa Monarchia se podia conservar com a Educaçam Ecclesiastica, que tinhamos, em quanto conquistava: mas que nam he sufficiente depois de acabadas as Conquistas
48§. Empregos e Honras com que haviam de sahir os Benemeritos desta Escola
23§. Objecto que devia ter a Educaçam da Mocidade Portugueza, no tempo del Rey Dom Joam O Terceyro, e parece que ainda hoje
49§. Utilidades que resultariam tanto ao Reyno, como ao Soberano do exacto exercicio desta Escola Militar, que se propoem.
24§. Da Natureza da Educaçam da Mocidade, e do Objecto que deve ter no Estado onde he nacida
50TABOA DAS DIVISOENS
25§. Qualidades dos Mestres, para ensinar a ler e a escrever, &
51Notas:
26§. Do que haviam de aprender os Mininos alem de ler, escrever e contar, etc.