
Primeiros elementos para uma introdução à filosofia do direito
três abordagens acerca do bem comumBy Julian Ritzel FarretLength7h
About this audiobook
O Bem Comum é certamente uma das principais noções deturpadas pelo processo de corrupção que formou o mundo moderno. Mas não é essa a razão pela qual mereceria um tratamento especial em relação às outras noções importantes. Há algo que nos faz olhar o Bem Comum, em particular, antes das outras.
O estudo do Bem Comum não é unicamente "o primeiro passo" do autor, mas são os primeiros passos de qualquer inteligência que quer "compreender a Lei – Lex – e o Direito – Jus – à luz da natureza humana." A natureza do Bem em toda a sua amplitude transcendental, a sua misteriosa comunicabilidade, seu caráter de perfeição ontológica, sua apetibilidade universal e seu caráter de finalidade, fazem do estudo do Bem Comum o ponto de partida de todas as considerações sobre a natureza política do homem. A causa final é a Causa causarum. É a que move primeiramente o agente, e não há ação alguma que não tenha um bem como fim.
O presente livro de Farret constitui um ponto de referência fundamental para os que querem começar o verdadeiro estudo do Direito por sua real via epistemológica. Temos nas mãos não só um resumo exaustivo desta noção primordial, mas também um reflexo desta realidade desconhecida.
Padre Luiz Cláudio Camargo
Audiobook details
GenrePolitics and Government
Length7 hrs
Narrated byListen with 1,000+ voices
FormateBook with Audio
Publish dateApr 28, 2022
LanguagePortuguese
Table of contents
1PREFÁCIO
261.2.2. Todo potestativo.
2INTRODUÇÃO GERAL
272. TEORIA DA ANALOGIA.
3I. O ESTADO DA FILOSOFIA DO DIREITO: ASPECTOS HISTÓRICOS.
282.1. NOÇÃO DA ANALOGIA.
4II. SANTO TOMÁS DE AQUINO: LUZ PARA A FILOSOFIA DO DIREITO.
292.2. DIVISÃO DA ANALOGIA.
5III. PROBLEMA: A DIFÍCIL DEFINIÇÃO DE BEM COMUM.
302.2.1. A analogia de atribuição.
Show all chaptersShow less
6CAPÍTULO I FUNDAMENTOS METAFÍSICOS DO BEM COMUM
312.2.2. A analogia de proporcionalidade.
7I. BEM: TRANSCENDENTAL DO SER.
322.2.3. Unidade e abstração do conceito analógico.
81. VOCABULÁRIO METAFÍSICO.
332.2.4. Ordem e princípio na analogia.
92. DEFINIÇÃO DE BEM.
342.4. ANALOGIA E PARTICIPAÇÃO.
103. DO BEM EM GERAL.
352.4.1. Divisão clássica da analogia.
113.1. RELAÇÃO ENTRE O BEM E O ENTE.
362.4.2. Analogia de desigualdade.
123.2. BEM: CAUSA FINAL.
372.4.3. Analogia de atribuição extrínseca e de proporcionalidade imprópria.
133.3. DIVISÃO DO BEM: HONESTO, ÚTIL E DELEITÁVEL.
382.4.4. Analogia de proporcionalidade própria.
144. DA BONDADE DE DEUS.
392.4.5. Analogia de atribuição intrínseca.
154.1. CONVENIÊNCIA DA BONDADE EM DEUS.
402.4.6. Noção metafísica de participação.
164.2. DEUS: O SUMO BEM.
413. DEFINIÇÃO DE BEM COMUM.
174.3. BONDADE NA ESSÊNCIA DE DEUS.
423.1. BEM EM GERAL.
184.4. PARTICIPAÇÃO DAS CRIATURAS NA BONDADE DE DEUS.
433.2. A ORDEM DO BEM.
19II. BEM COMUM: DA COMUNICABILIDADE À ANALOGIA.
443.3. A DIFUSIVIDADE DO BEM E O BEM COMUM.
201. COMUNICABILIDADE DO BEM.
453.4. UMA DEFINIÇÃO.
211.1. PARTICIPAÇÃO.
464. ANALOGIA DO BEM COMUM.
221.1.1. Deus: causa e fim.
474.1. BEM COMUM: UMA ANALOGIA DE ATRIBUIÇÃO INTRÍNSECA.
231.1.2. Participação: bem honesto e bem útil.
484.2. ORDEM E DISTINÇÃO DAS COISAS: OS MUITOS BENS COMUNS.
241.2. NOÇÃO DE TODO.
494.3. FIM ÚLTIMO – BEM COMUM – NATURAL E SOBRENATURAL.
251.2.1. Todo integral.
504.4. UM ESQUEMA FINAL DA ANALOGIA ENTRE OS MUITOS BENS COMUNS.