
Quais As Barreiras Da Transexualidade No Brasil E O Apoio Jurídico A Esta Identidade De Gênero
By José Luiz GiffoniLength1h 54m
About this audiobook
Esta obra foi o resultado de uma pesquisa analisou, quais os fatores que influenciam e as barreiras impostas no Brasil, para as pessoas transexuais e qual o apoio jurídico a esta condição, quando a pessoa verifica sua opção de gênero diferente do seu tipo social, onde ela verifica que nasceu em um corpo errado, que não lhe pertence. Onde para começar a se sentir em paz com seu ego, tem a primeira barreira, que é a divulgação de sua condição para seus familiares e depois para seus amigos. A escolha desse tema se justifica em saber realmente, quais as barreiras da transexualidade na região nordeste do Brasil e o apoio jurídico a esta opção. Esse trabalho foi realizado antes da aprovação pelo Superior Tribunal Federal da Ação Direta de Inconstitucionalidade ADI 4275 em 1 de março de 2018, que dispõe sobre os registros públicos, no sentido de ser possível a alteração de prenome e gênero no registro civil mediante averbação no registro original, independentemente de cirurgia de transgenitalização. Muito se sabe que a evolução social é uma constante e vem se demonstrado através dos séculos, por todo nosso planeta. Onde os costumes, gostos, religiões, organizações do estado, as leis e principalmente o fator psicológico estão em constante movimento evolutivo. Vivemos em um país de dimensões intercontinentais, temos além das diferenças econômicas, um salto muito grande nos costumes herdados pelas miscigenações de muitas etnias, resultado esse motivado pela nossa colonização. Com isso temos muitas vezes um salto nas características de nossa sociedade, onde alguns costumes que parecem normais e corriqueiros em uma região, são absurdos e estranhos em outras. O problema da pesquisa se volta, para o questionamento sobre o apoio do sistema judiciário nacional e principalmente na região nordeste, com ênfase na Bahia onde até onde a letra fria da Lei pode vencer o preconceito dos juízes e das juízas. Trata-se de pesquisa bibliográfica e documental que utiliza fontes de informação através de legislação, súmulas, jurisprudências, análise de acórdãos encontrados nos Tribunais Regionais do Trabalho, Tribunal Superior do Trabalho e Normas Regulamentadora, livros e artigos científicos, bem como visitas a sites especializados quanto à temática em questão. Utiliza-se o método qualitativo na pesquisa para a análise dos conteúdos. Concluiu-se, quando falamos nas barreiras da transexualidade na região nordeste do Brasil e o apoio jurídico a esta opção, iremos relatar o que de fato ocorre desde o núcleo social, no nosso caso a família das diversas regiões do nordeste brasileiro. Sempre analisando realmente como foi essa relação na história da humanidade, mostrando que este fato é mais antigo do que possa ser imaginado, mas sempre marginalizado pelas religiões modernas, ou seja, as que evoluíram do Cristianismo Europeu, principalmente na Idade Média. Com isso poderemos fazer uma análise história e ver realmente o nosso problema pontuado na sociedade Baiana e em nosso sistema judiciário.
Audiobook details
GenrePsychology
Length1 hr 54 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMay 31, 2024
LanguagePortuguese
Table of contents
1TRANSEXUALIDADE NO BRASIL E O
2O QUE É DE FATO “TIPO” E “GÊNERO”
3CRIA-SE A EXPRESSÃO “GÊNERO” DISTINGUINDO-SE DO “TIPO” 23
4O ESTUDO DE GÊNERO PELO FEMINISMO
5TERCEIRO GÊNERO E TERCEIRO SEXO
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6TRANSEXUALIDADE E TRANSGENERIDADE.
7CRIAÇÃO DO MOVIMENTO LGBT
8Figura 1 - Protesto a favor dos direitos dos homossexuais em Nova Iorque, em
9DIVERSIDADE DE OPÇÕES DE SEXUALIDADE LGBT
10SÍMBOLO FEMALE OU FÊMEA
112.6.2 SÍMBOLO MALE
12SÍMBOLO BIGENDER OU BISSEXUALIDADE
13Figura 6 - Ménage à trois retratado num mural de Pompeia. O ménage à trois é
14SÍMBOLO ANDROGYNER, ANDRÓGINA OU ANDROGINIA
15SÍMBOLO NEUTROIS OU NEUTROS
16Figura 8 - Representação gráfica medieval de um ser humano andrógino tirado do
17SÍMBOLO INTERGENDER OU INTREGÊNEROS
18INTREGÊNEROS
19SÍMBOLO DEMIBOY
20SÍMBOLO DEMIGIRL
21SÍMBOLO DEMIGIRL
22SÍMBOLO EPICENE
23SÍMBOLO GENDERFLUID – GÊNERO FLUIDO
24SÍMBOLO AGENDER: VERSION GENDERVOID
25SÍMBOLO TRAVESTI N – B
26PESSOAS TRANSGÊNERO E TERCEIRO GÊNERO
27Figura 22 - Capa da novela de ficção lésbica 1959 de Artemis Smith The Third Sex.
28CONSIDERAÇÕES PARCIAIS – TIPO E GÊNERO
292.6.18
30GÊNERO
31O TERCEIRO SEXO NO DECURSO DA HISTÓRIA
32TIPO E GÊNERO NA PRÉ HISTÓRIA
33Figura 23 - Imagem representando um pequeno clã pré-histórico.
34Figura 24 - Estatuas da deusa Géia a Vênus da Fertilidade.
35Figura 25 - Surgem as primeiras estátuas Masculinas de bronze, representando os
36IDADE ANTIGA ORIENTAL
37IDADE ANTIGA OCIDENTAL
38IDADE ANTIGA NAS AMÉRICAS
39A HOMOSSEXUALIDADE NA HISTÓRIA DO BRASIL
403.6
413.7.
42A INTERPRETAÇÃO JURÍDICA NA IDADE ANTIGA
43ORDENAMENTO JURÍDICO BRASILEIRO
44A FORMAÇÃO DA PERSONALIDADE HUMANA
45DEFINIÇÃO DE TIPO E GÊNERO
46DIREITO SOB COAÇÃO DA CIRURGIA RE REDESIGNAÇÃO SEXUAL
474.1.3.
48A FRAGELAÇÃO PARA OBTENÇÃO DO DIREITO
49O DIREITO SOB PRESSÃO E NÃO COMO DIREITO DE OPÇÃO
504.1.5.