
A identificação e o estatuto jurídico das árvores
a gestão arbórea das vias públicas de Belo HorizonteBy Edson Rodrigues de OliveiraLength12h 27m
About this audiobook
Trata-se de um estudo histórico da degradação ambiental antrópica do Planeta, intensificada pelas revoluções das descobertas industriais e guerras, aliada à formação e urbanização das cidades e arcabouço da evolução jurídica do Estado. As árvores e seus atributos são essenciais ao equilíbrio ambiental e sadia qualidade de vida dos demais seres vivos. Objetivamente as árvores são seres vivos discriminados, mormente diante de suas plurais contribuições. Desde a absorção e refletância da energia solar e cósmica até o fornecimento de alimentos, abrigos, matéria-prima, climatização, reserva de água e carbono, dentre outros. No meio urbano, as árvores são imprescindíveis. O reflorestamento, identificação, manutenção e proteção das árvores devem ser organizados e geridos pelo município com a participação popular. O modelo Belo Horizontino possui diagnóstico precário, mas é um dos melhores do País e do Mundo, considerando os resíduos arquitetônicos mais preservados da "Cidade Jardim".
Audiobook details
GenrePsychology
Length12 hrs 27 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateJan 17, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
2CAPÍTULO I INTRODUÇÃO
3CAPÍTULO II OS ATRIBUTOS E O DIAGNÓSTICO ARBÓREO BELO-HORIZONTINO
42.1 A DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DAS ÁRVORES
52.1.1 Os preceitos do artigo Primeiro
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62.1.2 O manto de proteção do artigo segundo
72.1.3 O escudo do artigo terceiro
82.1.4 O reconhecimento do artigo quarto
92.1.5 A essencialidade das árvores ratificadas pelo artigo quinto
102.2 OS ATRIBUTOS DA ÁRVORE DE CONTRIBUIÇÃO AO MEIO URBANO
112.2.1 As árvores e a relação simbiótica com a energia solar
122.2.2 As árvores como reservatórios de água e carbono
132.2.3 A valoração econômica da árvore
142.2.4 As árvores em outras contribuições nas cidades
152.3 O QUESTIONÁRIO E RESPOSTAS DIAGNÓSTICAS DA SMMA-PBH
162.3.1 Questões sem respostas (1 a 3, 8, 10 18, 21, 23,24, 26)
172.3.2 As respostas 4 a 6
182.3.3 Sétima questão
192.3.4 Nona questão
202.3.5 Questão 12, 13, 19, 25
212.3.6 A questão 15
222.3.7 Resposta da última questão (27)
232.4 A PALESTRA SOBRE O SIIA-BH
24CAPÍTULO III A RELAÇÃO DAS CRISES CLIMÁTICAS AO DIREITO AMBIENTAL
253.1 A COMPREENSÃO SISTÊMICA E A AMOSTRA DE DESASTRES AMBIENTAIS RECENTES
263.2 CONCEITO DE ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE NO UNIVERSO DAS CRISES
273.3 RISCO, PERIGO E VULNERABILIDADE
283.4 A SOBERANIA NACIONAL COMO BARREIRA À DEFESA E PROTEÇÃO AMBIENTAL TRANSFRONTEIRIÇA
293.5 CONCEITO DE CRISE E A INDUÇÃO CAPITALISTA
303.6 O CAPITALISMO E O SOCIALISMO DE CONSUMO
313.7 AS DEMANDAS ANTRÓPICAS NAS CIDADES
323.8 A ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS COMO MEDIADORA DE CONFLITOS
333.9 A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL
343.10 A CRISE DAS ÁRVORES BELO-HORIZONTINAS
353.11 A REGULAÇÃO DO DIREITO AMBIENTAL
363.12 A REGULAÇÃO JURÍDICA DAS CRISES AMBIENTAIS
37CAPÍTULO IV GÊNESE DAS CIDADES JARDINS E DEMANDAS AMBIENTAIS
384.1 HISTÓRICO DAS CIDADES
394.2 AS CIDADES TRANSFORMADAS PELAS REVOLUÇÕES
404.2.1 A revolução do conhecimento e a propulsão das revoluções industriais
414.2.2 As revoluções industriais
424.2.3 As cidades nas primeiras revoluções
434.2.4 A influência da Segunda Guerra Mundial e o final da segunda Revolução Industrial
444.3 AS CIDADES JARDINS DA MODERNIDADE
454.4 AS CIDADES DA AMÉRICA LATINA
464.5 AS CIDADES JARDINS BRASILEIRAS
474.6 A CIDADE DE BELO HORIZONTE
48CAPÍTULO V A IDENTIDADE JURÍDICA DA ÁRVORE
495.1 ASPECTOS EPISTEMOLÓGICOS DA IDENTIFICAÇÃO (RAZÃO DE SER E DE EXISTIR)
505.2 A IDENTIFICAÇÃO HUMANA E O CONCEITO DE IDENTIDADE