
O Que Todo Revolucionário Deve Saber Sobre A Repressão
By Victor Serge - Tradução Thaelman CarlosLength3h 50m
About this audiobook
A chegada dos bolcheviques ao poder no Outubro de 1917, na Rússia promoveu uma devastadora transformação na velha sociedade dominada por interesses submissos ao capitalismo internacional. A Revolução Russa dinamizou ainda mais esse processo histórico. A queda do regime czarista sustentado e sua transformação em um regime de governo provisório pela revolução de fevereiro, não conseguiu se manter, apesar de todas suas tentativas. A repressão continuou. A Okhrana, a polícia czarista só encerrou suas atividades de repressão aos revolucionários depois da tomada do Palácio de Inverno. O poder político da nova classe, colocou a disposição dos revolucionários, seus arquivos secretos e toda a documentação, que revelava seus métodos repressivos e modo de agir ocultos da maioria da população. O jornalista Victor Serge, de origem anarquista e socialista, adepto da revolução russa, defensor do programa do partido revolucionário liderado por Lenine e Trotsky registrou toda a movimentação e fez sua análise desse momento ímpar da história. Os métodos policiais ali utilizados foram repetidos e atualizados ao longo do século XX por outros países para conter a onda revolucionária, que a revolução russa propagou ao mundo, em especial a classe trabalhadora. Inclusive, no Brasil. Com atraso, é a primeira vez, que esse pequeno livreto, mas de importância fundamental, é publicado no Brasil. Sua linguagem direta e sintetizada facilitam a leitura e a compreensão necessária para romper com as forças contrárias á libertação da humanidade, que ainda são utilizados pelos que querem manter a exploração através da manutenção da violência de estado contra os explorados e oprimidos.
Audiobook details
Rating★★★★★ 4.6 (281)
Includes Amazon, Goodreads
GenrePsychology, True Crime
Length3 hrs 50 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMar 12, 2015
LanguagePortuguese
Table of contents
1. Introdução
2I. A polícia. A sua especial apresentação
3II. A vigilância exterior
4IV. Instrutivo sobre recrutamento e serviço de agentes provocadores
5Então, havia-os? Mas continuemos.
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6E eis um fragmento que Maquiavel o não teria desaprovado:
7V. Uma monografia da provocação em Moscou (1912)
8Inocente Dubrobsky.
9seu marido, que o diretor da polícia decide enviar polos correios:
10por não poder ser-vos de utilidade".
11VII. Um espectro. Uma página de história
12Com todas as forças da minha alma protesto contra esta iniquidade.
13VIII. Malinovski
14X. A provocação arma de dois gumes
15achava-se, como vimos, o agente secreto Malinovsky.
16seguindo os
17Três pessoas tinham uma pensão da agência russa de Paris. A viúva
18XIII. Os criptogramas. De novo o gabinete preto
19O gabinete decifrado não
20XIV. Síntese informativa. O método dos gráficos
21XV. Antropometria, filiação... E liquidação
22O Departamento da Polícia também editava folhas periódicas de
23XVIII. O quanto custa uma execução
24Ao carrasco
25Enfim, numa
26prejuízos terríveis. Mas, de verdade é assim?
27sagaz decifrará
28[1*] Pope: sacerdote ortodoxo russo.
29250 grossos volumes.
30I. Nunca ser ingênuo
31ao ser ilegalizado:
32IV. Polícias privadas
33V. Conclusões
34O ofício de
35II. A correspondência e os apontamentos
36III. Conduta geral
37IV. Entre companheiros
38V. Em caso de detenção
39Em princípio: não dizer nada.
40VI. Frente a juízes e polícias
41VII. Talento
42VIII. Uma recomendação fundamental
43[4] Consulte-se, ao respeito, V. I. Lenin, ¿Que fazer?
44I. Metralhadora, máquina de escrever, ou...?
45II. A experiência de duas revoluções
46III. O terror durou séculos
47IV. De Gallifet a Mussolini
48(deixar
49VII. A violência econômica: por fome
50VIII. A eliminação. Erros e abusos. Controle