Temas Sobre Cadastro Urbano no Brasil

Temas Sobre Cadastro Urbano no Brasil

Evolução, geoprocessamento e a multifinalidade, avaliação de imóveis urbanos / planta de valores genéricos e a tributaçãoBy Francisco de Assis Sales
Michael Caine
Listen with Sir Michael Caine™ and 1,000+ voices
Length9h 14m

About this audiobook

O propósito deste livro foi o de reunir temas fundamentais alusivos ao Cadastro Urbano no Brasil. Procuramos apresentar, principalmente, as tecnologias, legislações e normas pertinentes. Com o conhecimento e experiência adquiridos ao longo dos anos trabalhados na área de Cadastro Urbano Municipal, buscamos transmitir a você, leitor, incluindo aqueles com pouca intimidade com a matéria, informações que reputamos ser de seu interesse. O livro é constituído de três partes, a primeira parte traz os primeiros cadastramentos de imóveis urbanos no Brasil e evolução ao longo dos anos, contemplando, além dos conceitos básicos e das principais tecnologias aplicadas em geoprocessamento, a utilização do Sistema de Informações Geográficas (SIG) e adoção do Cadastro Territorial Multifinalitário. A segunda parte cuida da avaliação de imóveis urbanos com base na norma técnica brasileira, incluindo a planta de valores genéricos, expondo conceitos e etapas para a sua elaboração. A terceira e última parte é sobre a tributação, em que dedicamos uma recapitulação sobre tributos com ênfase em impostos imobiliários.

Audiobook details

GenreTechnology
Length9 hrs 14 mins
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateMay 21, 2025
LanguagePortuguese

Table of contents

1PREFÁCIO
1352.3.1 Teste de significância dos parâmetros
2PARTE 1 - DE CADERNOS FISCAIS E TRIBUTÁRIO AO GEOPROCESSAMENTO E MULTIFINALITÁRIO
1362.3.2 Teste de significância do modelo
3INTRODUÇÃO À PARTE 1
1372.4 Outros testes a serem realizados
4CAPÍTULO 1 - ERA PRÉ-INFORMÁTICA
1382.4.1 Linearidade
51. PRIMEIRAS INFORMAÇÕES
1392.4.2 Normalidade
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62. OS CADERNOS FISCAIS
1402.4.3 Homocedasticidade
73. AS FICHAS CADASTRAIS
1412.4.4 Autocorrelação
84. A AEROFOTOGRAMETRIA
1422.4.5 Colinearidade ou multicolinearidade
95. MODELO DE CADASTRO TÉCNICO DO PROJETO CIATA COM RELAÇÃO À IDENTIFICAÇÃO DOS IMÓVEIS
1432.4.6 Pontos influenciantes ou outliers
106. BENEFÍCIOS COM O CADASTRO TÉCNICO
1442.5 Cálculo do valor unitário do terreno
117. CADASTRO TÉCNICO E CADASTRO FISCAL NA DÉCADA DE 1.970
1452.6 Fundamentação e precisão do laudo
12CAPÍTULO 2 - ERA DA INFORMÁTICA
1462.6.1 Classificação do laudo quanto ao grau de fundamentação utilizando modelos de regressão linear
131. UTILIZAÇÃO DA INFORMÁTICA NO CADASTRO URBANO
1472.6.2 Classificação do laudo quanto ao grau de precisão utilizando modelos de regressão linear
142. INFORMATIZAÇÃO DOS DADOS ALFANUMÉRICOS
1483. CONSIDERAÇÕES SOBRE O TRATAMENTO DE DADOS POR REGRESSÃO LINEAR
153. INFORMATIZAÇÃO DOS DADOS GRÁFICOS
149CAPÍTULO 5 - PLANTA DE VALORES GENÉRICOS – BREVE HISTÓRICO
163.1 Os softwares do tipo CAD
150CAPÍTULO 6 - PLANTA DE VALORES GENÉRICOS – CONCEITOS BÁSICOS
173.2 Sistema de Informações Geográficas (SIG)
151CAPÍTULO 7 - ELABORAÇÃO E VIGÊNCIA DA PVG
18CAPÍTULO 3 - GEOPROCESSAMENTO
1521. PROCEDIMENTOS INICIAIS
19CAPÍTULO 4 - GEODÉSIA E CARTOGRAFIA – NOÇÕES BÁSICAS
1531.1 Análise dos dados do cadastro urbano
201. SUPERFÍCIE TERRESTRE, GEOIDE E ELIPSOIDE
1541.2 Estudo da cidade
212. SISTEMAS GEODÉSICOS DE REFERÊNCIA
1551.3 Outros procedimentos
222.1 Posição e Orientação do Elipsóide de Referência
1562. PESQUISA DE MERCADO E ANÁLISE DA AMOSTRA
232.2 Sistema geodésico de referência adotado no Brasil
1572.1 Fontes habituais de informações
242.3 Coordenadas geodésicas
1582.2 Registro dos dados
253. PROJEÇÕES CARTOGRÁFICAS
1592.3 Quantidade da amostra
264. SISTEMA DE PROJEÇÃO UNIVERSAL TRANSVERSO DE MERCATOR (UTM)
1602.4 Análise da amostra
274.1 Princípio básico
1613. VARIÁVEIS PARA MODELAGEM DO MERCADO IMOBILIÁRIO
284.2 As zonas UTM
1624. MODELAGEM DO MERCADO PARA AVALIaÇÃO DOS IMÓVEIS
294.3 Grade do sistema de referência UTM
1634.1 Método evolutivo e utilização de fatores
304.4 O sistema de coordenadas UTM
1644.2 MCDDM e uso de inferência estatística
315. O SISTEMA CARTOGRÁFICO BRASILEIRO
1655. VALIDAÇÃO DOS RESULTADOS
32CAPÍTULO 5 - GPS/GNSS
1666. APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS
331. princípio BÁSICo
1677. Vigência da nova PVG
342. GNSS
1688. CONSIDERAÇÕES SOBRE PVG
353. OBTENÇÃO DAS COORDENADAS POR GPS/GNSS EM CAMPO
169PARTE 3 - A TRIBUTAÇÃO
364. REDE BRASILEIRA DE MONITORAMENTO CONTÍNUO (RBMC)
170INTRODUÇÃO À PARTE 3
375. REDE DE REFERÊNCIA CADASTRAL MUNICIPAL (RRCM)
171CAPÍTULO 1 - CONCEITO E ESPÉCIES DE TRIBUTOS
38CAPÍTULO 6 - SENSORIAMENTO REMOTO
1721. TRIBUTO
391. CONCEITOS BÁSICOS
1732. ESPÉCIES DE TRIBUTOS
402. SENSORES REMOTOS
1742.1 Impostos
412.1 Tipos de sensores quanto à origem da fonte de energia
1752.1.1 Impostos pessoais e reais, seletivos, progressivos e extrafiscais
422.2 Tipos dos sensores quanto ao produto gerado
1762.1.2 Base de cálculo do imposto
433. RESOLUÇÃO DE IMAGENS
1772.2 Taxas
444. NÍVEIS DE COLETA DE DADOS
1782.2.1 Tipos de Taxas
455. GSD
1792.2.2 Taxa e tarifa
46CAPÍTULO 7 - BANCO DE DADOS E BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS
1802.2.3 Base de cálculo das taxas
471. DADOS
1812.3 Contribuição de melhoria
482. BANCO DE DADOS
1822.3.1 Base de cálculo
493. TIPOS DE BANCO DE DADOS
1832.3.2 Cobrança da contribuição de melhoria
504. DADOS GEOGRÁFICOS
1842.4 Empréstimos compulsórios
514.1 Conceito de dados geográficos ou georreferenciados
1852.5 Contribuições especiais
524.2 Representação vetorial e matricial dos dados geográficos
186CAPÍTULO 2 - PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS TRIBUTÁRIOS
535. BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS
1871. PRINCÍPIO DA LEGALIDADE
546. METADADOS
1882. PRINCÍPIO DA ISONOMIA
557. INFRAESTRUTURA NACIONAL DE DADOS ESPACIAIS – INDE
1892.1 Princípio da capacidade contributiva
56CAPÍTULO 8 - SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS (SIG)
1902.2 Princípio pecunia non olet
571. O QUE É O SIG?
1912.3 Irrelevância da capacidade civil para fins tributários
582. COMPONENTES DE UM SIG
1923. PRINCÍPIO DA IRRETROATIVIDADE
592.1 Dados utilizados e manipulados em SIG
1934. PRINCÍPIO DA ANTERIORIDADE
602.2 Programas computacionais (softwares)
1945. PRINCÍPIO DO NÃO CONFISCO
612.3 Equipamentos (hardwares)
195CAPÍTULO 3 - UM POUCO SOBRE NORMAS GERAIS TRIBUTÁRIAS
622.4 Pessoas (peopleware)
1961. OBRIGAÇÃO TRIBUTÁRIA
633. OBJETIVOS DE UM SIG
1971.1 Surgimento da obrigação tributária
643.1 Coleta de dados
1981.2 Obrigação tributária principal e acessória
653.1.1 Levantamentos em campo
1992. SUJEITOS ATIVO E PASSIVO
663.1.2 Sensoriamento remoto
2002.1 Sujeito ativo
673.1.3 Mapas existentes
2012.2 Sujeito passivo
683.1.4 Coleta de atributos
2023. SOLIDARIEDADE TRIBUTÁRIA
693.2 Armazenamento e recuperação de dados
2034. CONVENÇÕES PARTICULARES
703.3 Manipulação e análise de dados
2045. DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO
713.4 Visualização de dados e informações
2056. LANÇAMENTO
724. CONSIDERAÇÕES SOBRE O SIG
2066.1 Constituição do crédito tributário
73CAPÍTULO 9 - LEVANTAMENTO EM MASSA PARA ATUALIZAÇÃO DO CADASTRO URBANO, USO DO SIG, RETORNO FISCAL E O CTM
2076.2 Modalidades de lançamento
741. DISPOSITIVOS DA PORTARIA 3.242/2022
2086.2.1 Lançamento de ofício ou direto
751.1 Disposições gerais (arts. 1º ao 3º)
2096.2.2 Lançamento por declaração ou misto
761.2 A parcela e os objetos territoriais (arts. 4º ao 6º)
2106.2.3 Lançamento por homologação ou autolançamento
771.3 Dados Cadastrais (artigos 7º ao 13)
2117. DECADÊNCIA E PRESCRIÇÃO
782. PROCEDIMENTOS INICIAIS PARA O LEVANTAMENTO DE DADOS
212CAPÍTULO 4 - IMPOSTOS IMOBILIÁRIOS
793. RESTITUIÇÃO DA IMAGEM AEROFOTOGRAMÉTRICA
213CAPÍTULO 5 - IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL E TERRITORIAL URBANA – IPTU
804. MONTAGEM DO SIG
2141. O QUÊ?
815. ATUALIZAÇÃO DOS DADOS
2152. QUEM?
826. COBRANÇA DOS TRIBUTOS
2163. ONDE?
837. CONSOLIDAÇÃO DO CADASTRO MUNICIPAL
2174. QUANDO?
848. O CADASTRO TERRITORIAL MULTIFINALITÁRIO (CTM)
2185. QUANTO?
85CAPÍTULO 10 - BENEFÍCIOS DO SIG NA GESTÃO MUNICIPAL
2195.1 A base de cálculo
86CAPÍTULO 11 - LEGISLAÇÃO SOBRE O CADASTRO MUNICIPAL
2205.2 Construções em geral, condomínios edilícios e loteamentos fechados
87PARTE 2 - AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS URBANOS E A PLANTA DE VALORES GENÉRICOS
2215.2.1 Construções em geral
88INTRODUÇÃO À PARTE 2
2225.2.2 Condomínios edilícios
89CAPÍTULO 1 - ENGENHARIA DA AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS URBANOS
2235.2.3 Loteamentos fechados
901. PREÇO, VALOR DE MERCADO E CUSTO
2245.3 Alíquota do imposto
912. NORMATIZAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DE IMÓVEIS URBANOS
2255.3.1 Alíquotas com progressividade fiscal
923. ATIVIDADES INICIAIS
2265.3.2 Alíquotas seletivas
933.1 Aspectos essenciais
2275.3.3 Alíquotas progressivas no tempo
943.2 Requisição e conhecimento da documentação
2286. COMO?
953.3 Legislação pertinente
2297. POR QUÊ?
963.4 Vistoria
230CAPÍTULO 6 - IMPOSTO SOBRE A TRANSMISSÃO DE BENS IMÓVEIS – ITBI.
974. METODOLOGIAS APLICADAS
2311. O QUÊ?
984.1 Método comparativo direto de dados de mercado
2321.1 Direitos reais
994.2 Método da quantificação do custo
2331.2 Institutos compreendidos na incidência e não incidência do ITBI
1004.3 Método comparativo direto de custo
2342. QUEM?
1014.4 Método involutivo
2353. ONDE?
1024.5 Método evolutivo
2364. QUANDO?
1034.6 Método da capitalização da renda
2375. QUANTO?
104CAPÍTULO 2 - MÉTODO COMPARATIVO DIRETO DE DADOS DE MERCADO (MCDDM)
2385.1 Base de cálculo
1051. PLANEJAMENTO DA PESQUISA
2395.2 Apuração da base de cálculo em algumas situações menos frequentes
1062. IDENTIFICAÇÃO DAS VARIÁVEIS INFLUENCIANTES
2405.2.1 Construção executada pelo comprador em terreno objeto de compromisso de compra e venda
1073. LEVANTAMENTO DE DADOS DE MERCADO
2415.2.2 Construção executada em terreno alheio
1084. TRATAMENTO DOS DADOS AMOSTRAIS
2425.2.3 Arrematação em hasta pública
109CAPÍTULO 3 - TRATAMENTO DA AMOSTRA POR FATORES
2435.2.4 Dissolução de condomínio através de permutas recíprocas
1101. CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2445.3 Alíquota
1112 TIPOS DE FATORES
2456. COMO?
1123. EXEMPLO PRÁTICO
2467. POR QUÊ?
1133.1 Ajuste da amostra por fatores
247CAPÍTULO 7 - IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE TERRITORIAL RURAL – ITR
1143.2 Recomendações e determinações da norma técnica
2481. O QUÊ?
1153.2.1 Semelhança dos fatores em relação ao avaliando
2492. QUEM?
1163.2.2 Saneamento da amostra
2503. ONDE?
1173.2.3 Efeito de heterogeneização
2514. QUANDO?
1183.3 Valor do terreno
2525. QUANTO?
1193.4 Fundamentação e precisão do laudo
2535.1 Base de cálculo
1203.4.1 Classificação do laudo quanto ao grau de fundamentação utilizando o tratamento por fatores
2545.2 Alíquota
1213.4.2 Classificação quanto ao grau de precisão utilizando tratamento por fatores
2556. COMO?
1223.5 Campo de arbítrio
2567. POR QUÊ?
1234. COMENTÁRIOS SOBRE O TRATAMENTO DE DADOS POR FATORES
257CAPÍTULO 8 - IMUNIDADE, ISENÇÃO E OUTROS BENEFÍCIOS
124CAPÍTULO 4 - TRATAMENTO DA AMOSTRA POR REGRESSÃO LINEAR
2581. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA
1251. CONSIDERAÇÕES INICIAIS
2591.1 Imunidade entre os entes federativos
1262. EXEMPLO PRÁTICO
2601.2 Imunidade religiosa
1272.1 Equação de regressão
2611.3 Partidos políticos e suas fundações, entidades sindicais dos trabalhadores, instituições de educação e de assistência social, sem fins lucrativos
1282.2 Estatísticas da regressão
2621.4 Pequenas glebas rurais (art. 153, § 4º, II, da CF)
1292.2.1 Coeficiente de correlação (r)
2631.5 Imunidade prevista no art. 156, § 2º, inciso I, da CF
1302.2.2 Coeficiente de determinação (r²)
2641.6 Imunidade prevista no art. 184, § 5º, da CF
1312.2.3 Coeficiente de determinação ajustado (ra²)
2652. ISENÇÃO
1322.2.4 Desvio padrão (S)
2662.1 ITBI e IPTU
1332.2.5 Coeficiente de variação da regressão (CV)
2672.2 ITR
1342.3 Testes de significância (testes de hipóteses)
2683. ANISTIA E REMISSÃO
Acessibilidade
AcessibilidadeTony Santos2h 19m$5 · $0.00
Dynamo For Revit:
Dynamo For Revit:Samuel João Da Silveira5h 7m$7 · $0.00
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Doctrine Na PráticaElton Luís Minetto1h 11m$9 · $0.00
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