61.1 A pesquisa apocalíptica e o Apocalipse de São João.
483.2.3 Existe uma definição para o profeta cristão?
71.1.1 J. J. Collins
493.2.4 O termo Profh,thj no ambiente do Novo Testamento.
81.1.2 D. Hellholm
503.2.5 As funções do discurso profético
91.1.3 E. S. Fiorenza
513.3 A profecia cristã no âmbito do Apocalipse joanino
101.1.4 L. Hartman
523.3.1 Qual a originalidade da profecia cristã joanina?
111.1.5 D. E. Aune
533.3.2 A característica da profecia cristã no Apocalipse joanino
121.1.6 P. D. Hanson
543.3.3 A profecia cristã e o Espírito da profecia
131.1.7 F. J. Murphy
553.4 O profeta cristão no âmbito do Apocalipse joanino
141.2 A pesquisa profética neotestamentária e o Apocalipse de João
563.4.1 O termo Profh,thj no Apocalipse joanino
151.2.1 D. Hill
573.4.2 O “autor-profeta” membro da escola joanina
161.2.2 D. E. Aune
583.4.3 O profeta cristão e os demais membros da comunidade
171.2.3 C. Forbes
593.4.4 O profeta como avdelfo,j
181.2.4 R. Bauckham
603.4.5 O profeta: ordem e a contraordem de não escrever: 3.4.6 A profecia do livro: o selado e consumido?
191.2.5 Outras contribuições
613.5 A atividade profética no Apocalipse de João.
201.3 Conclusão
623.5.1 O ato de profetizar
21CAPÍTULO 2 A ANÁLISE EXEGÉTICA DE APOC 10,1-11
633.5.2 A liderança do “autor-profeta” João
222.1 O texto grego: Apoc 10:1-11
643.5.3 O “autor-profeta”, mestre de uma Escola de Profetas?
232.2 A crítica textual
653.5.4 O “autor-profeta”: líder da comunidade-profética
242.3 A crítica literária: 2.3.1 A estrutura e a delimitação de Apoc 10,1-11
663.6 Conclusão
252.4 A análise gramatical de Apoc 10,1-11
67CAPÍTULO 4 A CRISTOLOGIA ESCATOLÓGICA DO APOCALIPSE JOANINO
262.4.1 V. 1-4
684.1 O fenômeno profético e a cristologia do Apocalipse
272.4.2 V. 5-7
694.1.1 A narrativa cristológica do Apocalipse
282.4.3 V. 8-11
704.1.2 Os títulos cristológicos.
292.5 A exegese de Apoc 10,1-11
714.1.2.1 O Cordeiro
302.5.1 Exegese da primeira unidade literária (10,1-4)
724.1.2.2 O vivente
312.5.2 Exegese da segunda unidade literária (10, 5-7)
734.1.2.3 “Filho do Homem” e outros.
322.5.3 Exegese da terceira unidade literária (10,8-11)
744.1.3 O testemunho de Jesus
332.5.4 A interface entre Apoc 10,8-11 e Ez 2,8-3,3
754.1.3.1 O título (Apoc 1,1-3) e o diálogo litúrgico de abertura (Apoc 1,4-8)
342.6 Conclusão
764.1.3.2 A visão inicial e os discursos proféticos às igrejas (Apoc 1,9-3,22)
35CAPÍTULO 3 O CONTEXTO DO FENÔMENO PROFÉTICO NO CRISTIANISMO PRIMITIVO
774.1.3.3 As visões e audições da parte central (Apoc 4,1- 22,21)
363.1 O contexto profético cristão.
784.2 O fenômeno profético e a escatologia do Apocalipse
373.1.1 O ambiente judaico-cristão da profecia
794.2.1 O âmbito escatológico na composição do Apocalipse
383.1.1.1 O estudo da profecia cristã
804.2.2 A dimensão escatológica do Apocalipse
393.1.1.2 A profecia cristã no contexto primitivo
814.3 Da chegada da “hora” à hora de Cristo
403.1.1.3 Os primórdios da profecia cristã
824.4 Conclusão
413.1.2 O ambiente helênico da profecia
83EXCURSUS “O PROFETA ESCATOLÓGICO”: UMA PONTE ENTRE ESSÊNIOS E CRISTÃOS?
423.1.3 Apocalipse joanino: o entrecorte judeus e gregos.: 3.1.3.1 Apocalipse: profhtei,a ou apoka,luyij ?
84CAPÍTULO 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS